"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias

Se você acha que a leitura é uma prática entediante, talvez seja hora de rever seus conceitos. Conheça 10 bons motivos para ler todos os dias e transformar isso em um hábito
Publicado no Universia Brasil - [via Livros e Pessoas]
10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias
Crédito: Shutterstock.com
Livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama
Uma das práticas que os jovens consideram mais entediantes é a leitura. Não é raro ouvir reclamações sobre a obrigatoriedade da leitura, mesmo que algumas histórias surpreendam por atrair o interesse. Contudo, estabelecer o hábito da leitura pode trazer diversos benefícios para a vida, tanto no mundo acadêmico quanto na carreira. Confira a seguir 10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias:

1. Estímulo mental

O cérebro necessita treinamento para se manter forte e saudável e a leitura é uma ótima maneira de estimular a mente e mantê-la ativa. Além disso, estudos mostram que os estímulos mentais desaceleram o progresso de doenças como demência e Alzheimer.

2. Redução do estresse

Quando você se insere em uma nova história diferente da sua, os níveis de estresse que você viveu no dia são diminuídos radicalmente. Uma história bem escrita pode transportá-lo para uma nova realidade, o que vai distraí-lo dos problemas do momento.

3. Aumento do conhecimento

Tudo o que você lê é enviado para o seu cérebro com uma etiqueta de “novas informações”. Mesmo que elas não pareçam tão essenciais para você agora, em algum momento elas podem ajudá-lo, como em uma entrevista de emprego ou mesmo durante um debate em sala de aula.

4. Expansão de vocabulário

A leitura expõe você a novas palavras que inevitavelmente elas serão incluídas no seu vocabulário. Conhecer um número grande de palavras é importante porque permite que você seja mais articulado em seus discursos, de maneira que até mesmo a sua confiança será impulsionada.

5. Desenvolvimento da memória

Quando você lê um livro (especialmente os grandes) precisa se lembrar de todos os personagens, seus pontos de vista, o contexto em que cada um está inserido e todos os desvios que a história sofreu. A boa notícia é que você pode utilizar isso a seu favor, fazendo dos livros um treino para a sua memória. Guardar essa quantidade de informações faz com que você esteja mais apto para se lembrar de eventos cotidianos.

6. Habilidade de pensamento crítico

Já leu um livro que prometia um mistério confuso e acabou por desvendá-lo antes mesmo do meio da história? Isso mostra a sua agilidade de pensamento e suas habilidades de pensamento crítico. Esse tipo de talento também é desenvolvido por meio da leitura. Portanto, quanto mais você lê, mais aumenta sua habilidade de estabelecer conexões.

7. Aumento de foco e concentração

O mundo agitado de hoje faz com que sua atenção seja dividida em várias partes, de modo que manter-se concentrado em apenas uma tarefa torna-se um desafio. Contudo, livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama. Embora você não perceba, esse tipo de exercício ajuda você a se concentrar em outras ocasiões, como quando precisa finalizar um projeto urgente.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Pai de seis filhos inventa pijama que conta histórias para dormir

Pijama conta histórias com ajuda de smartphones e tablets

publicado no Extra

Parece história para boi dormir, mas não é: um americano acaba de inventar um pijama que conta historinhas de criança.

Cada pijama vem com 47 grupos de bolinhas, e cada um forma um código diferente. Passando smarphone ou tablet em cima das bolinhas, o aparelho começa a contar a história.

“Minha esposa e eu temos seis filhos. Então sabemos da importânia das historinhas”, afirmou Juan Murdoch, 46, que na verdade trabalha como corretor na cidade de Idaho Falls, em Idaho.

Murdoch diz que o pijama é 100% de algodão e que os códigos não se apagam ao longo das lavagens.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Ebooks podem ser usados para monitorizar estudo dos alunos


É uma tecnologia não isenta de polémica, a lembrar cenários do 1984 de Orwell. A CourseSmart, uma empresa especializada na edição digital de livros escolares, desenvolveu uma tecnologia integrada nos ebooks que envia para o professor ou instituição de ensino  informações como o tempo despendido pelo aluno a ler  livro, o número de páginas visualizadas, quantas anotações e marcações foram feitas.
No fundo, não é muito diferente do que já é oferecido por algumas plataformas LMS (por exemplo o Moodle) e, de acordo com a CourseSmart, o próprio ebook fica integrado num sistema de LMS, com os dados obtidos a serem reunidos na plataforma da escola. Existe também a possibilidade de o alunos desativar o sistema no ebook.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Desenvolvedor de 17 anos cria app para iPhone e recebe US$ 1 milhão

publicado originalmente TechTudo

O jovem Nick D’Aloisio, de 17 anos, é o mais novo milionário de Londres, na Inglaterra. O rapaz desenvolveu um aplicativo para iOS chamado Summly, que reúne as principais notícias do dia em um só lugar, e fez tanto sucesso na App Store que recebeu de um grupo de investidores a quantia de US$ 1 milhão (R$ 2,1 milhões) para investir no software e torná-lo ainda melhor.

