"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

Mostrando postagens com marcador Web20. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Web20. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Perigo: porque os pais devem respeitar o limite de idade das redes sociais

kids-computer_2698347bNatasha Romanzoti, no HypeScience
Cerca de 43% das 1.004 crianças britânicas participantes de um estudo disseram ter enviado mensagens online para estranhos a partir de uma idade média de 12 anos.
A pesquisa foi realizada pelo knowthenet.org.uk, site financiado pela organização sem fins lucrativos Nominet, responsável pelo bom funcionamento e segurança da infraestrutura da internet no Reino Unido.
O estudo afirma que o desenvolvimento online de uma criança começa aos nove anos, e nos quatro anos seguintes, sua atividade na internet evolui da simples visualização de conteúdo a ser ativo em mídias sociais.

As redes frequentadas pelos pequenos

Facebook é a rede social com maior probabilidade de ter membros menores de idade, que quebram a regra de idade mínima de 13 anos, com 52% das crianças de 8 a 16 anos admitindo que haviam ignorado o limite de idade oficial do site.
O aplicativo de mensagens WhatsApp exige que seus membros tenham pelo menos 16 anos de idade para utilizá-lo, mas 40% dos entrevistados disseram o ter usado antes.
A idade mínima do BlackBerry Messenger, de 13 anos, também foi ignorada por 24% das crianças, e o app SnapChat era usado por 11% delas, apesar de sua política de idade mínima de 13 anos – que, aliás, não é nada eficaz, já que o serviço não pede idade no ato da inscrição, de forma que crianças mais jovens do que 13 precisam ser relatadas para o aplicativo.

Evolução rápida

Aos nove anos, as crianças primeiro acessam o YouTube e usam um laptop ou celular. Aos 10, elas começam a utilizar gíria de internet, como “rsrs”, “aki” e hashtags, além de enviar mensagens instantâneas.
A maior proporção de atividade na internet ocorre quando as crianças atingem 11 anos de idade, momento no qual estão mais propensas a postar uma imagem ou vídeo de si mesmas pela primeira vez, postar um comentário inadequado online ou criar um perfil de mídia social falso.
Um ano mais tarde, com 12 anos, as crianças passam a usar Twitter e Whatsapp e mandam mensagem a alguém que não conhecem na vida real. Quando atingem 13 – sua maturidade social – começam a usar serviços como SnapChat e Ask FM, além de tentar enviar mensagens com conteúdo sexual pela primeira vez.

Proibir ou vigiar?

Mães de crianças pequenas em plena era digital sabem que não é fácil manter seus filhos longe de eletrônicos, especialmente smartphones e notebooks. Mas proibi-los de usar tais dispositivos não ajuda em nada – não precisamos de estudos científicos para saber que as crianças vão encontrar outra maneira de fazer parte deste mundo, longe dos olhos dos pais.
Ao mesmo tempo, largar seu filho com um celular na mão sem ficar atenta ao que ele está fazendo é uma ideia ainda pior.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Cancelei a minha conta no WhatsApp

artigo_74305Fábio Bandeira, no Administradores
Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo.
A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook.
As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro).
O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver… muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras.
A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando “artigo de luxo”. Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing… Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros.
Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social.
As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo.

Na revista Administradores

Na edição novembro/dezembro da revista Administradores resolvemos questionar sobre o WhatsApp em nossa editoria contraponto. Colocamos dois especialistas para defenderem sua tese e apontar as vantagens e desvantagens do aplicativo. Você pode ler aqui o que os dois especialistas falaram.
Confesso que minha opinião foi alterada ao longo do tempo. Antes favorável à facilidade de comunicação que o WhatsApp poderia gerar, coloco-me hoje a favor da comunicação real, do tête-à-tête, sem as barreiras das mini telas. Apesar de não me encaixar no perfil alienado (como aquele citado acima), estar no aplicativo me colocava no status de condescendente com algo que sou contra. Isso estava incomodando.

