"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Twitter testa novo layout similar a Facebook e Google+

Fotos do perfil ficarão maiores e lista de tuítes deixará de ser exibida.
Microblog já cedeu a redes sociais funções como hashtag e trending topics.
Twitter testa novo layout para de sua página, que aproximará o microblog das redes sociais Facebook e Google+. (Foto: Reprodução/Mashable.com)
Twitter testa novo layout para de sua página, que aproximará o microblog das redes sociais Facebook e Google+. (Foto: Reprodução/Mashable.com)
Publicado no G1
O Twitter está testando uma remodelação de layout que aproximará a forma como microblog exibe o conteúdo do jeito como as redes sociais Facebook e Google+ organizam as publicações de usuários.
A imagem de um perfil com esse redesenho foi publicada pelo site “Mashable” nesta terça-feira (11).
Se confirmadas, as mudanças marcarão uma virada na relação entre o microblog e as outras redes sociais. Nos últimos anos, foram Facebook e companhia que adotaram as ferramentas criadas pelo Twitter, como a “hashtag”, os “trending topics” e a forma de citar outros usuários usando o símbolo “@”.
Segundo a imagem postada pelo site, o layout da timeline dos usuários no Twitter deve incorporar uma mescla de elementos da rede social do Google e Facebook.

Perigo: porque os pais devem respeitar o limite de idade das redes sociais

kids-computer_2698347bNatasha Romanzoti, no HypeScience
Cerca de 43% das 1.004 crianças britânicas participantes de um estudo disseram ter enviado mensagens online para estranhos a partir de uma idade média de 12 anos.
A pesquisa foi realizada pelo knowthenet.org.uk, site financiado pela organização sem fins lucrativos Nominet, responsável pelo bom funcionamento e segurança da infraestrutura da internet no Reino Unido.
O estudo afirma que o desenvolvimento online de uma criança começa aos nove anos, e nos quatro anos seguintes, sua atividade na internet evolui da simples visualização de conteúdo a ser ativo em mídias sociais.

As redes frequentadas pelos pequenos

Facebook é a rede social com maior probabilidade de ter membros menores de idade, que quebram a regra de idade mínima de 13 anos, com 52% das crianças de 8 a 16 anos admitindo que haviam ignorado o limite de idade oficial do site.
O aplicativo de mensagens WhatsApp exige que seus membros tenham pelo menos 16 anos de idade para utilizá-lo, mas 40% dos entrevistados disseram o ter usado antes.
A idade mínima do BlackBerry Messenger, de 13 anos, também foi ignorada por 24% das crianças, e o app SnapChat era usado por 11% delas, apesar de sua política de idade mínima de 13 anos – que, aliás, não é nada eficaz, já que o serviço não pede idade no ato da inscrição, de forma que crianças mais jovens do que 13 precisam ser relatadas para o aplicativo.

Evolução rápida

Aos nove anos, as crianças primeiro acessam o YouTube e usam um laptop ou celular. Aos 10, elas começam a utilizar gíria de internet, como “rsrs”, “aki” e hashtags, além de enviar mensagens instantâneas.
A maior proporção de atividade na internet ocorre quando as crianças atingem 11 anos de idade, momento no qual estão mais propensas a postar uma imagem ou vídeo de si mesmas pela primeira vez, postar um comentário inadequado online ou criar um perfil de mídia social falso.
Um ano mais tarde, com 12 anos, as crianças passam a usar Twitter e Whatsapp e mandam mensagem a alguém que não conhecem na vida real. Quando atingem 13 – sua maturidade social – começam a usar serviços como SnapChat e Ask FM, além de tentar enviar mensagens com conteúdo sexual pela primeira vez.

Proibir ou vigiar?

Mães de crianças pequenas em plena era digital sabem que não é fácil manter seus filhos longe de eletrônicos, especialmente smartphones e notebooks. Mas proibi-los de usar tais dispositivos não ajuda em nada – não precisamos de estudos científicos para saber que as crianças vão encontrar outra maneira de fazer parte deste mundo, longe dos olhos dos pais.
Ao mesmo tempo, largar seu filho com um celular na mão sem ficar atenta ao que ele está fazendo é uma ideia ainda pior.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

‘Ligação 06565′ não causa prejuízos, diz Anatel

Compartilhado nas redes sociais, o aviso informa que as chamadas suspeitas poderiam clonar os números e retirar créditos pré-pago


via Tribuna do Ceará

Você já recebeu alguma ligação do número iniciado com “065 65 20″? A denúncia de um suposto 
golpe envolvendo chamadas originadas desse DDD tem deixado muitos usuários de telefonia móvel em estado de alerta no Ceará. Compartilhado nas redes sociais, o aviso informa que as chamadas suspeitas poderiam clonar os números e retirar créditos pré-pago.