Nick abandonou um pouco a escola para fazer o app (Foto: Reprodução)
Nick D'Aloisio ficou milionário após desenvolverapp para iPhone (Foto: Reprodução)
Entre os principais investidores estão o ator Stephen Fry, a CEO do site TechCity, Joanna Shields, e Rupert Murdoch, dono do site Newscorp. O aplicativo alcançou o nono lugar da App Store em apenas duas horas depois de ser lançado. Um verdadeiro sucesso, apesar de alguns usuários considerarem o programa um pouco confuso.

O Summly é um app gratuito, com interface bem bonita, e que classifica as notícias vindas das principais fontes de todo o planeta por categorias, como tecnologia e esportes. Ele acaba sendo uma ferramenta útil para quem quer estar sempre por dentro das notícias, mas não tem tempo de ficar navegando por diversos sites.

“Trabalhamos muito duro em uma interface que fosse muito interessante para o iPhone. Juntamos o algoritmo com um design bonito. Ele está resumindo milhares de artigos a cada minuto. Tenho

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Nativos digitais


Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas

Juliana Tiraboschi, IstoÉ Independente
Conheça, em vídeo, essa experiência:
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CAMINHO SUAVE
Crianças em aldeia na Etiópia aprendem as primeiras letras no tablet
Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.  
Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.
Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz.
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PAI DA MATÉRIA
Para Nicholas Negroponte, a tecnologia possibilita a formação de autodidatas
Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo.
Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos.   

Livros digitais impulsionam o mercado editorial brasileiro


Publicado no Boa Informação, vi aqui no Livros e Pessoas
Embora represente uma fração do mercado editorial brasileiro, a venda de livros digitais começa aganhar corpo e deverá sustentar o crescimento futuro do setor.
Só a livraria Saraiva, maior rede do país, vendeu R$ 500 mil no mês de outubro. E 30% das vendas do best seller “50 Tons de Cinza” na saraiva.com foram na versão digital. “Na medida em que as editoras começam a fazer lançamentos simultâneos no papel e no meio digital, os números deverão crescer rapidamente”, diz o presidente da Saraiva, Marcílio Pousada.
Se fosse contabilizado como uma loja da rede, as vendas com livros digitais já estariam na 11ª posição dentre as 102 lojas da rede em volume de venda de livro. No início do ano, a venda de e-books ocupava o 79º lugar.
“O negócio digital cresce com força e estamos muito satisfeitos”, diz Pousada, que nega rumores de que a Saraiva estaria negociando sua venda para a Amazon.
Ele diz não temer a concorrência da Amazon, que planeja entrar no Brasil no ano que vem. “Acreditamos nas nossas fortalezas e conhecemos o mercado. Entregamos 200 mil títulos em São Paulo em 24 horas”, diz Pousada.
O presidente da Livraria Cultura, Sérgio Herz, diz que a concorrência com a Amazon é bem-vinda, mas que a companhia americana vai encontrar um mercado com muitas peculiaridades.
“Não dá para desrespeitar. Mas lá eles jogam em um campo bonito e eu aqui a bola é murcha e o campo esburacado”, diz Herz. “Pagamos tudo adiantado, fornecedor, imposto. Lá fora não, eles recebem à vista do cliente e pagam o fornecedor depois.”
Até o final do mês, a Cultura começa a vender o leitor digital Kobo, sua aposta para impulsionar a venda de livros digitais.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Apple sai na frente na briga pelos e-books no Brasil