Que tal refletir

Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular?
Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se “dedica” a eles?
Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram.
Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual.
Enquanto isso não acontece, acho melhor deixar minha conta do WhatsApp cancelada.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Post de Dilma no Twitter provoca reunião extraordinária

publicado no A Tarde
  • Dilma elencou mercadorias que os beneficiários podem comprar
Ao anunciar em sua conta do Twitter que havia promulgado a lei do Minha Casa Melhor, programa que financia a compra de móveis e eletrodomésticos, a presidente Dilma Rousseff atropelou nesta quarta-feira, 16, seus subordinados e incluiu produtos que ainda não estavam na cesta de itens definida pelo governo.
Pela manhã, numa série de publicações no microblog, Dilma elencou mercadorias que os beneficiários do programa habitacional Minha Casa Minha Vida podem comprar a juros subsidiados de 5% ao ano e prazos de até 4 anos para pagar. Entre os eletrodomésticos, citou tablet e micro-ondas, dois itens que ainda não podiam ser comprados pelo cartão. Na lista dos móveis, incluiu adquirir armário de cozinha e rack.
A inclusão desses produtos na cesta do programa estava em discussão e dependia do aval do Conselho Monetário Nacional (CMN), que normalmente se reúne na última quinta feita do mês. Depois das mensagens de Dilma, porém, foi convocada para esta quarta uma reunião extraordinária do CMN para chancelar as informações dadas pela presidente a seus seguidores. O órgão é formado pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Saiba mais

Dilma sanciona Lei do
16/10/2013 | Comentários(0)
No Twitter, a presidente não informou que o programa seria ampliado, apenas listou os itens como se eles já fizessem parte das opções. O anúncio da decisão do CMN só foi feito depois das 19h da noite. O Ministério da Fazenda informou, por meio de nota, que a inclusão desses itens atende a uma demanda dos beneficiários.
O CMN também subiu o limite para a compra de produtos que já estavam na lista - máquina de lavar, cama de solteiro, mesa com cadeira, sofá e guarda-roupa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por que eu apaguei fotos e vídeos dos meus filhos da internet

ku-bigpic (6)



Há cerca de uma semana comecei a apagar todas as fotos e vídeos dos meus filhos que estavam na internet. Não foi uma tarefa nem um pouco fácil. Como muitos pais, compartilhei orgulhosamente cada um dos passos e marcos que eu e meus filhos demos no caminho.
Para ser sincero, além de definir permissões de privacidade no Facebook, não me preocupava muito ao compartilhar fotos dos meus filhos com a internet. Mantenho este blog (em diversos formatos diferentes) há quase uma década, e compartilhar coisas nele foi basicamente o que fiz nesse tempo. É meio que a essência dele. E, nos últimos anos, passei a escrever menos e postar mais no Facebook, mantendo o pensamento de “minha vida é um livro aberto” na rede social.
original
Minha visão sobre o compartilhamento de fotos das crianças era sempre das vantagens de ter uma maneira simples e centralizada de mostrar o crescimento delas para parentes que estão a milhares de quilômetros de distância, e isso superava a ameaça de pessoas estranhas terem acesso a elas.
Meses atrás li a opinião de Jeremy Goldkorn sobre o assunto. O artigo em si é ótimo para refletir, mas foi o seguinte trecho que fez mais sentido para mim:
Não é apenas sobre privacidade, mas também a identidade dos seus filhos. Somos seres humanos, não amebas. Como você se sentiria se a sua mãe e pai controlassem a sua presença em mídias sociais? É isso o que você faz com seus filhos.
Resisti um pouco antes de admitir, e aparentemente muitos outros leitores também, que agora vivemos em um mundo extremamente interconectado onde a privacidade não é simples como costumava ser. Eu pensava nisso estritamente como uma questão de “privacidade”, e achava que manter fotos de bebê na internet não era nada demais.
Nos meses seguintes, retornei ao tópico algumas vezes e passei a questionar mais essas coisas. Em resposta a Jeremy, John Biesnecker colocou o seguinte ponto em discussão:
Minha esposa e eu temos regras rígidas para postar coisas, e a mais básica delas é nunca postar algo que nós nos envergonharíamos caso nossos pais tivessem postado algo semelhante quando éramos crianças. Isso significa fazer escolha por nossos filhos? Sim, mas virtualmente tudo o que fazemos como pais de crianças pequenas significa escolha por eles – e algumas dessas escolhas têm impactos reais, materiais e imediatos na vida delas, impactos maiores do que postar uma foto no Facebook.
Seu ponto é bom, mas você não discorre sobre a inevitável identidade de uma pessoa sendo exposta na internet. Se isso é realmente inevitável – e eu concordo que é – então é muito melhor controlar essa narrativa na medida do possível do que permitir que ela seja moldada para você por outras pessoas.
Vale notar que John trabalha no Facebook, e podemos considerar que ao menos parte da sua opinião está alinhada com o que pensa a empresa. No entanto, ele levanta um ponto interessante sobre atuar como um guardião da identidade online do seu filho. E isso nos leva ao meu ponto de ruptura, o artigo de Amy Webb no Slate, onde ela compartilha a história de “Kate” e seus pais orgulhosos que adoram compartilhar tudo o que ela faz:

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Tenho 13 anos e nenhum dos meus amigos usa o Facebook

publicado no F5
Sou uma adolescente que mora em Nova York. Todos os meus amigos têm redes sociais --Instagram, Vine, Snapchat etc. Quando eu era mais nova, só falava sobre o Facebook. "Mãe, quero um Facebook!", e outras queixas que só uma mãe suporta.
Mas agora, aos 13 anos, venho percebendo algo de diferente. O Facebook vem perdendo os adolescentes recentemente, e acho que sei o motivo.
Parte da razão para que o Facebook esteja perdendo a atenção de minha geração é que existem outras redes agora. Quando eu tinha dez anos, ainda não tinha idade para um Facebook.
Mas uma coisa mágica chamada Instagram havia acabado de aparecer --e nossos pais nem faziam ideia de que houvesse uma idade mínima para inscrição. Meus amigos todos logo tinham Instagrams.
Agora que temos idade suficiente para um Facebook, não queremos mais. Quando chegou o momento em que estávamos autorizados a ter um Facebook, todos estávamos obcecados com o Instagram.
Isso me conduz ao ponto seguinte. Ainda que eu tenha Facebook, nenhum dos meus amigos tem. Eles acharam que ter um seria perda de tempo.
Decidi ter uma conta no Facebook para descobrir qual era a graça do site. Logo descobri que o Facebook é inútil se você não tem amigos lá. Meu único amigo no site é, tipo, minha avó.

"Agora que temos idade suficiente para entrar na rede, não queremos mais", defende Ruby Karp
"Agora que temos idade suficiente para entrar na rede, não queremos mais",
defende Ruby Karp / foto: 
Wrangler/Shutterstock
'OI, BONEQUINHA'
Adolescentes são seguidores. É isso que somos. Se todos os meus amigos estão baixando uma coisa nova e bacana chamada Snapchat, é isso que eu quero também!
Todos os nossos pais e os amigos de nossos pais têm Facebook. Não é só por eu receber ocasionais mensagens do tipo "oi, bonequinha". Mas meus amigos postam fotos que me colocam em encrenca com os pais.
Digamos que eu seja convidada a uma festa e haja menores bebendo lá. Eu não estou bebendo, mas alguém pega a câmera. Mesmo que eu não esteja com um copo na mão, talvez seja fotografada por trás de uma menina que está bebendo algo forte. Mais tarde naquela semana, um idiotinha decide postar fotos da festa "maravilhosa".
Se minha mãe me visse em uma festa com pessoas bebendo, mesmo que eu não estivesse, eu estaria morta. Isso não é culpa do Facebook, mas acontece lá.
O Facebook também causa muito bullying no ensino médio. A molecada faz comentários malvados em uma foto sua, ou envia mensagens malvadas. Não é culpa do Facebook, mas, uma vez mais, é algo que acontece lá.
Se minha mãe ouvisse dizer que estou sofrendo bullying no Facebook, me forçaria a sair da rede na hora.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Facebook cresce 20% e mantém liderança entre redes sociais no Brasil




Maior rede social do mundo aumentou sua participação no país durante os últimos 12 meses. Por outro lado, Orkut despenca e dá lugar ao YouTUbe.

publicado no IDGNow

O Facebook continua como a principal rede social do Brasil, segundo dados coletados em abril pela ferramenta Hitwise, da consultoria Serase Experian.