No entanto, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é improvável que um telefone seja clonado a partir de uma chamada de voz. Segundo a empresa reguladora, que ainda está investigando o caso e não sabe a procedência das ligações, a única forma de que outras pessoas tenham acesso aos dados dos usuários é se estes os fornecerem. Além disso, caso se confirme que trata-se de um golpe, a empresa acionará a polícia.


Na maioria dos casos, as pessoas relatam que não conseguiram atender as ligações porque estas teriam sido canceladas após o primeiro toque. Por esse motivo, o titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações, Jaime de Paula Pessoa, não vê razões para que as pessoas tenham medo. “Não existe o teor dessas ligações, a delegacia não tem o conhecimento de nenhum caso, apenas da história que se espalhou nas redes sociais”, argumenta.

A estudante Arícia Martins, que recebeu a chamada suspeita por volta das 15h desta segunda-feira (27), conta que já havia visto nas redes sociais à respeito da possibilidade de ter o número clonado. “Na verdade foi só um toque, na hora que eu ia rejeitar, a ligação caiu. Não atenderia nem retornei”.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Anúncio inspirado em pai de santo turbina oficina de computadores mantida por engenheiro


Publicado no Estadão
Aqueles anúncios peculiares colocados em postes, que garantem o retorno do amor frustrado, serviram de inspiração para o engenheiro eletrônico Henrique Tyszler. Dono de uma oficina de manutenção de computadores, ele bolou uma panfleto inspirado nos muitos pais e mães de santo da cidade e conseguiu o que queria: chamar a atenção da clientela.
No anúncio, Tyszler se autodenomina ‘Pai Henrique do PC’ e, entre outras promessas, garante trazer o Windows de volta em três dias, além de fechar a rede contra o olho gordo dos hackers e exorcizar PCs que foram formatados pelos sobrinhos dos usuários.
ESTADAO PME - HENRIQUE TYSZLER - PAI HENRIQUE
Com 70 anos e já aposentado, Tyszler imprimiu alguns panfletos e colocou o anúncio também em seu perfil no Facebook. A ideia, ele garante, era brincar com os clientes da oficina que mantem há 11 anos no bairro do Paraíso, zona sul da capital. O resultado foi imediato.
“As pessoas gostaram. Na mesma semana eu vi meu anúncio nos blogs e acredito que deve ter dado um incremento de uns 20% em clientes por causa dessa propaganda”, conta o empreendedor, que gastou cerca R$ 100.
“Foi mais o tempo de escrever o anúncio, fiquei quase um mês bolando o texto”, conta. “É interessante que o que eu escrevo lá, fora a sátira de trazer sinal Wi-Fi do além, o resto eu faço tudo. Realmente instalo o Windows em três dias”, diz o engenheiro que também fez um site para sua propaganda, o paihenriquedopc.com.br. “Eu até coloquei meu currículo lá para as pessoas verem que eu sei do que estou falando, que realmente tenho uma carreira na área.”

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Jovens adotam apps como Snapchat e WhatsApp para fugir dos adultos no Facebook

Rafael Capanema na Folha de S.Paulo
No fim de outubro, durante a apresentação dos resultados trimestrais do Facebook, o diretor financeiro da empresa, David Ebersman, afirmou que a rede social teve um “declínio em usuários diários, especificamente entre os adolescentes mais jovens”.
O motivo do êxodo, que tem beneficiado apps e serviços como o Snapchat e o WhatsApp, é simples: os jovens querem se comunicar longe das vistas de pais, parentes e professores, que muito provavelmente estão entre o 1,1 bilhão de usuários da maior rede social do mundo.
É a primeira vez em que um executivo do Facebook trata do assunto publicamente, mas há tempos a empresa se preocupa com as ameaças à sua hegemonia e age vigorosamente para combatê-las.
Quando percebeu que as pessoas compartilhavam cada vez mais imagens no Instagram, comprou o aplicativo, em abril de 2012.
Diante do sucesso do Snapchat, que permite enviar fotos e vídeos que se autodestroem em alguns segundos, criou um clone, o Poke, que foi um fracasso.
Depois, tentou comprar o próprio Snapchat por US$ 3 bilhões –o triplo do que pagara pelo Instagram–, segundo revelou o “Wall Street Journal” na semana passada.
Ainda na última semana, reformulou seu aplicativo de mensagens para Android e iOS, que agora pode ser usado para a comunicação entre pessoas que não são amigas no Facebook.
Além disso, o app tomou emprestado de mensageiros instantâneos populares na Ásia, como o WeChat (China), o Line (Japão) e o KakaoTalk (Coreia do Sul), o tom neon do novo ícone e a ênfase nas figurinhas (emoticons gigantes e ultracoloridos).
Nenhum desses concorrentes, porém, age como um substituto direto do Facebook, como o Google+. Além disso, eles às vezes são usados de formas que não haviam sido previstas por seus criadores, observou o analista Benedict Evans.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Post de Dilma no Twitter provoca reunião extraordinária

