"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Cancelei a minha conta no WhatsApp

artigo_74305Fábio Bandeira, no Administradores
Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo.
A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook.
As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro).
O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver… muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras.
A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando “artigo de luxo”. Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing… Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros.
Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social.
As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo.

Na revista Administradores

Na edição novembro/dezembro da revista Administradores resolvemos questionar sobre o WhatsApp em nossa editoria contraponto. Colocamos dois especialistas para defenderem sua tese e apontar as vantagens e desvantagens do aplicativo. Você pode ler aqui o que os dois especialistas falaram.
Confesso que minha opinião foi alterada ao longo do tempo. Antes favorável à facilidade de comunicação que o WhatsApp poderia gerar, coloco-me hoje a favor da comunicação real, do tête-à-tête, sem as barreiras das mini telas. Apesar de não me encaixar no perfil alienado (como aquele citado acima), estar no aplicativo me colocava no status de condescendente com algo que sou contra. Isso estava incomodando.

Que tal refletir

Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular?
Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se “dedica” a eles?
Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram.
Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual.
Enquanto isso não acontece, acho melhor deixar minha conta do WhatsApp cancelada.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Justiça determina que Google Brasil libere dados de e-mails


Mônica Campi, na INFO Online

São Paulo - A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o Google Brasil cumpra ordem judicial de quebra de sigilo de mensagens enviadas por meio do serviço Gmail.

A determinação vale para comunicações de e-mail feitas por investigados de crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa, fraude à licitação, lavagem de dinheiro, advocacia administrativa e tráfico de influência.

Segundo o STJ, o Google Brasil terá 10 dias para cumprir a decisão. Caso não atenda a solicitação da Justiça, a empresa receberá uma multa diária de R$ 50 mil.

De acordo com a determinação da ministra relatora do inquérito, Laurita Vaz, com a quebra do sigilo será possível obter informações importantes e provas relevantes para a investigação policial.

O Google Brasil, em sua defesa, alegou não ser possível cumprir a ordem judicial uma vez que todos os dados do serviço Gmail estão armazenados nos servidores dos Estados Unidos e, desta forma, sujeitos às legislações daquele país. A empresa sugeriu uma forma diplomática para se obter esses dados.

Mas para a Justiça, o fato das informações estarem armazenadas em outro país não torna os dados em material de prova estrangeiro, com necessidade de meios diplomáticos para se obtê-los.

“Nenhum obstáculo material há para que se viabilize o acesso remoto aos dados armazenados em servidor da empresa Google pela controlada no Brasil, atendidos, evidentemente, os limites da lei brasileira. A ordem pode ser perfeitamente cumprida, em território brasileiro, desde que haja boa vontade da empresa. Impossibilidade técnica sabe-se, não há”, disse a ministra.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Internado há mais de 40 anos, paciente cria série de animação dentro do hospital

Claúdia Collucci, na Folha de S.Paulo

Vítima de paralisia infantil e morando há mais de 40 anos em uma UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Paulo Henrique Machado, 45, decidiu transformar suas aventuras em uma animação 3D.

Voltada para o público infantil, a série de desenhos "As Aventuras de Léca e Seus Amigos" mostra a infância de sete crianças com deficiência física. Léca, melhor amiga de Paulo, mora na cama ao lado.

É Eliana Zagui, também vítima da pólio e autora do livro "Pulmão de Aço - uma vida no maior hospital do Brasil" (Belaletra Editora, R$ 36).

Para sair do papel, o projeto tenta um financiamento coletivo por meio do site http://catarse.me/pt/leca.

Até sexta-feira, tinha conseguido só R$ 8.800 dos R$ 120 mil necessários para a produção.

Leia abaixo o depoimento dele:
Paulo Henrique Machado, há mais de 40 anos internado no
Hospital das Clínicas, está criando uma série animada de
televisão em seu leito
Joel Silva/Folhapress 

Minha mãe morreu dois dias depois que eu nasci. Com um ano e meio, tive paralisia infantil. Vim para o Hospital das Clínicas sem movimento nas pernas e, com o tempo, a paralisia atingiu também meu sistema respiratório.

Desde então, dependo do aparelho de respiração artificial para continuar vivo.

Aqui no hospital, aprendi a ler e a escrever. Conclui o ensino médio e fiz vários outros cursos de informática e na área de softwares.

Lembro-me de quando era pivete, podia andar de cadeira de rodas pelo hospital e visitar meus amigos em outros quartos. Líamos historinhas infantis uns para os outros.

Minha capacidade de respiração foi piorando e eu já não podia mais sair da cama. Eu e mais seis amigos, todos com paralisia infantil, fomos transferidos para um quarto [só ele e Eliana Zagui sobreviveram]. Era uma gangue.