No último mês, a maior rede social do mundo registrou 66,54% das visitas neste segmento no Brasil, aumento de 21,97% em relação ao mesmo período de 2012.

Em segundo lugar com 18,48%, o YouTube cresceu pouco no intervalo, apenas 0,27%, mas contou com uma exrpressiva queda do Orkut, 19,09%, para assumir a vice-liderança – em abril, o Orkut registrou participação de 2,20% das visitas emr edes sociais no país.

O Twitter ficou apenas na sexta colocação, com 1,75% das visitas, seguido pelo Badoo, com 1,05%, Bate-papo UOL, com 0,84%, e só depois pelo Google+, com 0,78%.

Tempo de visita

O Facebook também ficou em primeiro lugar quanto ao tempo de visitas recebidas em abril, com 28 minutos e 52 segundos registrados no mês. Enquanto isso, o YouTube ficou logo atrás: os usuários

quarta-feira, 27 de março de 2013

App Google+ ganha edição de fotos e novos recursos


publicado na InfoExame
Com mais de 340 milhões de usuários, o Google+ recebeu uma atualização nos apps para Android e iOS – que agora estão com alguns bons recursos a mais.
A novidade que talvez chame mais atenção é o editor integrado de fotos, incluído apenas na versão para iPhones e iPads. Com o recurso, fruto da aquisição do app Snapseed pelo Google, é possível girar, cortar, ajustar brilho e contraste e adicionar alguns efeitos à imagem antes de postá-la na rede social.
Outra mudança, presente nas duas versões do app, torna a visualização de conteúdo mais fácil. Ao clicar em uma foto, vídeo ou link “anexado” a um post, por exemplo, você será redirecionado direto para uma tela separada para vê-lo melhor. O aplicativo também dará mais destaque aos comandos-chave, como +1 e “comentar”,  e evitará cortes nas imagens em “preview”, permitindo que você as confira na íntegra sem ter que abri-las.
O aplicativo do Google+ também conta agora com uma função relacionada à localização. Se você permitir, qualquer amigo que acessar seu perfil poderá conferir onde você está no momento. A funcionalidade pode ser ativada pela versão online da rede social ou simplesmente “ligando” o compartilhamento de local no Android.
Por fim, a última mudança facilita a vida de quem está em muitas comunidades ou gerencias algumas. É possível agora ajustar a quantidade de posts dos grupos na sua Home, além de convidar pessoas para a comunidade e compartilhar itens com ela. Há ainda ferramentas para busca por membros, moderação de conteúdo e até mesmo remoção de usuários (o famoso “ban”).

sexta-feira, 22 de março de 2013

Isto não é um hands-on: Rego, um app bacana, mas que tem um nome bem complicado no Brasil

APP

por Daniel Junqueira, no Gizmodo

De vez em quando surgem uns apps com nomes sugestivos, e o Rego é um desses. Você pode até achar que estamos sendo infantis, mas sério, veja como o Rego se descreve.

Ele é um serviço que lembra um pouco o Foursquare: você marca em mapas lugares que visitou e pode fazer anotações sobre ele. Útil, interessante até, mas… pô, Rego. Conheça mais sobre o Rego:
Você pode planejar uma viagem em casa e anotar no Rego os lugares que quer visitar. Depois, quando estiver fora do país, o GPS do iPhone ajuda a encontrar os lugares que você quer.


Além de marcar o lugar em um mapa, você pode fazer anotações sobre ele. Dá para colocar fotos no Rego.
Sobre privacidade, o site do Rego é direto: “O Rego é privado. Ninguém consegue ver o que você adiciona no Rego. Mas às vezes você quer compartilhar um lugar com isso, e o Rego faz isso com facilidade. Lugares compartilhados são importados diretamente para o Rego, o que o torna um app perfeito para aquele momento ‘ei, vamos nos encontrar lá!’”