publicado no A Tarde
  • Dilma elencou mercadorias que os beneficiários podem comprar
Ao anunciar em sua conta do Twitter que havia promulgado a lei do Minha Casa Melhor, programa que financia a compra de móveis e eletrodomésticos, a presidente Dilma Rousseff atropelou nesta quarta-feira, 16, seus subordinados e incluiu produtos que ainda não estavam na cesta de itens definida pelo governo.
Pela manhã, numa série de publicações no microblog, Dilma elencou mercadorias que os beneficiários do programa habitacional Minha Casa Minha Vida podem comprar a juros subsidiados de 5% ao ano e prazos de até 4 anos para pagar. Entre os eletrodomésticos, citou tablet e micro-ondas, dois itens que ainda não podiam ser comprados pelo cartão. Na lista dos móveis, incluiu adquirir armário de cozinha e rack.
A inclusão desses produtos na cesta do programa estava em discussão e dependia do aval do Conselho Monetário Nacional (CMN), que normalmente se reúne na última quinta feita do mês. Depois das mensagens de Dilma, porém, foi convocada para esta quarta uma reunião extraordinária do CMN para chancelar as informações dadas pela presidente a seus seguidores. O órgão é formado pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Saiba mais

Dilma sanciona Lei do
16/10/2013 | Comentários(0)
No Twitter, a presidente não informou que o programa seria ampliado, apenas listou os itens como se eles já fizessem parte das opções. O anúncio da decisão do CMN só foi feito depois das 19h da noite. O Ministério da Fazenda informou, por meio de nota, que a inclusão desses itens atende a uma demanda dos beneficiários.
O CMN também subiu o limite para a compra de produtos que já estavam na lista - máquina de lavar, cama de solteiro, mesa com cadeira, sofá e guarda-roupa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por que eu apaguei fotos e vídeos dos meus filhos da internet

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Há cerca de uma semana comecei a apagar todas as fotos e vídeos dos meus filhos que estavam na internet. Não foi uma tarefa nem um pouco fácil. Como muitos pais, compartilhei orgulhosamente cada um dos passos e marcos que eu e meus filhos demos no caminho.
Para ser sincero, além de definir permissões de privacidade no Facebook, não me preocupava muito ao compartilhar fotos dos meus filhos com a internet. Mantenho este blog (em diversos formatos diferentes) há quase uma década, e compartilhar coisas nele foi basicamente o que fiz nesse tempo. É meio que a essência dele. E, nos últimos anos, passei a escrever menos e postar mais no Facebook, mantendo o pensamento de “minha vida é um livro aberto” na rede social.
original
Minha visão sobre o compartilhamento de fotos das crianças era sempre das vantagens de ter uma maneira simples e centralizada de mostrar o crescimento delas para parentes que estão a milhares de quilômetros de distância, e isso superava a ameaça de pessoas estranhas terem acesso a elas.
Meses atrás li a opinião de Jeremy Goldkorn sobre o assunto. O artigo em si é ótimo para refletir, mas foi o seguinte trecho que fez mais sentido para mim:
Não é apenas sobre privacidade, mas também a identidade dos seus filhos. Somos seres humanos, não amebas. Como você se sentiria se a sua mãe e pai controlassem a sua presença em mídias sociais? É isso o que você faz com seus filhos.
Resisti um pouco antes de admitir, e aparentemente muitos outros leitores também, que agora vivemos em um mundo extremamente interconectado onde a privacidade não é simples como costumava ser. Eu pensava nisso estritamente como uma questão de “privacidade”, e achava que manter fotos de bebê na internet não era nada demais.
Nos meses seguintes, retornei ao tópico algumas vezes e passei a questionar mais essas coisas. Em resposta a Jeremy, John Biesnecker colocou o seguinte ponto em discussão:
Minha esposa e eu temos regras rígidas para postar coisas, e a mais básica delas é nunca postar algo que nós nos envergonharíamos caso nossos pais tivessem postado algo semelhante quando éramos crianças. Isso significa fazer escolha por nossos filhos? Sim, mas virtualmente tudo o que fazemos como pais de crianças pequenas significa escolha por eles – e algumas dessas escolhas têm impactos reais, materiais e imediatos na vida delas, impactos maiores do que postar uma foto no Facebook.
Seu ponto é bom, mas você não discorre sobre a inevitável identidade de uma pessoa sendo exposta na internet. Se isso é realmente inevitável – e eu concordo que é – então é muito melhor controlar essa narrativa na medida do possível do que permitir que ela seja moldada para você por outras pessoas.
Vale notar que John trabalha no Facebook, e podemos considerar que ao menos parte da sua opinião está alinhada com o que pensa a empresa. No entanto, ele levanta um ponto interessante sobre atuar como um guardião da identidade online do seu filho. E isso nos leva ao meu ponto de ruptura, o artigo de Amy Webb no Slate, onde ela compartilha a história de “Kate” e seus pais orgulhosos que adoram compartilhar tudo o que ela faz:

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Anistia Internacional coloca usuários do Facebook no banco dos réus

Por Amanda de Almeida, no Brainstorm9
Trial by Timeline mostra quais atos do seu dia a dia registrados em sua linha do tempo são considerados crimes em outros paísessentence
Anistia Internacional está usando bem as redes sociais para impactar as pessoas mundo afora. Depois do Tweet Censurado, agora é o momento de fazer os usuários do Facebook sentirem na pele uma repressão que é comum em diversos países. Trial by Timeline é um aplicativo desenvolvido pela Colenso BBDO Auckland que mostra quais atos do seu dia a dia – que você fez questão de compartilhar – são crimes que podem ser punidos com tortura e encarceramento mundo afora.
Ao aceitar ser julgado, o aplicativo analisa sua timeline para buscar crimes dos quais você é culpado, para depois sentenciá-lo. Nada escapa. No meu caso, por exemplo, eu recebi 94 condenações por 6 crimes em 68 países. A começar pelo fato de eu ser mulher: em 40 países, eu poderia ser morta por extremistas. Por ser jornalista, poderia ser espancada em 39 países. O exercício da liberdade de expressão permite que eu seja torturada em um país. E aquela cerveja com os amigos? Prisão em três países.
Todos os países onde estes abusos podem ocorrer são listados. No final, também há um mapa que mostra quantas vezes o usuário seria espancado, torturado, mutilado, estuprado… Não é um pensamento agradável, talvez por isso mesmo possa causar algum tipo de efeito nas pessoas.

Meus piores amigos do Facebook

3-MeusPioresAmigosDoFacebook7-MeusPioresAmigosDoFacebook-PARTE2
[via Pavablog]

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Facebook cresce 20% e mantém liderança entre redes sociais no Brasil




Maior rede social do mundo aumentou sua participação no país durante os últimos 12 meses. Por outro lado, Orkut despenca e dá lugar ao YouTUbe.

publicado no IDGNow

O Facebook continua como a principal rede social do Brasil, segundo dados coletados em abril pela ferramenta Hitwise, da consultoria Serase Experian.

No último mês, a maior rede social do mundo registrou 66,54% das visitas neste segmento no Brasil, aumento de 21,97% em relação ao mesmo período de 2012.

Em segundo lugar com 18,48%, o YouTube cresceu pouco no intervalo, apenas 0,27%, mas contou com uma exrpressiva queda do Orkut, 19,09%, para assumir a vice-liderança – em abril, o Orkut registrou participação de 2,20% das visitas emr edes sociais no país.

O Twitter ficou apenas na sexta colocação, com 1,75% das visitas, seguido pelo Badoo, com 1,05%, Bate-papo UOL, com 0,84%, e só depois pelo Google+, com 0,78%.

Tempo de visita

O Facebook também ficou em primeiro lugar quanto ao tempo de visitas recebidas em abril, com 28 minutos e 52 segundos registrados no mês. Enquanto isso, o YouTube ficou logo atrás: os usuários

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Google aposenta Gtalk e anuncia reforma visual para a rede social Google+

publicado na Folha de S.Paulo

O Google apresentou um novo aplicativo chamado Hangouts, que integrará os serviços de chat da empresa, e mostrou um novo design para sua rede social Google +.

"Hangouts" era um aplicativo de conversa por vídeo que funcionava junto com o Google +, mas agora será o nome de uma plataforma unificada de mensagens e vídeo, que juntará o velho Hangouts, o Gtalk e o Google + Messenger.

Para a rede social, a empresa também anunciou 41 novas ferramentas, além da uma interface reformulada que passa a organizar a linha do tempo em colunas e mostrar as interações como "cartas".

Entre as novas ferramentas, estão novos recursos para o tratamento de fotos: dá para suavizar rugas ou mudar a luz de paisagens. Além disso, agora é possível reunir imagens em série, tiradas do mesmo objeto, como se fosse um vídeo.