publicado na Época Negócios
Começou a guerra pelos livros eletrônicos no Brasil. Quem saiu na frente foi a Apple. No começo da semana, os primeiros livros brasileiros já tinham sido avistados na iBookstore. Nesta quinta (25), a Distribuidora de Livros Digitais (DLD), consórcio responsável pelos e-books de 6 editoras nacionais, formalizou o acordo com a Apple.
Donos de iPads, iPhones e iPods touch já podem comprar 1,5 mil títulos em português das editoras Objetiva, Record, Sextante, Intrínseca, Rocco e Planeta. Estima-se que um terço dos livros mais vendidos no Brasil venha do consórcio. Mas elas não são as únicas na iBookstore: é possível encontrar títulos de outras editoras não filiadas à DLD, como a Companhia das Letras, Arqueiro e LP&M. Autores como José Saramago, Paulo Coelho, Umberto Eco, Stephenie Meyer (da série “Crepúsculo”) e E.L. James (da série “50 tons de cinza”) estão disponíveis. Os livros ainda são  cobrados em dólar.
O anúncio coloca ainda mais pressão na Amazon. Ainda que tenha começado a negociar antes, a gigante de e-commerce ainda enfrenta dificuldades para convencer as editoras nacionais. Há mais de dois anos, seu primeiro contato foi desastroso. A partilha proposta pelo preço dos livros foi considerada abusiva pelas editoras. Tanto que elas se uniram para peitar tais condições, formando a a DLD. A explicação na íntegra pode ser ouvida no meu comentário na CBN na semana passada.
A negociação emperrou e Google e Apple passaram na frente, ainda que tenham começado a conversar

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Vítima de derrame, mulher usa Kinect para mandar e-mail

publicado originalmente no Olhar Digital

kinect
kinect
Há 12 anos Lindy sofreu um derrame que comprometeu a fala e a coordenação motora a ponto de ela não conseguir digitar. A comunicação tem sido algo complicado para ela, mas o uso da tecnologia a serviço da saúde -  aplicado à criatividade – facilitou sua vida.

Seu filho, Chad Ruble, construiu um hack no Kinect, sensor de movimentos da Microsoft, para que ela pudesse interagir por meio de um notebook. A interface desenvolvida deu a Lindy a possibilidade de enviar o primeiro e-mail desde que ela sofreu o derrame.

Para usar a tecnologia – que é bem simples - basta acenar com as mãos de forma a selecionar na tela, a distância, ícones que representem os sentimentos, posteriormente traduzidos pelo computador. “Lindy está muito feliz” é a mensagem enviada no vídeo gravado para demonstrar a interação com o sistema. Veja abaixo:




segunda-feira, 9 de abril de 2012

Fotografe o código de barra e compre o livro


Publicado originalmente por PublishNews
Livraria Cultura viabiliza ferramenta para que usuários de smartphones pesquisem e comprem livros
Você viu um livro na casa de um amigo e ficou com vontade de comprar? Fotografe o código de barras, veja as informações e o preço, e compre com seu smartphone. Essa é a ideia que a Livraria Cultura está colocando em prática por meio de uma parceria com a Scanbuy, empresa que oferece serviços de leitura de códigos de barra e QR Code, líder mundial no segmento. Na prática, quem tiver o aplicativo da Scanbuy no celular pode acessar as informações dos livros em qualquer lugar – até numa livraria concorrente, por exemplo – e ser automaticamente direcionado para a loja virtual da Cultura.
Segundo Bernardo Abecasis, diretor geral da Scanbuy no Brasil, há um milhão de smartphones no país com o aplicativo da empresa – no mundo, são 50 milhões. No ano passado, a média de leitura diária de códigos por parte de brasileiros foi de cinco mil, conta o executivo. “Ainda é pouco em comparação com o resto do mundo, onde são feitas três leituras por segundo [ou 260 mil por dia], mas esperamos um crescimento exponencial da base de smartphones e, portanto, do número de leituras no país”, afirma.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Livro sobre sexo alien busca financiamento na web

 
Um livro e um DVD descrevendo as várias maneiras que espécies alienígenas poderiam se reproduzir pede financiamento na web.
 
O kickstarter, como muitos dos internautas podem saber, é uma plataforma que permite pedir ajuda financeira para o desenvolvimento de projetos.
 
Basicamente, qualquer um pode colocar um projeto e pedir apoio das pessoas para concluí-lo. Quem contribui geralmente ganha um exemplar do que quer que esteja sendo financiado. O dinheiro volta, no caso da meta mínima não ser alcançada.
 
Bom, dito isto, esses dias me deparei com algo absolutamente estranho nessa plataforma: o Strange Attractors.
 
