"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

Mostrando postagens com marcador Cooperação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cooperação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

'O Android é tudo menos aberto', alfineta executivo por trás do Firefox OS


Andreas Gal (REPRODUÇÃO)

Rennan Setti, no O Globo

RIO - Depois de ter desafiado a Microsoft no segmento de navegadores ao criar o Firefox, há 11 anos, a Mozilla quer agora duelar com o Android, da Google. A organização sem fins lucrativos lançou no Brasil na terça-feira seu sistema operacional para celulares, o Firefox OS. Segundo o vice-presidente de mobilidade da fundação, Andreas Gal, o software tem como forte o fato de ser o único realmente aberto do mercado, já que “o Android é tudo menos aberto.”

— O Android é muito diferente do quê a gente vem fazendo. A Google gosta de associar o sistema ao movimento open-source mas, na verdade, ele é tudo menos aberto. A tecnologia Android pertence completamente à Google. É a empresa que decide quais tecnologias estarão no sistema, e o código-fonte só e liberado depois que uma nova versão do sistema é lançada — afirma o executivo da Mozilla, cuja sede fica a poucos quilômetros do Googleplex, em Mountain View. — Somos diferentes porque não estamos em busca de lucros. Não temos acionistas, nossos acionistas são os usuários.

De acordo com Gal, o que define o Firefox como aberto é o fato de absolutamente qualquer pessoa ou corporação poder contribuir para a construção do código, sejam os engenheiros da Telefônica, governos ou um adolescente com noções de programação. Além disso, o sistema permite a instalação de aplicativos diretamente da web, sem a necessidade de que sejam submetidos a uma loja de aplicativos.

Na opinião de Gal, só a web é capaz de suprir satisfatoriamente a demanda dos usuários por conteúdo. Ele repete uma conta: enquanto existem 8 milhões de desenvolvedores de aplicações para web, há apenas algumas centenas de milhares trabalhando na criação de softwares para sistemas como o iOS (do iPhone).

— Por que alguém do Brasil se submeteria a alguém de Cupertino (sede da Apple) ou de Mountain View para selecionar seu conteúdo? Em uma das primeiras vezes que estive no Brasil, comprei um telefone Android para experimentar como é o sistema aqui. Quando fui a loja de aplicativos, ficou claro pra mim que ela é gerida por uma empresa americana. A loja tinha todos os apps importantes... se você mora na Califórnia — disse o executivo, que é alemão e foi um dos criadores do Boot to Gecko, que se transformaria no Firefox OS.

O Firefox OS chegou ao Brasil por meio de uma parceria com a Vivo, cujas lojas estão vendendo smartphones equipados com o sistema, o LG Fireweb e o Alcatel Onetouch Fire. Segundo Gal, o país está entre os mais importantes dos dez onde o software foi lançado:

— O lançamento aqui não é qualquer um para nós, é muito especial. Estamos buscando um público que esteja fazendo a transição do celular antigo (feature phone) para smartphone, e o Brasil reúne esses consumidores. Muitas das características do sistema foram criadas pensando em brasileiros.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Morador de rua cria app sustentável depois de ganhar aulas particulares de programação

publicado no RPA
O nova-iorquino Patrick McConlogue começou um projeto social fascinante cerca de um mês atrás, ele ofereceu a um homem sem-teto, que passava todos os dias em seu caminho para o trabalho, duas opções: US$100 ou aulas de programação.
Curiosamente, o sem-teto chamado Leo aceitou a oferta das aulas de programação de McConlogue (ou seja, uma hora todos os dias úteis, correndo através de oito semanas), e começou a aprendizagem de programação com três livros de JavaScript e um laptop básico.
Nas semanas desde o início deste projeto incomum, Leo fez progressos impressionantes em seu estudo e está realmente trabalhando em conjunto com Patrick na construção de uma app de sustentabilidade chamado “Go Green”  – os dois planejam lançar o aplicativo no final de oito semanas do curso de programação de Leo.
A aproximação com Leo e a criação do app inspiraram a criação do projeto Journeyman, criado pelo próprio McConlogue. A intenção dele é criar uma rede que estimule o ensino de tecnologia e alcance um número maior de pessoas que precisam mudar de vida, como Leo. Além da página oficial, o projeto também mantém um perfil no Facebook.
995509_177717949085152_783103924_n1209146_175330585990555_507122520_n1234767_169263733263907_2067237114_n

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Internado há mais de 40 anos, paciente cria série de animação dentro do hospital

Claúdia Collucci, na Folha de S.Paulo

Vítima de paralisia infantil e morando há mais de 40 anos em uma UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Paulo Henrique Machado, 45, decidiu transformar suas aventuras em uma animação 3D.