Eu e a Tânia éramos os líderes e discutíamos muito. O principal motivo era a televisão. Havia dois aparelhos e a gente ficava competindo pelo volume, pelos programas. Os meninos queriam futebol, as meninas, novela.

PIPAS PELA JANELA
Apesar de estarmos presos às camas, a gente inventava brincadeiras que estimulavam a imaginação.

Eu, o Pedro e o Anderson tínhamos movimentação nos braços [as meninas não tinham] e fazíamos pipas para brincar e para vender. O Anderson conseguia soltar da janela do quarto.

Era engraçado porque não ventava o suficiente. Quando a pipa estava quase subindo, caía. Era muita pipa perdida. Enganchavam nas árvores, ou eram pegas pelos meninos que já ficavam perto do hospital à espera delas. Sempre machucava a mão afiando o bambu com canivete.

Aqui no hospital tive muita oportunidade de fazer coisas que qualquer outra criança podia fazer lá fora, como armar arapucas para pegar passarinho no fundo do terraço. A diferença é aqui a gente só pegava pomba.

Um dia encontrei um gafanhoto e o amarrei com barbante. Fazia de conta que eu era o Pinóquio e ele o grilo falante. Também ganhava "presentes" dos funcionários.

Uma atendente me deu uns tatus-bolas. Outro médico que trabalhava aqui, o doutor Giovani, que eu chamava de pai [Paulo tem pai, mas que raramente o visita], me trouxe duas pererecas, aquelas que dão em rio.

Eu tentava pegar, e elas pulavam. Foi aquela histeria generalizada na UTI.

Em 1992, pensei o que poderia ter para produzir, criar alguma coisa. Foi quando escrevi uma carta para uma empresa pedindo a doação de um computador. Comecei a estudar informática sozinho. Era um modelo MSX, bem limitado. Em 1994, ganhei meu primeiro PC.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Mulher que tatuou ''Haja o que hajar'' usa fama na internet para vender camisetas




Arquivo pessoal/Facebook
publicado no UOL tecnologia

Imagem da tatuagem com a frase ''Haja o que hajar'' usada na capa do perfil de Lidiane Sousa

Quem é corintiano não deve ter estranhado quando uma tatuagem com os dizeres "Haja o que hajar" começou a "bombar" no Facebook e Twitter há algumas semanas. A frase, atribuída a um ex-presidente do clube, aparecia tatuada nas costas de Lidiane de Sousa, 30, e virou motivo de piada pelo erro de português. Mesmo chateada com os comentários maldosos sobre a tattoo, feita em homenagem ao marido, Lidiane está aproveitando o sucesso na internet para vender camisetas com a expressão que marcou "para sempre" no próprio corpo.

EXISTE?

A expressão ''Haja o que hajar'', popularizada na internet, não está correta. O certo é dizer ''Haja o que houver''.

A moradora de Goiânia (GO) conta que ela fez a tatuagem, ciente do erro de português, em setembro de 2012. A foto foi tirada assim que o tatuador terminou de registrar a frase. Naquela época, a imagem foi colocada por Lidiane como imagem de capa no Facebook, mas só no final de março ela começou a repercutir na internet. A hipótese mais provável, segundo ela, é alguém ter visto a capa do perfil, achado a foto original nos álbuns e compartilhado na rede social.

"Comecei a ver vários comentários me criticando no meu perfil. Fiquei muito chateada, me senti muito mal mesmo, porque as pessoas não sabiam o significado da tatuagem para mim. Toda tatuagem tem um motivo, as pessoas deveriam antes saber o porquê da minha", lamenta. Além das críticas, várias piadas circularam no Facebook e Twitter, com frase irônicas como "Haja o que hajar. Parabéns, tá serto [sic]" e "Haja o que hajar, antes de virar um tatuador, vou estudar''.

Segundo Lidiane, trata-se de uma homenagem ao marido, José Reinaldo Machado, que conhece há três anos e com quem se casou em julho do ano passado. "Ele me disse uma vez 'Haja o que hajar, nunca vou te abandonar' e isso virou uma frase nossa. Eu sabia que a expressão estava errada, mas sempre teve um significado especial para nós", conta.

Até mesmo o tatuador estranhou o pedido de Lidiane. "Mas depois da explicação sobre o motivo para registrar a frase, ele concordou em tatuá-la, mesmo estando errada."