Você não pode adicionar amigos no Rego: ele é apenas seu. Cada um tem seu Rego. Não é uma rede social e você não vai ficar sabendo o que outras pessoas fazem no Rego delas.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Facebook anuncia novo sistema de buscas na rede social



Nova ferramenta traz resultados por 'curtidas', fotos, vídeos e interesses.
Segundo Zuckerberg, sistema ajuda a responder questões específicas.

publicado no G1
O Facebook anunciou nesta terça-feira (15), durante evento na sua sede em Menlo Park, na Califórnia, um novo sistema de buscas que mostra resultados baseados em conteúdos que o usuário curtiu ('Likes', em inglês), músicas, lugares, vídeos, fotos e interesses. Segundo Mark Zuckerberg, presidente-executivo da empresa, a ferramenta ajuda a responder perguntas específicas como "Quem são meus amigos em San Francisco?".
Mark Zuckerberg fala sobre a nova ferramenta de buscas do Facebook (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Mark Zuckerberg fala sobre a nova ferramenta de buscas do Facebook
(Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Chamado "Graph Search" (“Busca Social”, em português), o novo sistema do Facebook entra no ar primeiro para quem usa a rede social em inglês, independente do endereço IP ou da localização do usuário. A ferramenta tem como objetivo ajudar os usuários a navegar melhor pela grande quantidade de informações disponíveis no Facebook. "Olhamos o Facebook como um grande banco de dados social", disse Zuckerberg. "Assim como qualquer outro banco de dados, você deve ser capaz de consultá-lo”, acrescentou.

Tela de apresentação da nova busca social na página inicial do Facebook. (Foto: Reprodução)Tela de apresentação da nova busca social na
página inicial do Facebook. (Foto: Reprodução)


A companhia enfatizou que o novo serviço não busca informações na internet, como o Google, mas no "gráfico social". "Já são mais de 1 bilhão de pessoas, 240 bilhões de fotos e 1 trilhão de conexões".

Diferente da busca na web, que fornece os resultados por palavras-chave, a busca social combina frases, como "meus amigos em Nova York que curtem o Jay-Z", para fazer a pesquisa em cima de conteúdos compartilhados no Facebook. A primeira versão da ferramenta tem foco em quatro áreas: pessoas, fotos, locais e interesses. Conforme a companhia, no futuro também será possível buscar em posts, comentários e ações.

Vídeos explicam como funciona a nova 'busca social' na página do Facebook. (Foto: Reprodução)Vídeos explicam como funciona a nova 'busca social'
na página do Facebook. (Foto: Reprodução)

A "busca social", que irá aparecer como uma barra de pesquisa no topo da página do Facebook, entra no ar nesta terça-feira (15) em uma versão beta limitada. Usuários da rede social em inglês podem se cadastrar na lista de espera para testar o sistema e ver vídeos que explicam como a busca funciona e como foi criada neste link. A companhia também informou que há planos de implantação do serviço em outros idiomas nos próximos meses, mas ainda sem data definida.

Segundo o Facebook, o novo sistema permite cruzar pesquisas como "pessoas que curtiram uma página e visitaram o museu Moma". Ao digitar, por exemplo, "pessoas que gostam de fazer caminhadas", o site mostra os resultados de "Likes" e fotos deste tema.

De acordo com Zuckerberg, o Facebook fez parceria com a Microsoft para usar o motor de busca Bing no novo serviço e para encontrar conteúdos fora da rede social. Ele disse que a companhia discutiu a ideia de trabalhar com o Google, mas a Microsoft demonstrou estar mais disposta a fazer coisas específicas para o Facebook.

Busca social mostra fotos dos amigos antes de 1999 após pesquisa na ferramenta (Foto: Divulgação)
Busca social mostra fotos dos amigos antes de 1999 após pesquisa
na ferramenta (Foto: Divulgação)
"Nossa missão é tornar o mundo mais aberto e conectado”, disse Zuckerberg no início do evento. O executivo explicou que existem dois serviços que ajudam a deixar o mundo mais conectado: aquele que conecta os usuários com pessoas que eles já conhecem, e aquele que os ajuda a fazer novas conexões. Conforme o Facebook, a “busca social” ajuda as pessoas a fazer novas conexões.