Outra ferramenta mostrada reconhece marcos culturais e cria automaticamente uma "hashtag" --palavra ou expressão que define o conteúdo, funcionando como uma etiqueta ("#redesocial", por exemplo)
Reprodução
Novo visual da rede Google+, com postagens que funcionam como
"cards" que exibem conteúdo relacionado ao serem acionados

segunda-feira, 6 de maio de 2013

"Eu estava errado", diz jornalista que ficou um ano sem Internet

Em suas conclusões sobre período afastado, Paul Miller diz que tinha visão errada sobre web e rebate teorias de que Internet deixa pessoas estúpidas e solitárias.
publicado no IDGNow

"Eu estava errado". É assim que o jornalista de tecnologia Paul Miller começa seu textopara falar sobre a experiência de ficar um ano sem acesso à Internet. Miller havia anunciado sua saída da web em 30 de abril do ano passado.

"Há um ano eu saí da Internet. Achava que estava me tornando improdutivo. Achava que faltava sentido nela [Internet]. Pensava que estava 'corrompendo minha alma'", afirma o jornalista de 27 anos do site especializado The Verge.

Miller diz que quando aceitou a proposta do site para se afastar da Internet estava esgotado e queria um tempo da vida moderna. "Me senti livre no início", conta sobre ter desconectado o cabo de Ethernet às 23h59 de 30/4 de 2012 - ele também trocou seu smartphone por um celular comum.

A ideia inicial de Miller, como um jornalista de tecnologia, era conseguir "descobrir o que a Internet havia feito comigo ao longo dos anos. Entendê-la ao estudá-la de longe". Como afirma no texto, queria não apenas virar uma pessoa melhor, mas "ajudar todos a virarem pessoas melhores".

Entre as descobertas positivas do seu ano longe da Internet, Miller cita as cartas de papel, já que não podia mais usar e-mail. "Consegui uma caixa postal neste ano e não consigo explicar como é ótimo ter sua caixa cheia de cartas de leitores. É algo tangível, e difícil de simular com um cartão eletrônico (e-card)", afirma.

No entanto, ele nota que o processo de aprendizado não foi tão grande como o esperado. "Na verdade, a maioria das coisas que eu estava aprendendo poderiam ser feitas com ou sem uma conexão com a Internet - você não precisa ficar um ano sem Internet para perceber que sua irmã tem sentimentos."

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Além disso, Miller diz ter "aprendido como fazer um novo estilo de escolhas erradas longe da Internet". "Abandonei meus hábitos offline positivos, e descobri novos vícios offline. Em vez de pegar o tédio e a falta de estímulo e transformá-los em aprendizado e criatividade, me voltei para o consumo passivo e ao recuo social", afirma, notando que não anda muito de bicicleta e que na maior parte da semana não sai com outras pessoas. "Meu lugar favorito é o sofá".

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Google agora permite que você gerencie sua conta pós-morte


Por enquanto a ferramenta funciona apenas para os produtos do Google como Blogger, Drive, Gmail, Google+ e Picasa.
gerenciadordecontasinativas
Publicado originalmente no youPIX
O Google acaba de lançar mais uma de suas ferramentas inovadoras, o “Gerenciador de Contas Inativas”. Ela permite que suas contas inativas sejam excluídas a partir de um tempo determinado por você, que pode escolher entre três a doze meses.
Entretanto, mais do que administrar contas que você desencana de usar, o dispositivo funciona como um gerenciador pós-morte. Ele não só encerra a conta como também dá a opção de adicionar até 10 pessoas “confiança” para serem notificadas que a conta está inativa e que elas, inclusive, podem receber seus dados.
Resumindo, se você tem lá o seu perfil no Google + e ‘ploft’, morrer, a sua conta vai ser encerrada assim que um período de tempo, definido por você, expirar. Mas calma. Um mês antes da data prevista, ele te manda uma mensagem via e-mail e SMS, para se certificar de que você ou 1) passou dessa pra melhor ou 2) apenas decidiu dar um tempo do mundo conectado.
Por enquanto a ferramenta funciona apenas para os produtos do Google como Blogger, Drive, Gmail, Google+ e Picasa. Mas fica aí uma inspiração para todas as plataformas fazerem o mesmo. Pelo menos temos a opção de não querer uma conta fantasma vagando por aí.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Aumento do spam e de convites para jogos on-line irritam usuários de redes sociais


publicado no Estado de Minas

O Orkut já não ocupa o primeiro lugar do ranking de redes sociais mais acessadas do Brasil, mas deixou heranças – nada agradáveis – para os usuários. Os spams, os convites para os jogos on-line e os comentários agressivos, assim como era na plataforma do Google, têm feito com que os participantes fiquem bastante irritados. O site Sweatband.com publicou um ranking com os compartilhamentos mais chatos da internet.