Voltada para o público infantil, a série de desenhos "As Aventuras de Léca e Seus Amigos" mostra a infância de sete crianças com deficiência física. Léca, melhor amiga de Paulo, mora na cama ao lado.

É Eliana Zagui, também vítima da pólio e autora do livro "Pulmão de Aço - uma vida no maior hospital do Brasil" (Belaletra Editora, R$ 36).

Para sair do papel, o projeto tenta um financiamento coletivo por meio do site http://catarse.me/pt/leca.

Até sexta-feira, tinha conseguido só R$ 8.800 dos R$ 120 mil necessários para a produção.

Leia abaixo o depoimento dele:
Paulo Henrique Machado, há mais de 40 anos internado no
Hospital das Clínicas, está criando uma série animada de
televisão em seu leito
Joel Silva/Folhapress 

Minha mãe morreu dois dias depois que eu nasci. Com um ano e meio, tive paralisia infantil. Vim para o Hospital das Clínicas sem movimento nas pernas e, com o tempo, a paralisia atingiu também meu sistema respiratório.

Desde então, dependo do aparelho de respiração artificial para continuar vivo.

Aqui no hospital, aprendi a ler e a escrever. Conclui o ensino médio e fiz vários outros cursos de informática e na área de softwares.

Lembro-me de quando era pivete, podia andar de cadeira de rodas pelo hospital e visitar meus amigos em outros quartos. Líamos historinhas infantis uns para os outros.

Minha capacidade de respiração foi piorando e eu já não podia mais sair da cama. Eu e mais seis amigos, todos com paralisia infantil, fomos transferidos para um quarto [só ele e Eliana Zagui sobreviveram]. Era uma gangue.

Eu e a Tânia éramos os líderes e discutíamos muito. O principal motivo era a televisão. Havia dois aparelhos e a gente ficava competindo pelo volume, pelos programas. Os meninos queriam futebol, as meninas, novela.

PIPAS PELA JANELA
Apesar de estarmos presos às camas, a gente inventava brincadeiras que estimulavam a imaginação.

Eu, o Pedro e o Anderson tínhamos movimentação nos braços [as meninas não tinham] e fazíamos pipas para brincar e para vender. O Anderson conseguia soltar da janela do quarto.

Era engraçado porque não ventava o suficiente. Quando a pipa estava quase subindo, caía. Era muita pipa perdida. Enganchavam nas árvores, ou eram pegas pelos meninos que já ficavam perto do hospital à espera delas. Sempre machucava a mão afiando o bambu com canivete.

Aqui no hospital tive muita oportunidade de fazer coisas que qualquer outra criança podia fazer lá fora, como armar arapucas para pegar passarinho no fundo do terraço. A diferença é aqui a gente só pegava pomba.

Um dia encontrei um gafanhoto e o amarrei com barbante. Fazia de conta que eu era o Pinóquio e ele o grilo falante. Também ganhava "presentes" dos funcionários.

Uma atendente me deu uns tatus-bolas. Outro médico que trabalhava aqui, o doutor Giovani, que eu chamava de pai [Paulo tem pai, mas que raramente o visita], me trouxe duas pererecas, aquelas que dão em rio.

Eu tentava pegar, e elas pulavam. Foi aquela histeria generalizada na UTI.