Repercussão negativa. E positiva

Depois de a foto ser compartilhada por milhares de usuários no Facebook e no Twitter, Lidiane diz que a fama da tatuagem acabou atrapalhando sua vida pessoal. Formada em Gestão Empresarial, ela atualmente está desempregada e diz que, durante uma entrevista para uma vaga, percebeu que foi reconhecida e que a entrevistadora não demonstrou interesse durante a conversa. "As pessoas me olham diferente. Não me falam nada, mas escuto os cochichos na rua. Até evito sair com roupas que mostrem a tatuagem", diz.
O casal Lidiane de Sousa e José Reinaldo Machado vende
 camisetas com a frase tatuada


Logo após o surgimento das piadas nas redes sociais sobre o erro de português tatuado, o casal cogitou processar os autores dos posts. "Mas é muito difícil saber quem começou tudo isso", explica.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O mais importante é ter criatividade


Título original: O Melhor Currículo Já Escrito, no blog de Stephen Kanitz

imagem da Internet

O estudante Hugh Gallagher submeteu este curriculo a New York University, 
entrou e se formou em 1994. Vale a pena ler. 
Além do humor, a última frase é a chave, ao valorizar a NYU.


Eu sou uma pessoa dinâmica, escalo montanhas, muitas 
vezes já fui visto triturando gelo.
Eu sou conhecido por remodelar estações de trem nas 
minhas horas vagas, tornando-as mais eficientes na 
área de retenção de calor.
Traduzo poemas étnicos para refugiados cubanos, 
já escrevi operas premiadas, sei
gerenciar meu tempo de forma eficiente.
Sei seduzir mulheres com meu jeito sensual de tocar
o trombone, cozinho um Brownie de 30 minutos em 20 minutos.
Usando apenas uma enxada e água, uma vez eu, 
sozinho, defendi uma pequena aldeia na Bacia Amazônica
de uma horda de formigas ferozes.
Eu toco violoncelo bluegrass, fui sondado pelo Mets, 
sou o assunto de vários documentários. 
Quando estou entediado, construo pontes suspensas 
no meu quintal.
Gosto de voar asa-delta. 
Às quartas-feiras, depois da escola, conserto 
aparelhos elétricos gratuitamente.
Eu sou um artista abstrato, um analista de concreto, 
e um apostador implacável.

Mas apesar de tudo isto, 
eu ainda não consegui entrar numa faculdade.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Casal perdido em montanha é encontrado após baixar aplicativoFoto: BBC As montanhas Pen y Fan, no Parque Nacional de Brecon Beacons, região central do País de Gales



Publicado originalmente no BBC, via iG
Um casal britânico perdido em um parque nacional do País de Gales conseguiu ser localizado graças a um aplicativo baixado no smartphone.
O casal, ambos por volta dos 20 anos de idade, estava em férias no Parque Nacional de Brecon Beacons, região central do País de Gales.
Eles resolveram caminhar pelo parque por volta da hora do almoço na quarta-feira, em direção ao ponto mais alto da região, as montanhas Pen y Fan. Entretanto, eles não tinham um mapa, bússola ou lanterna e acabaram se perdendo.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Entendendo o Twitter - Parte 5 - Final

follow-me
Muito bem meus queguidos, chegamos a parte final dessa saga sobre o Twitter. Já vimos o básico, app`s para desktop, glossário e app`s para iPhone. Vamos agora falar um pouco sobre como se comportar nesta rede fascinante.

Na verdade, este não é um post sobre etiqueta, já que eu não seria a pessoa mais indicada para tal tarefa. São apenas alguns conselhos que são sempre debatidos entre amigos que há muito tempo estão na rede. Vamos a eles.

Popularidade
Se você não é um cantor de sucesso, artista Global ou ex-BBB, não queira se comportar como tal. Ter muitos seguidores pode ser legal desde que você faça alguma coisa que mereça tal feito. Muitos blogueiros contam com muitos seguidores, e isso é fruto do seu trabalho. Até mesmo pessoas comuns podem ter milhares de seguidores, mas não use isso como termômetro de popularidade para si. Quer ter milhares de seguidores? Faça piadas, informe a previsão do tempo ou fique pelado(a) em frente a webcam, MAS JAMAIS USE SCRIPTS!!! Usando scripts que te prometem milhaaaares de seguidores só mostram o quanto você é mimado. Sim MIMADO. Os scripts funcionam, porém, você perde credibilidade.

Retweets
Embora a idéia do retweet seja espalhar a informação, cuidado com este recurso. Os app`s para iPhone por exemplo, carregam sempre os últimos 200 tweets. Quando existem mais de 200 tweets desde a sua última atualização, aparece um "gap" (um intervalo) na timeline. Se você olha sua timeline apenas algumas vezes ao dia e segue um bom número de perfis, é muito provável (e compreensível) que este gap apareça. O problema é quando uma única pessoa resolve passar o dia todo dando RT em absolutamente tudo. Culinária, informática, pesca, futebol, notas de falecimento, piadas velhas, futebol de novo, ensaio nú, como lavar banheiro, preço da gasolina, moda, frutas da estação, onde Roberto Carlos foi almoçar, quem comeu quem, preço do dólar e futebol (sim, mais uma vez). Aí lá se vão 8361 tweets de uma única pessoa no intervalo de 2 horas. Evite fazer isso, aliás, só faça isso se você quiser perder seguidores. Isto não é marketing, isto é SPAM, ou FLOOD (busquem no Google porque o assunto é extenso!).

