"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Facebook anuncia novo sistema de buscas na rede social



Nova ferramenta traz resultados por 'curtidas', fotos, vídeos e interesses.
Segundo Zuckerberg, sistema ajuda a responder questões específicas.

publicado no G1
O Facebook anunciou nesta terça-feira (15), durante evento na sua sede em Menlo Park, na Califórnia, um novo sistema de buscas que mostra resultados baseados em conteúdos que o usuário curtiu ('Likes', em inglês), músicas, lugares, vídeos, fotos e interesses. Segundo Mark Zuckerberg, presidente-executivo da empresa, a ferramenta ajuda a responder perguntas específicas como "Quem são meus amigos em San Francisco?".
Mark Zuckerberg fala sobre a nova ferramenta de buscas do Facebook (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Mark Zuckerberg fala sobre a nova ferramenta de buscas do Facebook
(Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Chamado "Graph Search" (“Busca Social”, em português), o novo sistema do Facebook entra no ar primeiro para quem usa a rede social em inglês, independente do endereço IP ou da localização do usuário. A ferramenta tem como objetivo ajudar os usuários a navegar melhor pela grande quantidade de informações disponíveis no Facebook. "Olhamos o Facebook como um grande banco de dados social", disse Zuckerberg. "Assim como qualquer outro banco de dados, você deve ser capaz de consultá-lo”, acrescentou.

Tela de apresentação da nova busca social na página inicial do Facebook. (Foto: Reprodução)Tela de apresentação da nova busca social na
página inicial do Facebook. (Foto: Reprodução)


A companhia enfatizou que o novo serviço não busca informações na internet, como o Google, mas no "gráfico social". "Já são mais de 1 bilhão de pessoas, 240 bilhões de fotos e 1 trilhão de conexões".

Diferente da busca na web, que fornece os resultados por palavras-chave, a busca social combina frases, como "meus amigos em Nova York que curtem o Jay-Z", para fazer a pesquisa em cima de conteúdos compartilhados no Facebook. A primeira versão da ferramenta tem foco em quatro áreas: pessoas, fotos, locais e interesses. Conforme a companhia, no futuro também será possível buscar em posts, comentários e ações.

Vídeos explicam como funciona a nova 'busca social' na página do Facebook. (Foto: Reprodução)Vídeos explicam como funciona a nova 'busca social'
na página do Facebook. (Foto: Reprodução)

A "busca social", que irá aparecer como uma barra de pesquisa no topo da página do Facebook, entra no ar nesta terça-feira (15) em uma versão beta limitada. Usuários da rede social em inglês podem se cadastrar na lista de espera para testar o sistema e ver vídeos que explicam como a busca funciona e como foi criada neste link. A companhia também informou que há planos de implantação do serviço em outros idiomas nos próximos meses, mas ainda sem data definida.

Segundo o Facebook, o novo sistema permite cruzar pesquisas como "pessoas que curtiram uma página e visitaram o museu Moma". Ao digitar, por exemplo, "pessoas que gostam de fazer caminhadas", o site mostra os resultados de "Likes" e fotos deste tema.

De acordo com Zuckerberg, o Facebook fez parceria com a Microsoft para usar o motor de busca Bing no novo serviço e para encontrar conteúdos fora da rede social. Ele disse que a companhia discutiu a ideia de trabalhar com o Google, mas a Microsoft demonstrou estar mais disposta a fazer coisas específicas para o Facebook.

Busca social mostra fotos dos amigos antes de 1999 após pesquisa na ferramenta (Foto: Divulgação)
Busca social mostra fotos dos amigos antes de 1999 após pesquisa
na ferramenta (Foto: Divulgação)
"Nossa missão é tornar o mundo mais aberto e conectado”, disse Zuckerberg no início do evento. O executivo explicou que existem dois serviços que ajudam a deixar o mundo mais conectado: aquele que conecta os usuários com pessoas que eles já conhecem, e aquele que os ajuda a fazer novas conexões. Conforme o Facebook, a “busca social” ajuda as pessoas a fazer novas conexões.