O projeto é uma tentativa de reunir dinheiro para publicação de um grande compilado sobre comportamento sexual alienígena.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Google avança com a digitalização na Europa



via o Portal de notícias PÚBLICO


 Tal como havia prometido quando lançou o Google eBooks - a livraria digital que já se chamou Google Editions e foi lançada nos Estados Unidos em Dezembro, o Google vai lançar na Europa a sua livraria digital. Será até ao final do ano, foi confirmado ao PÚBLICO.

http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/350644?tp=UH&db=IMAGENS&w=350&t=1313084690,20313
Até ao final do ano, a livraria digital do Google
abrirá na Europa e o grupo fez acordos em      
França e Reino Unido (Filipe Arruda)             
A empresa não quis divulgar ainda em que países e em que moldes isso irá acontecer. No entanto, o The New York Times noticiou este domingo, que o Google eBooks abrirá uma versão francesa ainda este ano. Se, nos Estados Unidos, continua a ser discutido em tribunal o projecto de digitalização de livros do Google, em França, um dos países europeus que mais batalharam para proteger os direitos dos seus autores e editores, a empresa norte-americana conseguiu avançar.

No passado dia 28, o Google e a francesa Hachette Livre assinaram um acordo definitivo sobre as condições da digitalização de obras em língua francesa, cujos direitos são controlados pela Hachette Livre, e que será feita pelo Google. As negociações decorriam desde 17 de Novembro, quando os dois grupos assinaram um protocolo de acordo, explica em comunicado o grupo editorial Hachette Livre que é o segundo maior editor mundial de livros destinados ao grande público, publica cerca de 15 mil novidades por ano e inclui editoras como Grasset, Stock, Fayard, Le Livre de Poche, Éditions Harlequin, Marabout e Larousse. O acordo abrange milhares de obras que não estão comercialmente disponíveis mas que ainda estão abrangidas pelos direitos de autor. Segundo o Le Monde, estas obras esgotadas representam cerca de 70 por cento dos fundos da Hachette Livre e das editoras que fazem parte do grupo, entre 40 mil a 50 mil obras de vários géneros (literatura, obras de referência e edições universitárias).

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

“O Efeito Facebook” mostra lado do criador

Quem é Mark Zuckerberg? O garoto que criou o Facebook, mas que tipo de pessoa ele é? Um gênio? Mau caráter? Oportunista? Ou simplesmente um empresário nato? Estas questões foram levantadas especialmente após o livro “Bilionários por Acaso” e o filme “A Rede Social”, baseado no primeiro.

Nenhuma das duas produções conseguiu acesso a Zuckerberg para que ele pudesse se explicar. O jovem mesmo não quis, recusando os contatos. Como as fontes utilizadas foram ex-colegas de universidade e, especialmente, Eduardo Saverin, o brasileiro que financiou parte do projeto, a imagem do rapaz não é das melhores.

David Kirkpatrick foi procurado por Mark para que pudesse escrever sua parte da história. “O Efeito Facebook” possui, por isso, total cooperação dos executivos da empresa. A liberdade de acesso do autor permite um perfil da controversa figura de Zuckerberg que até então não havia.

Além apresentar a versão “oficial” da história de como alguns estudantes de Harvard criaram uma das maiores redes sociais do mundo, Kirkpatrick observa como o Facebook foi ganhando importância e não para de crescer.

Sua influência no mundo real é analisada a partir dos movimentos políticos e campanhas que são iniciadas no site. Ao longo dos capítulos, fala-se dos sucessos e dos tropeços da empresa, inclusive a grande polêmica a respeito da privacidade.
Uma oportunidade para entender o fascínio da rede social sobre a vida das pessoas e as atitudes de Mark Zuckerberg, fundador, CEO e principal responsável pela notável ascensão da empresa.

O Efeito Facebook

Autor:
David Kirkpatrick

Editora: Intrínseca

Páginas: 392

Quanto: R$ 39,90
(Diário do Pará/Folha On Line)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

terça-feira, 29 de junho de 2010

E-book: Um novo modelo de negócio

Ao longo dos anos os avanços da tecnologia têm sido cada vez mais rápido, o que torna difícil acompanhar todos eles, além de gerar alguns dilemas como quem vem primeiro o ovo ou a galinha, ou melhor, o E-book ou o E-reader? Mas antes de chegar  ao cerne dos e-books vamos fazer um paralelo com o que ocorreu com os provedores de internet, que na década de noventa, sua principal fonte de renda era a venda de acesso a internet. Após a entrada da banda larga (que reduziu o acesso pelos provedores convencionais) e os portais de conteúdo (que teve como um dos maiores precursores a Globo.com) que mudaram a forma de conexão e apresentaram conteúdo na internet e fora dela, os provedores convencionais tiveram que mudar a forma de ganhar dinheiro. Passaram a oferecer serviços, melhoraram o conteúdo e a renda passou a vir da audiência alcançada.