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pesquisa da Deloitte prevê venda de 400 milhões de smartphones e tablets

Pesquisa da Deloitte prevê venda de 400 milhões de smartphones e tablets
Por Francine Machado   

O estudo “Deloitte 2011 TMT Predictions” da consultoria e auditoria global prevê que sejam vendidos cerca de 400 milhões dispositivos que usam chips de processamento e sistemas operacionais diferenciados, como smartphones e tablets em 2011.

As empresas serão as responsáveis pela compra de 25% de todos os tablets. Esse número tende a aumentar em 2012. Mais de 50% dos dispositivos de informática vendidos no mundo não serão computadores.

A indústria prevê 60% de crescimento para 2011, representando mais de US$ 10 bilhões. A maior parte dessa receita deve vir de pagamento para esses dispositivos.

Marco Brandão, sócio-líder da Deloitte para o atendimento de empresas de tecnologia, mídia e Telecom, analisa que o setor mundial de computadores e videogames continuará crescendo em 2011. A indústria tem previsão de gerar US$ 52 bilhões em receitas de software em 2011, 6 % maior que em 2010. O faturamento com hardware deve chegar a US$ 13 bilhões, um declínio de 19%.

terça-feira, 29 de junho de 2010

E-book: Um novo modelo de negócio

Ao longo dos anos os avanços da tecnologia têm sido cada vez mais rápido, o que torna difícil acompanhar todos eles, além de gerar alguns dilemas como quem vem primeiro o ovo ou a galinha, ou melhor, o E-book ou o E-reader? Mas antes de chegar  ao cerne dos e-books vamos fazer um paralelo com o que ocorreu com os provedores de internet, que na década de noventa, sua principal fonte de renda era a venda de acesso a internet. Após a entrada da banda larga (que reduziu o acesso pelos provedores convencionais) e os portais de conteúdo (que teve como um dos maiores precursores a Globo.com) que mudaram a forma de conexão e apresentaram conteúdo na internet e fora dela, os provedores convencionais tiveram que mudar a forma de ganhar dinheiro. Passaram a oferecer serviços, melhoraram o conteúdo e a renda passou a vir da audiência alcançada.

Ao meu ver, as livrarias, editoras e autores estão passando por um processo similar ao que passaram os provedores. Precisam mudar a forma de ganhar dinheiro! Com os e-books, não se pode mais pensar em ganhar dinheiro com a venda pura e simplesmente de livros, pois, alguém tem dúvida que haverá pirataria? Não aprovo esta prática, mas sempre haverá um contraventor. Daí precisamos pensar de forma diferente, aproveitar a popularidade muitas vezes gerada pela pirataria e lucrar com ela. Deixem que façam seu marketing virtual e agreguem serviços como os provedores fizeram.

As potencialidades dos e-books são inúmeras e o mercado no Brasil e no mundo são cada vez maiores. Embora vivamos no dilema do ovo e da galinha travado entre editores de e-book e fabricantes de e-readers, o que precisa ser pensado paralelamente a este embate (e-readers não se popularizam porque não existem muitos títulos, os títulos não são produzidos porque os e-readers são poucos e caros) é o modelo de negócio.

A virtualização já é um fato, e a cultura, o conteúdo escrito já estão sentenciado à isto. Os preços precisam cair drasticamente, serviços e recursos precisam ser agregados ao conteúdo dos livros, acesso a internet pelos e-readers. A conectividade vai ser cada vez maior, celulares, netbooks, tablets, tv digital, geladeiras, microondas.... Ops! Me empolguei. Mas aguardem, a interatividade vai fazer parte do DNA da próxima geração. Você acha que o livro de papel (que eu adoro) vai resistir?

Até a próxima!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Deu no Jornal

Extraído do Diário de Pernambuco: http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/11/06/economia3_0.asp

Rede de amigos é fonte mais segura de emprego
Pesquisa // Modalidade lidera ranking de colocação no mercado de trabalho na RMR, diz Dieese.


"Nada como ter amigos para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Pesquisa divulgada ontem pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos) revela que a rede de contatos pessoais é disparado com 63,5% o canal mais eficiente para arranjar emprego na Região Metropolitana do Recife (RMR). Em seguida, vem o contato direto com o empregador com 20,5% e, por último, a intermediação das agências de emprego privadas (2,6%) e públicas (1,6%). No caso dos domésticos, os parentes, amigos e conhecidos com 97% representam a principal via de inserção no emprego domiciliar. O estudo foi elaborado com os dados do Sistema Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) entre 2005-2008."

Para ler o artigo completo acesse o link acima.

Até a próxima!
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