Em primeiro lugar, estão as pessoas que contam vantagens a respeito de suas dietas e exercícios físicos – sim, a saúde de uns pode causar o estresse de outros. Afinal, ninguém quer realmente saber quantos quilos você perdeu ou se bateu seu recorde e correu 20 quilômetros hoje de manhã. Depois, vêm aqueles menos preocupados em manter a forma e mais em mostrar exatamente as delícias que estão ingerindo. São os usuários que postam fotos de comida o tempo todo – famosas, principalmente, no Istagram.

Na terceira posição, estão as indiretas no status, como “Você não odeia quando as pessoas prometem fazer alguma coisa e depois te desapontam?” – que normalmente irritam todo mundo, menos o alvo. Ou mesmo as frases misteriosas que, basicamente, ninguém (exceto seu autor) entende. Por exemplo, “não acredito que isso aconteceu”.

Entretanto, esses compartilhamentos que enchem as páginas não são apenas inconvenientes (aliás, esse é o menor dos problemas). Eles podem ser perigosos. Somente a ONG Safernet Brasil recebeu e processou, em sete anos, 3.173.061 denúncias anônimas envolvendo 472.840 URLs distintas, a maior parte correspondendo a redes sociais. O Orkut é o líder em queixas, sendo o orkut.com.br o número um, seguido pelo orkut.com, na segunda posição. Os dois endereços somam mais de 329 mil reclamações, o que corresponde a 69% do total, no período avaliado, que vai de 2006 até 2012.

PROTEJA-SE 
Para Rodrigo Fragola, vice-presidente de tecnologia e inovação da Acker, empresa de segurança, as redes sociais refletem o mundo real. “O risco de ter dados roubados é o mesmo em todas as plataformas que visam relacionamento entre pessoas. Toda vez que há uma adesão massiva a alguma tecnologia, o risco aumenta. Desde que explodiu, o Facebook é o mais visado”, explica.

O Facebook, na terceira colocação, teve 15 mil denúncias (3%) e o Twitter, 8.107, representando apenas 1%. Com relação ao conteúdo desses crimes virtuais, a maior parte das acusações recebidas referentes ao Orkut envolvem indícios de pornografia infantil. Somam, no total, mais de 154 mil páginas denunciadas. Só em 2012 foram 6.326. Outros temas detectados (em todos os sites) são: intolerância religiosa, racismo, neonazismo, tráfico de pessoas, maus-tratos contra animais, xenofobia, apologia e incitação a crimes contra a vida e homofobia.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Mulher que tatuou ''Haja o que hajar'' usa fama na internet para vender camisetas




Arquivo pessoal/Facebook
publicado no UOL tecnologia

Imagem da tatuagem com a frase ''Haja o que hajar'' usada na capa do perfil de Lidiane Sousa

Quem é corintiano não deve ter estranhado quando uma tatuagem com os dizeres "Haja o que hajar" começou a "bombar" no Facebook e Twitter há algumas semanas. A frase, atribuída a um ex-presidente do clube, aparecia tatuada nas costas de Lidiane de Sousa, 30, e virou motivo de piada pelo erro de português. Mesmo chateada com os comentários maldosos sobre a tattoo, feita em homenagem ao marido, Lidiane está aproveitando o sucesso na internet para vender camisetas com a expressão que marcou "para sempre" no próprio corpo.

EXISTE?

A expressão ''Haja o que hajar'', popularizada na internet, não está correta. O certo é dizer ''Haja o que houver''.

A moradora de Goiânia (GO) conta que ela fez a tatuagem, ciente do erro de português, em setembro de 2012. A foto foi tirada assim que o tatuador terminou de registrar a frase. Naquela época, a imagem foi colocada por Lidiane como imagem de capa no Facebook, mas só no final de março ela começou a repercutir na internet. A hipótese mais provável, segundo ela, é alguém ter visto a capa do perfil, achado a foto original nos álbuns e compartilhado na rede social.

"Comecei a ver vários comentários me criticando no meu perfil. Fiquei muito chateada, me senti muito mal mesmo, porque as pessoas não sabiam o significado da tatuagem para mim. Toda tatuagem tem um motivo, as pessoas deveriam antes saber o porquê da minha", lamenta. Além das críticas, várias piadas circularam no Facebook e Twitter, com frase irônicas como "Haja o que hajar. Parabéns, tá serto [sic]" e "Haja o que hajar, antes de virar um tatuador, vou estudar''.

Segundo Lidiane, trata-se de uma homenagem ao marido, José Reinaldo Machado, que conhece há três anos e com quem se casou em julho do ano passado. "Ele me disse uma vez 'Haja o que hajar, nunca vou te abandonar' e isso virou uma frase nossa. Eu sabia que a expressão estava errada, mas sempre teve um significado especial para nós", conta.