Privacidade
Zuckerberg disse que a busca social foi construída com a privacidade em mente. "A maioria do conteúdo no Facebook não é público. A 'busca social' é uma maneira de encontrar coisas que foram compartilhadas com você”, disse o executivo. A empresa ressaltou que conteúdos colocados como “privados” não irão aparecer nos resultados das buscas. "Você pode ver somente aquilo que você já poderia visualizar em outros lugares no Facebook", disse a companhia
.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O poder do mercado digital: quais as variáveis a favor para se investir‏



publicado na Revista Mensch

Se você ainda é daqueles que reluta contra as ferramentas digitais, ainda não entende o tamanho e quais variáveis envolvidas para obtenção de sucesso no mercado digital ou já faz parte dele e esta a fim de ficar atualizado sobre o cenário brasileiro, este artigo é para você. A comunicação digital é talvez a variável mais influente sobre as relações de consumo e comportamento do consumidor detectada até então, podendo ser considerada uma das maiores responsáveis pela mudança da lógica de percepção e compreensão das mensagens. 
 
Não é novidade que a internet inserida no contexto atual interfere nas relações humanas, a revolução digital exige cada vez mais o estabelecimento de relações comerciais e conexões ciberculturais consistentes. Entender a magnitude desta plataforma de comunicação ajuda as organizações a utilizarem de forma mais consciente e sistematizada todas ferramentas existentes e a devir, visando potencializar as ações. A internet é a primeira mídia em massa que permiti interações entre todos os stakeholders das organizações de forma igualitária, democrática e a velocidade da luz, fatores diferenciais e sedutores de fidelização.

Como afirma Kotler (2000), a possibilidade de ajustes rápidos as condições de mercado, a custos baixos, construção de relacionamento e a precisão dos números gerados pelos visitantes, fazem esta plataforma ter benefícios singulares. Ainda segundo o autor, o que os consumidores buscam nos portais é: conveniência, informação e comodidade. Ele indica cinco caminhos possíveis que ajudam a fortalecer a fidelidade dos públicos: trabalhar a marca dentro dos conceitos de branding, estimular o protagonismo dos consumidores, trabalhar dentro dos valores locais, dar atenção as formas de relacionamentos por meio das redes sociais e oferecer feedbacks rápidos. A gameficação é item que deve ser considerado com bastante atenção.

Os conteúdos produzidos para a internet são feitos para serem consumidos por gente e são produzidos por gente, ou seja, o grande tesouro deste mercado não são as máquinas e sim os indivíduos, que através de estruturas de redes vem construindo um novo modelo de gestão da comunicação. Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Nielsen Online, o número de brasileiros com acesso a internet nos mais diversos ambientes no final do 4º trimestre 2011 chegou a 79,9 milhões de usuários. No 1º trimestre de 2012, segundo dados da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), já são 82,6 milhões de usuários. Ocupando assim, a 5º posição em número de usuários, ficando atrás apenas do Japão, Índia, Estados Unidos e China. 
 
Ainda de acordo com a IAB Brasil, a internet ultrapassou a mídia jornal e agora ocupa a 2ª colocação entre as mídias no Brasil, ficando atrás apenas da TV aberta, registrando 12% do total. Os dados referem-se aos três primeiros meses de 2012. E demonstram, que o setor publicitário também anda bem de números, chegando a faturar mais de R$ 840 milhões, sendo R$ 512 milhões em search (sites de busca) e R$ 330 milhões em display (banners em site).

A verdade é que hoje com o aperfeiçoamento da segurança na internet e com os perigos da rua, principalmente nas metrópoles, as pessoas estão cada dia mais dispostas a entender e se relacionar com as possibilidades digitais. E, buscam nesse movimento de mudança referencias de pessoas de sua network física para validar seja uma compra ou para balizar suas experiências digitais, usando as redes tanto para consumo, quanto para produção de conteúdos. Sendo assim, as pessoas e organizações devem se comportar de maneira a se tornarem mentores dos públicos de relacionamento. O que irá mover o comportamento futuro consumidor são fatores como: o estar mais online, ser mais verde em seus processos, mais inteligentes em suas estratégias e acima de tudo ter bom gosto. Quanto mais útil, atrativo, divertido for a experiência do internauta, maior a probabilidade de seu retorno. Para tanto, as peças publicitárias devem buscar ser simples, criativas, objetivas, relevantes e bem humoradas.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Desenvolvedor de 17 anos cria app para iPhone e recebe US$ 1 milhão

publicado originalmente TechTudo

O jovem Nick D’Aloisio, de 17 anos, é o mais novo milionário de Londres, na Inglaterra. O rapaz desenvolveu um aplicativo para iOS chamado Summly, que reúne as principais notícias do dia em um só lugar, e fez tanto sucesso na App Store que recebeu de um grupo de investidores a quantia de US$ 1 milhão (R$ 2,1 milhões) para investir no software e torná-lo ainda melhor.