Privacidade
Zuckerberg disse que a busca social foi construída com a privacidade em mente. "A maioria do conteúdo no Facebook não é público. A 'busca social' é uma maneira de encontrar coisas que foram compartilhadas com você”, disse o executivo. A empresa ressaltou que conteúdos colocados como “privados” não irão aparecer nos resultados das buscas. "Você pode ver somente aquilo que você já poderia visualizar em outros lugares no Facebook", disse a companhia
.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Analista do gartner afirma que é hora de reinventar a TI


publicado originalmente na informationWeek

Peter Soondergard VP sênior e três analistas da consultoriar traçam o futuro, defendem a reinvenção da TI e revelam a importância de investir na experiência do usuário

Em meio a revolução dos meios de comunicação e a rapidez dos acontecimentos proporcionadas pelos dispositivos móveis associadas à computação em nuvem, chegou o momento de reinventar a tecnologia da informação, criar novos modelos de abordagem, novas formas de entregar TI, mas, acima de tudo, elaborar formas diferentes pensar, colocando a experiência do usuário como pivô de toda transformação. “É preciso esquecer tudo o que conhecemos até hoje em TI, não é o caso de remodelar ou modernizar, mas recriar a TI como um todo, investindo em simplicidade e nas experiências pessoais. Mas para que essas mudança ocorram será preciso muita coragem e ousadia dos CIOs”, aifmrou Peter Sondergaard, VP sênior do Gartner, durante palestra chave de abertura, que reuniu também outros três analistas da consultoria, no simpósio ITxpo-2011, realizada no Sheraton São Paulo WTC Hotel.
Nesta revolução, a mobilidade não é mais uma tendência. Segundo pesquisa do Gartner, em 2014, os sistemas móveis vão superar todos as plataformas PC. E até 2016 estima-se que 900 milhões de tablets serão comercializados, o que representa um tablet para cada 8 pessoas do planeta. Nesse sentido, espera-se muito mais da capacidade dos CIOs para que estejam envolvidos e preparados para desenvolver sistemas e aplicativos que forneçam experiências enriquecedoras aos usuários. “O PC está perdendo reinado, e, o que chama atenção é a mobilidade simplificando a vida das pessoas. Assim também deve ser a TI daqui para frente, construindo, por exemplo, aplicativos como o “Ushahidi” que funciona em qualquer plataforma e o cliente não precisa mudar os seus hábitos. É a TI se adaptando as pessoas e não o contrário”, avalia Elia San Miguel, analista do Gartner.
A analista também disse que para desenvolver inovações, descomplicar e oferecer experiências ricas é preciso pensar na computação em todo o seu contexto, ou seja, o que o usuário faz, onde está, o que busca, entre outros e assim usar tecnologia que os ajude de alguma forma, seja para se localizar em uma cidade, saber o que comer em um aeroporto ou comprar um sapato. “É preciso ser sensível ao contexto, desenvolvendo design centrado nas pessoas. Até 2015 é provável que seu dispositivo saiba mais de você do que você deles”, revelou Elia.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Busca de emprego: quatro dicas de como usar as redes sociais

Especialista ensina como algumas mudanças podem gerar excelentes resultados para quem está a procura de trabalho

social media redes sociaisO CEO e co-fundador da empresa de investimentos Venturocket, Marc Hoag, decidiu, há cerca de dez anos, que se dedicaria a ser alguém voltado a transformar o mundo em um lugar mais produtivo. Desde então, o executivo tem criado teses e dicas voltadas a ajudar os profissionais nos mais diversos momentos de carreira. 
Em um recente artigo no Mashable, Hoag deu conselhos para uma situação que, segundo ele, tende a tornar-se cada vez mais comum: a busca por um emprego a partir da internet. Hoag cita que estudos recentes indicam que a maioria das companhias já acessa alguma rede social para buscar informações sobre possíveis candidatos a uma vaga de emprego e quase 80% delas dão uma olhada no perfil online dos profissionais, antes de chamá-los para uma entrevista pessoal.

A partir dessa constatação de que os profissionais são cada vez mais vigiados na internet, o especialista dá quatro dicas para quem quer ter sucesso na hora de procurar um emprego - ou ser procurado por um possível recrutador -, utilizando as redes sociais.