Até mesmo o tatuador estranhou o pedido de Lidiane. "Mas depois da explicação sobre o motivo para registrar a frase, ele concordou em tatuá-la, mesmo estando errada."

Repercussão negativa. E positiva

Depois de a foto ser compartilhada por milhares de usuários no Facebook e no Twitter, Lidiane diz que a fama da tatuagem acabou atrapalhando sua vida pessoal. Formada em Gestão Empresarial, ela atualmente está desempregada e diz que, durante uma entrevista para uma vaga, percebeu que foi reconhecida e que a entrevistadora não demonstrou interesse durante a conversa. "As pessoas me olham diferente. Não me falam nada, mas escuto os cochichos na rua. Até evito sair com roupas que mostrem a tatuagem", diz.
O casal Lidiane de Sousa e José Reinaldo Machado vende
 camisetas com a frase tatuada


Logo após o surgimento das piadas nas redes sociais sobre o erro de português tatuado, o casal cogitou processar os autores dos posts. "Mas é muito difícil saber quem começou tudo isso", explica.

quarta-feira, 27 de março de 2013

App Google+ ganha edição de fotos e novos recursos


publicado na InfoExame
Com mais de 340 milhões de usuários, o Google+ recebeu uma atualização nos apps para Android e iOS – que agora estão com alguns bons recursos a mais.
A novidade que talvez chame mais atenção é o editor integrado de fotos, incluído apenas na versão para iPhones e iPads. Com o recurso, fruto da aquisição do app Snapseed pelo Google, é possível girar, cortar, ajustar brilho e contraste e adicionar alguns efeitos à imagem antes de postá-la na rede social.
Outra mudança, presente nas duas versões do app, torna a visualização de conteúdo mais fácil. Ao clicar em uma foto, vídeo ou link “anexado” a um post, por exemplo, você será redirecionado direto para uma tela separada para vê-lo melhor. O aplicativo também dará mais destaque aos comandos-chave, como +1 e “comentar”,  e evitará cortes nas imagens em “preview”, permitindo que você as confira na íntegra sem ter que abri-las.
O aplicativo do Google+ também conta agora com uma função relacionada à localização. Se você permitir, qualquer amigo que acessar seu perfil poderá conferir onde você está no momento. A funcionalidade pode ser ativada pela versão online da rede social ou simplesmente “ligando” o compartilhamento de local no Android.
Por fim, a última mudança facilita a vida de quem está em muitas comunidades ou gerencias algumas. É possível agora ajustar a quantidade de posts dos grupos na sua Home, além de convidar pessoas para a comunidade e compartilhar itens com ela. Há ainda ferramentas para busca por membros, moderação de conteúdo e até mesmo remoção de usuários (o famoso “ban”).

sexta-feira, 22 de março de 2013

Isto não é um hands-on: Rego, um app bacana, mas que tem um nome bem complicado no Brasil

APP

por Daniel Junqueira, no Gizmodo

De vez em quando surgem uns apps com nomes sugestivos, e o Rego é um desses. Você pode até achar que estamos sendo infantis, mas sério, veja como o Rego se descreve.

Ele é um serviço que lembra um pouco o Foursquare: você marca em mapas lugares que visitou e pode fazer anotações sobre ele. Útil, interessante até, mas… pô, Rego. Conheça mais sobre o Rego:
Você pode planejar uma viagem em casa e anotar no Rego os lugares que quer visitar. Depois, quando estiver fora do país, o GPS do iPhone ajuda a encontrar os lugares que você quer.


Além de marcar o lugar em um mapa, você pode fazer anotações sobre ele. Dá para colocar fotos no Rego.
Sobre privacidade, o site do Rego é direto: “O Rego é privado. Ninguém consegue ver o que você adiciona no Rego. Mas às vezes você quer compartilhar um lugar com isso, e o Rego faz isso com facilidade. Lugares compartilhados são importados diretamente para o Rego, o que o torna um app perfeito para aquele momento ‘ei, vamos nos encontrar lá!’”

Você não pode adicionar amigos no Rego: ele é apenas seu. Cada um tem seu Rego. Não é uma rede social e você não vai ficar sabendo o que outras pessoas fazem no Rego delas.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Americano paga US$ 200 para filha deixar Facebook por cinco meses

publicado originalmente na Folha de S.Paulo


Rachel Baier, 14, estudante do ensino médio de uma cidade do estado americano de Massachusetts, pode receber US$ 200 (cerca de R$ 398) no final do semestre caso cumpra os cinco meses, entre janeiro último e junho, fora do Facebook. Quem pagará a quantia é seu pai, Paul Baier.