Em 1992, pensei o que poderia ter para produzir, criar alguma coisa. Foi quando escrevi uma carta para uma empresa pedindo a doação de um computador. Comecei a estudar informática sozinho. Era um modelo MSX, bem limitado. Em 1994, ganhei meu primeiro PC.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Jornalista inventa a "dieta da rede social" para unir os amigos e perder peso caminhando

publicado originalmente no Diário de Pernambuco

Marcos Andrey, de boné na foto, criou a
Marcos Andrey, de boné na foto, criou a "dieta da rede social" para unir os amigos em caminhadas diárias. Foto: Acervo Pessoal/Divulgação
Seja para eliminar uns quilinhos a mais ou por recomendação médica, fazer dieta pode parecer algo sacrificante e até mesmo assustador para quem precisa emagrecer. Para o jornalista Marcus Andrey, 37 anos, a alternativa foi utilizar a força das redes sociais para se livrar da rotina de privações da dieta. A meta dele é perder 40kg em um ano. Para isso, quer contar com a cada dia com ajuda de um amigo diferente disposto a dedicar uma hora para caminhar no Parque da Jaqueira ou na praia de Boa Viagem e, assim, ajudá-lo nesse projeto.

A maratona começou ontem e a previsão é de que dure 365 dias, contados no endereço http://dietasocial.blogspot.com.br. No site, os amigos de Marcus podem marcar o dia para caminhar com ele, com direito a parada para água de coco. Mas a participação não termina com a caminhada. No dia em que é o voluntário da vez, o amigo também deve telefonar antes de cada refeição do dia para dar palavras de incentivo e estímulo.

O projeto começou sem muita pretensão, com uma postagem no Facebook, mas como tudo que envolve rede social, vem crescendo entre os amigos. “Tive a ideia na segunda-feira e vi que recebi muito apoio de todos os meus amigos. Aí pensei que poderia dar certo”, explica Marcos que já está com a agenda cheia de voluntários para esta semana.

O jornalista conta que o incentivo é essencial para alcançar sua meta. “A única forma de combater os maus vícios é com a colaboração dos amigos. Aproveitei a era da rede social para unir os amigos", explica. Das várias dietas que já fez, ele lembra de uma que teve sucesso. Foi quando um grupo de amigos de uma escola de remo, esporte que praticava, ajudava na rotina. Quando nos dispersamos, a dieta desandou e ele voltou a engordar.

Todo esse esforço ainda não tem recomendação médica por traz, mas Marcus garante que procurar uma nutricionista para acompanhá-lo. Na recente rotina da dieta, ele está evitando o excesso nas refeições e cortou os laticínios. Antes das caminhadas diárias, come uma fruta e papa de aveia que, segundo ele, ajuda a controlar pressão alta, única alteração que os recentes exames mostrou.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Fundador da Megaupload alega inocência, mas continuará preso


Fundador da Megaupload alega inocência, mas continuará preso

Mesmo se dizendo inocente, Kim Dotcom, fundador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload, continuará preso de acordo com uma das cortes da Nova Zelândia

Mesmo se dizendo inocente, Kim Dotcom, fundador do site de compartilhamento de arquivos Megaupload, continuará preso de acordo com uma das cortes da Nova Zelândia. Conforme Dotcom, as autoridades estão tentando fazer sua imagem pior a cada informação prestada por elas, o que para ele, nem tudo é verdade.


Em audiência, a procuradora Anne Toohey, afirmou que Dotcom é um risco em ponto extremo, devido a seus acessos a fundos, múltimplas identidades e um histórico de fugir de acusações criminais.
Ainda para complementar, a procuradora Toohey falou que, “O FBI acredita que as somas localizadas não representam todas as contas bancárias do senhor Megaupload”, afirma ela.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Redes sociais podem ser um chamado à ação, ou uma distração


Jovens egípcios usam a internet para divulgar informações sobre manifestações contra Hosni Mubarak


Publicado no New Yor Times [via Folha.com]
Vi no FazAgora

As mídias, incluindo as ferramentas interativas de redes sociais, tornam você passivo, podem solapar sua iniciativa e fazer com que você se contente em assistir ao espetáculo da vida desde seu sofá ou smartphone.

Até mesmo durante uma revolução, ao que parece.

Essa é a tese provocante de um novo artigo de Navid Hassanpour, pós-graduando em filosofia política na Universidade Yale, intitulado “Bloqueios da Mídia Exacerbam Agitação Revolucionária”.