Nick abandonou um pouco a escola para fazer o app (Foto: Reprodução)
Nick D'Aloisio ficou milionário após desenvolverapp para iPhone (Foto: Reprodução)
Entre os principais investidores estão o ator Stephen Fry, a CEO do site TechCity, Joanna Shields, e Rupert Murdoch, dono do site Newscorp. O aplicativo alcançou o nono lugar da App Store em apenas duas horas depois de ser lançado. Um verdadeiro sucesso, apesar de alguns usuários considerarem o programa um pouco confuso.

O Summly é um app gratuito, com interface bem bonita, e que classifica as notícias vindas das principais fontes de todo o planeta por categorias, como tecnologia e esportes. Ele acaba sendo uma ferramenta útil para quem quer estar sempre por dentro das notícias, mas não tem tempo de ficar navegando por diversos sites.

“Trabalhamos muito duro em uma interface que fosse muito interessante para o iPhone. Juntamos o algoritmo com um design bonito. Ele está resumindo milhares de artigos a cada minuto. Tenho

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Blogueiro compra dados de 1,1 milhão de usuários do Facebook por US$ 5


publicado no Folha de S.Paulo

O Facebook diz estar investigando a aquisição dos nomes, nomes de usuários e endereços de e-mail de 1,1 milhão de usuários da rede social pelo blogueiro búlgaro Bogomil Shopov, ativista de direitos digitais.

Shopov encontrou a oferta no site de anúncios Gigbucks. No texto, lia-se: "As informações foram coletadas por meio de nossos aplicativos e são de contas ativas no Facebook. A maioria deles é oriunda do Canadá, dos EUA e da Europa."

O blogueiro divulgou o acontecido na última terça (23) por meio de um post no seu site.
Reprodução/talkweb.eu
Lista adquirida por US$ 5 (R$ 10) por blogueiro búlgaro, com dados de 1,1 milhão de usuários do Facebook
Lista adquirida por US$ 5 (R$ 10) por blogueiro búlgaro, com dados de 1,1 milhão de usuários do Facebook

A lista adquirida, dividida em 12 planilhas do Excel com 100 mil endereços de e-mail e conta no Facebook cada, custou US$ 5 (cerca de R$ 10).
Ao site da "Forbes", o Facebook disse que está analisando a possível brecha de segurança.

'PROIBIDO'

Shopov, que é um dos fundadores do Partido Pirata da Bulgária, diz ter recebido uma chamada telefônica do que chama de "polícia" do Facebook.

"Queremos que você nos envie este arquivo, apague-o e nos diga se forneceu uma cópia para alguém, aponte-nos o site de onde você comprou e diga qual foi o meio de pagamento, além de remover algumas coisas do seu blog. Ah, e a propósito: você está proibido de divulgar qualquer fragmento desta conversa, que é secreta", disse o interlocutor do búlgaro.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A ‘orkutização’ do Instagram e a natureza gregária da internet


Alexandre Matias, no Estadão
Iphoneiros em polvorosa: “Vão poluir minha timeline!”, reclamavam usuários do celular da Apple tanto no Brasil quanto no exterior. Eles haviam recebido a notícia de que o aplicativo Instagram havia ganhado, na semana passada, uma versão para Android, o sistema operacional rival do iOS, do iPhone. Por aqui, a indignação veio no inevitável tom de piada característico da nossa vida digital tropical, com a criação de tumblrs como o androidnoinstagram.tumblr.com ou orkutgram.tumblr.com, entre outros. O teor dos tumblrs – e das piadas – era sempre o mesmo: agora o Instagram perderia o seu status, pois uma tal “horda de pobres” começaria a usar o aplicativo.
Para quem não conhece, o Instagram é mais do que um software para celular que permite tirar fotos com filtros vintage. Criado pelo brasileiro Mike Krieger, o aplicativo também funciona como uma rede social – em que é possível assinalar contatos e personalizar perfis como em qualquer site deste tipo, com duas diferenças cruciais. A primeira: é uma rede social feita para o celular. Ela se replica, ao gosto do freguês, pelo Twitter e Facebook, mas seu ambiente nativo é a internet móvel. A segunda é o fato de não existir perfil público. Quem quiser ver a página de alguém no Instagram, ao contrário da maioria das redes sociais, precisa criar uma conta lá.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Para psicólogos, as redes sociais aceleram a fobia social