1. Ajuste sua imagem real às redes sociais

Para Hoag, as pessoas costumam esquecer que o perfil que elas mantêm no LinkedIn, Facebook, ou em qualquer outra rede social representa uma espécie de cartão de visitas. Assim, não adianta imaginar que um potencial recrutador não vá desclassificá-lo para o cargo, por conta de um comentário racista ou por uma postura inadequada na hora de escrever uma mensagem no Twitter sobre seu atual empregador.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O que o novo CEO da Apple pensa sobre Steve Jobs

via Terra Tecnologia
Tim Cook assume o cargo de CEO com a renúncia de Steve Jobs. Foto: Reuters
Tim Cook assume o cargo de CEO com a renúncia de Steve Jobs
Foto: Reuters
Após a renúncia de Steve Jobs ao comando da Apple, Tim Cook foi indicado pelo próprio cofundador da empresa para assumir seu cargo. Cook, que já havia assumido o mais alto posto da companhia interinamente durante licenças médicas de Jobs, escreveu em email aos funcionários da Apple que "Steve foi um líder e mentor incrível" para ele. Em nota, o Conselho de Administração da Apple afirmou que "tem total confiança de que Tim é a pessoa certa para ser nosso próximo CEO".

Desde 1998 na Apple, Cook era o braço direito de Jobs dentro da companhia. Mas o que será que o agora CEO de uma das mais importantes e inovadoras empresas do mundo pensa realmente sobre Steve Jobs? O site Huffington Post separou algumas opiniões que Cook lançou sobre seu "mentor" em seus 13 anos de Apple:

Por favor, substituir Steve? Ele é insubstituível!
Novembro de 2008, em entrevista à revista Fortune

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Você quer chegar à CEO?

CEO (Chief Executive Office), em letras maúsculas, O QUE MANDA. Diretor executivo da corporação, aquele responsável por dar as diretrizes e os rumos da organização.

Nos últimos dias tivemos dois eventos antagônigos envolvendo CEO's de duas grandes companhias. O primeiro deles envolveu o CEO do Google, Eric Schmidt, que ao ser convidado pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, para ser o "CEO" de tecnologia do governo, disse que está feliz no Google e não pretende deixar o seu cargo de CEO. O segundo, em contra fluxo do primeiro, envolveu o CEO do Yahoo, Jerry Yang, que após a decisão de não vender a companhia para o Google e depois voltar atrás, foi seguida de sonora rejeição da gigante da Internet. Resultado, pediu demissão do mais alto cargo da companhia.

O que podemos perceber com estas duas situações é o alto risco das decisões que envolvem o cargo de CEO. No primeiro caso a Google corria o risco de perder seu mais alto executivo e no segundo o mais alto executivo perdeu o emprego, numa decisão arriscada de vender ou não a companhia, e optou por não vender.

Poucos chegarão e se manterão num cargo como este, por vários motivos, mas o que mais destaco é a capacidade de liderar e motivar pessoas a trabalhar onde trabalham. Jerry Yang, da Yahoo, perdeu 10% da sua equipe, As decisões tomadas na gestão de pessoas tem reflexo direto nos resultados da organização. Muitos podem julgar que 10% é plenamente substituível, mas a que custo?

A Google é conhecida por sua forma pouco tradicional de tratar e motivar seus funcionários, disponibilizando áreas e ambientes pouco vistos pelas bandas tupiniquins, e há quem olhe para as fotos abaixo como o oásis da improdutividade.




Jack Welch, atualmente aposentado, foi por 20 anos CEO da General Electric, deu uma entrevista logo após se aposentar descrevendo uma série de características de um CEO de sucesso, uma delas foi: INFORMALIDADE.

"A burocracia sufoca. A informalidade libera" Para ele, um ambiente informal é importante vantagem competitiva. Informalidade é mais do que eliminar paredes ou extinguir o terno. "Tem a ver com a garantia de que todos são importantes - e que todos saibam que são importantes."

Fonte: http://vocesa.abril.uol.com.br/edi40/prima-ceo.shl

E você quer ser um CEO e se manter como um? Se preocupe com as pessoas, mas com o foco no seu negócio e não apenas para satisfazer caprichos dos seus subordinados, já falei sobre isto no post Lider ou capataz, mas suprindo as necessidades para que os objetivos da organização sejam alcançados. Quem trabalha com tecnologia precisa de liberdade para criar, em contra-partida a responsabilidade de fazer acontecer.

Um abraço e até a próxima semana.
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