A ideia foi da garota, segundo um post no blog de seu pai contendo a fotografia do contrato.

Contrato que determina a desativação da conta no Facebook de Rachel Baier, 14, em troca de US$ 200 de seu pai
Contrato que determina a desativação da conta no Facebook de
Rachel Baier, 14, em troca de US$ 200 de seu pai


Lê-se: "Eu, Rachel Baier, concordo em desativar minha conta do Facebook entre 4 de fevereiro e 26 de junho. Em retorno, meu pai concorda em pagar-me US$ 50 em abril e outros US$ 150 em junho."

"Ele terá acesso à minha conta para trocar a senha e desativar o cadastro. Isso me impedirá de reativar a conta no futuro. Planejo usar o dinheiro para comprar coisas."

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Ter mais de 200 amigos no Facebook é um problema, diz guru da tecnologia

publicado originalmente na Folha de S. Paulo

Contar mais de 200 amigos no Facebook significa um problema, pelo menos na opinião do guru tecnológico Shelly Palmer, que recomenda um tratamento para "limpar" amizades na rede social sem gerar inimigos.

A exclusão, necessária segundo o autor de "Digital Wisdom" ("sabedoria digital", ainda não lançado), permite um uso mais racional de Facebook e previne problemas como a perda de tempo na qual se transformou a rede social para muitos usuários.

"Se você tem 600 amigos, provavelmente tem cerca de 400 em excesso. É impossível tanta gente interessar alguém", disse Palmer em entrevista à Agência Efe. Segundo o consultor, este processo de enxugamento faz parte da evolução natural do Facebook, apesar de ser comum usuários se "assustarem" na hora de reduzir sua lista de amigos.

"Mas isso não é o importante, o principal é para o que se usa esta rede social. Com o tempo a gente se dá conta de que o Facebook só tem valor se for para manter contato com um grupo reduzido de pessoas", explicou o analista, que já foi indicado a um Emmy por seu programa de televisão "Hi-Tech", exibido pela rede "Fox".

"Há uma razão para ter perdido contato com teus amigos do colégio e o fato de encontrá-los no Facebook não significa que tenha muitas coisas em comum com eles", explicou.

Manjunath Kiran - 6.jun.12/France Presse
Ter mais de 200 amigos no Facebook é ruim,
diz autor de livro

Sua receita para apagar contatos tem duas fases, uma mais educada e outra mais drástica.

A primeira medida é publicar na rede social uma mensagem para todos seus seguidores avisando que irá realizar um enxugamento de amigos e que só ficarão os que clicarem em "curtir" ou fizerem um comentário.

Realizado este filtro inicial, Palmer sugere que o usuário analise as amizades restantes para ver se elas trazem algo de positivo. Se não, o consultor afirma que também devem ser apagadas.

CIA: Com redes sociais, jovens terão mais Poder em 2030


Leandro Mazzini, no blog Coluna Esplanada, capturado no  Pavablog
Divulgado na íntegra para poucos em Dezembro, o relatório de tendências globais do National Intelligence Council (NIC), setor de estudos estratégicos da CIA, indica que o mundo será composto em sua maioria pela Classe Média em 2030, com fácil acesso a bens de consumo duráveis.
O cenário vai ao encontro da política sócio-econômica do atual governo e animou autoridades brasileiras – entre eles ministros e embaixadores – que leem o relatório de cerca de 200 páginas.
Da avaliação de um membro do alto escalão do governo Dilma para a coluna, depreende-se que o mundo em 2030 não será de caos como previsto em filmes hollywoodianos, porém predominará ainda o capitalismo selvagem, o poder bélico como fator de persuasão, mas para o bem a internet será a arma popular. Confira alguns cenários:
  • Jovens terão mais espaço no Poder e Economia por causa da ascensão das redes sociais.
  • Não haverá uma terceira guerra mundial, mas o poder bélico será mais genérico, o atômico menos abrangente, e a tecnologia permitirá a construção de artefatos com alcance cirúrgico.
  • Países de população velha vão decair socialmente e economicamente. Especialmente grande parte da Europa.
  • A construção civil nas metrópoles seguirá uma linha mista de home-office. Milhares de torres de escritórios e residências serão erguidos daqui a  2030. E o mais assustador, na visão do NIC: na proporção do que foi construído no mundo desde o Antigo Egito até hoje, para suprir a demanda populacional e o novo estilo de vida.
  • Os Estados Unidos vão perder sua hegemonia para a China em todos os setores, preveem os próprios americanos. Isso foi revelado na divulgação do relatório em Dezembro. A outra novidade é que a renda per capita no país asiático subirá para US$ 15 mil. Atualmente, é um terço disso.
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