Ao meu ver, as livrarias, editoras e autores estão passando por um processo similar ao que passaram os provedores. Precisam mudar a forma de ganhar dinheiro! Com os e-books, não se pode mais pensar em ganhar dinheiro com a venda pura e simplesmente de livros, pois, alguém tem dúvida que haverá pirataria? Não aprovo esta prática, mas sempre haverá um contraventor. Daí precisamos pensar de forma diferente, aproveitar a popularidade muitas vezes gerada pela pirataria e lucrar com ela. Deixem que façam seu marketing virtual e agreguem serviços como os provedores fizeram.

As potencialidades dos e-books são inúmeras e o mercado no Brasil e no mundo são cada vez maiores. Embora vivamos no dilema do ovo e da galinha travado entre editores de e-book e fabricantes de e-readers, o que precisa ser pensado paralelamente a este embate (e-readers não se popularizam porque não existem muitos títulos, os títulos não são produzidos porque os e-readers são poucos e caros) é o modelo de negócio.

A virtualização já é um fato, e a cultura, o conteúdo escrito já estão sentenciado à isto. Os preços precisam cair drasticamente, serviços e recursos precisam ser agregados ao conteúdo dos livros, acesso a internet pelos e-readers. A conectividade vai ser cada vez maior, celulares, netbooks, tablets, tv digital, geladeiras, microondas.... Ops! Me empolguei. Mas aguardem, a interatividade vai fazer parte do DNA da próxima geração. Você acha que o livro de papel (que eu adoro) vai resistir?

Até a próxima!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

A importância da leitura na vida profissional e acadêmica



Após um bom tempo de ter lançado o blog, encontrei um tempo para de fato escrever e neste primeiro POST resolvi escolher o tema "LEITURA". Espero que goste, e vamos manter a regularidade dos posts para que ajude você no hábito da leitura.

Seja bem-vindo e aproveite.

A quantidade de informação com qual lidamos diariamente é absurda, e cada dia devemos buscar exercitar a eficiência na seleção da informação que chega até nós. Como professor universitário estimulo meus alunos a desenvolverem o hábito da leitura, e ressalto a importância e os benefícios decorrentes deste hábito que deveria ser estimulado como prazer e não como uma mera obrigação.

"A humanidade gerou a mesma quantidade de informação nos últimos 50 anos que nos 5 mil anteriores. Esse número duplicará nos próximos 26 meses. Em 2010, a informação duplicará a cada 11 horas." Fonte: CENADEM

Toda esta quantidade de informação muitas vezes pode gerar um desestimulo na busca de informação, pois não conseguiremos dar vencimento a todo este conhecimento gerado. Precisamos estabelecer uma meta, traçar o que desejamos aprender ou aprender o que é necessário aprender. Uma coisa podemos ter certeza, você vai conseguir encontrar a informação que desejar encontrar.

Como auto-didata em muitas linguagens de programação, no início da minha carreira em informática, e hoje em dia em muitos outros assuntos que não fizeram parte da academia. Consegui adquirir este hábito algo em torno dos dezessete anos. E desde então procuro sempre estar lendo livros técnicos e não-técnicos. O segredo da leitura está no prazer que ela lhe proporciona e o estímulo para adquirir novos conhecimentos. Não se limitar ao que apenas é lhe passado pelo professor, pelo colega de trabalho ou por apenas uma fonte literária. É importante desenvolver o hábito de questionar positivamente, afim de buscar outras alternativas para um problema, gerar conhecimento em cima de um conhecimento já existente.

Muitos profissionais da Tecnologia da Informação, paradoxalmente, não desenvolvem o hábito da leitura ou não conseguem filtrar o bombardeio de informações que recebemos diariamente por e-mail, revistas, livros, tele jornais, rádio, outdoor, portais de informação. Bem, são inúmeras as fontes e a qualidade da informação que recebemos e não sabemos muitas vezes o que fazer com ela.

Costumo dizer que quem não ler, não vai saber fazer um bom relatório, não vai conseguir organizar suas idéias, não vai conseguir construir uma linha de argumentação para que possa convencer seu cliente de que sua solução seja melhor que a do concorrente. Não podemos apenas falar o "tecniques" que muitas vezes nem você mesmo entende, mas acha que impressiona, doce ilusão.

O que diria da vida acadêmica, basta colocarmos nas provas questões como "explique", "justifique", "descreva" e tenho que pedir a Deus para que venha pelo menos três linhas escritas de forma coerente e principalmente legível. Atribuo boa parte destas deficiências a ausência do hábito da leitura e o desenvolvimento da escrita. Não os condeno, mas todos nós devemos lutar para superar as nossas deficiências e principalmente o hábito da leitura.

Boa leitura.
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