via Olhar Digital

http://www.reidaverdade.com
Fobia social
Stephanie Kohn

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Maryland (Estados Unidos) levantou uma questão interessante sobre as redes sociais. Será que o Facebooke outros sites de relacionamento virtual podem acelerar o surgimento da fobia social e a depressão? De acordo com Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisa de Psicologia em Informática da PUC/SP, quando uma pessoa já tem pré-disposição ou apresenta sintomas de que não está bem, as redes podem ser uma facilitadora.

O jornalista Gabriel Nunes (nome fictício), que trabalha com mídias sociais e é diagnosticado com fobia social há dez anos, compartilha da mesma opinião. Ele, que já sofreu na pele o que é se esconder por trás das redes, diz que boa parte das vezes que usa a internet ou conhece uma pessoa pela web é pra fugir de sua realidade. Ele até acredita que seu destino profissional de trabalhar com as redes sociais foi uma escolha inconsciente. "Eu parei na comunicação bem de paraquedas e nunca me imaginei trabalhando com isso. Mas, acredito que a facilidade que tenho de mexer nas redes se deve ao fato de eu ter fobia social, já que trabalho com um público que não me vê e não me conhece", explica.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Pessoas ficam deprimidas ao invejar a vida dos outros pelo Facebook


Um estudo realizado pela Utah Valley University revela que quanto mais as pessoas visitam páginas populares nas redes sociais maior será a impressão que essas pessoas são muito mais felizes. A consequência disso? Muitos internautas tristes por causa da felicidade alheia.

 
Invejar a felicidade alheia no Facebook
pode te deixar infeliz (Foto: Reprodução/ Alamy)

Foram entrevistados 425 estudantes para o estudo liderado pelos sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge. A pesquisa teve como foco a análise da felicidade dos entrevistados em relação aos seus amigos no Facebook. Os participantes foram estimulados a responderem, de forma afirmativa ou negativa, questões do tipo “a vida é justa” ou “muitos dos meus amigos tem uma vida melhor do que eu”.

Os entrevistados também foram convidados a descreverem suas atividades no Facebook, incluindo o número de amigos cadastrados, a proporção de pessoas que elas realmente conheciam fora da rede social.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Teoria dos “seis graus de separação” revista para a Web 2.0


A teoria da década de 1960, postulada cientificamente por Stanley Milgram, foi agora revista com a ajuda da mais popular rede social do mundo (Thierry Roge/Reuters)


A teoria da década de 1960, postulada cientificamente por Stanley Milgram, foi agora revista com a ajuda da mais popular rede social do mundo

A “teoria clássica” - chamemos-lhe assim - estipulava que cada pessoa está a seis graus de distância de qualquer outra pessoa do mundo. Por exemplo, qualquer leitor estaria, em média, a seis graus de distância de Angela Merkel ou de Barack Obama. Esta teoria foi agora revista e, segundo um estudo conjunto da Universidade de Milão e do Facebook a distância actual baixou para 4,74 graus.
A teoria dos graus de separação já existia desde a década de 1920 (postulada no conto “Chains”, da autoria do húngaro Frigyes Karinthy) mas foi psicólogo social Stanley Milgram quem, em 1967, estabeleceu que os saltos necessários para uma pessoa chegar a qualquer outra, no mundo, eram exactamente seis.

Esta prova (“ The Small World Problem ”) foi feita, então, com recurso a 296 voluntários que deveriam enviar um postal a um cidadão específico nos subúrbios de Boston através de uma cadeia de amigos e amigos de amigos.
Related Posts with Thumbnails