Usando cálculos complexos e vetores que representam a tomada de decisões por parte de potenciais manifestantes, Hassanpour, que é Ph.D em engenharia elétrica pela Universidade Stanford, estudou o levante recente no Egito.

Sua pergunta foi: “Até que ponto foi inteligente a decisão tomada pelo governo do presidente Hosni Mubarak em 28 de janeiro, no meio dos protestos cruciais na praça Tahrir, de fechar as conexões com a internet e os telefones celulares?”.

A conclusão dele é que a decisão não foi tão inteligente assim, mas não pelas razões que se poderiam prever. “A conectividade plena em uma rede social às vezes representa um obstáculo à ação coletiva”, ele escreve.

Em outras palavras: a atividade toda de postar e trocar mensagens no Twitter e no Facebook é ótima para organizar e difundir uma mensagem de protesto, mas também pode transmitir uma mensagem de cautela, adiamento, incerteza, ou, ainda, “não tenho tempo para esta política toda. Você já viu o último figurino de Lady Gaga?”.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Compra coletiva - Cuidado com a capacidade de atendimento!

De volta ao Bússola Cristã Tec após um longo período de dedicação a escrita do Bússola Cristã, todos devem perceber que manter um blog já não é uma tarefa muito fácil, manter dois então é uma tarefa árdua, mas prazerosa. Mas esta será uma dualidade sempre perene, por isso que chamo os dois blogs de verso e reverso, são duas faces de uma mesma Bússola.

Hoje vamos falar um pouco sobre a febre que tem atingindo o Brasil, os sites de compras coletivas, hoje já temos em torno de 40 destes sites por aqui nas terras tupiniquins, já que este tipo de negócio surgiu nos estados unidos, que tem seu maior representante o site GroupOn com mais de 200 cidades catalogadas só nos Estados Unidos. O modelo de negócio basea-se no princípio: 'compra-se em quantidade para diminuir os custos'. Assim, os descontos praticados pelas empresas variam entre 50 a 90 por cento. Bom para o cliente que compra com preço bem abaixo do mercado, e bom para a empresa que recebe antecipado sobre uma venda que, geralmente, tem 6 meses de prazo para ser entregue ao cliente.

Mas nem tudo é uma maravilha como no país de Alice. Vejo muita gente se empolgar comprando promoções em vários site de compra coletiva, que como já citei pelo twitter, é um estímulo ao consumismo desenfreiado, fazendo com que você compre apenas porque está barato, então cuidado, você pode comprar coisas que não está em seus planos fazer uso de um determinado produto ou serviço.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Integração Gmail e GoogleAgenda

Ao criar uma nova mensagem no Gmail percebi o botão convite abaixo do campo de assunto, desta forma você pode enviar um e-mail marcando um compromisso e criar um evento no GoogleAgenda, automaticamente o evento é criado e compartilhado com você e para quem o e-mail foi enviado.


Ao clicar no link Convite você pode configurar o compromisso e pronto, liberado nas agendas.


O recurso de agenda ainda possui o serviço de lhe avisar o compromisso por SMS gratuitamente para clientes da OI e TIM, conforme lista de operadoras compatíveis.

Aproveitem!

Até a próxima.

sábado, 24 de julho de 2010

Boas Vindas!!!

A Blogosfera é um ambiente altamente democrático e participativo, quem pensa em fazer algo sozinho vai fazer para ele mesmo. Com a criação do blog Bússola Tec eu não poderia ter a pretensão de escrever sozinho, é preciso colaborar, ter opiniões diferentes, outras perspectivas da tecnologia. E para isto, nada melhor do que alguém que não trabalha diretamente com tecnologia, mas a utiliza, como ela mesma diz: "Ama, usa e consome tecnologia", Acesse Quem aponta na Bússola e conheça Priscila Aliança a primeira colaboradora do Bússola Tec e do Bússola Cristã. Quer saber mais sobre esta pernambucana.... siga ela www.twitter.com/prialianca

Seja bem-vida!!! Achei sua cara esta bonequinha.

Em breve teremos mais pessoas apontando na Bússola! Aguarde...

Até a próxima.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Qual título você daria a este post?

A maioria de nós quando estava saindo da fase de criança para a adolescência (as vezes antes), começamos a ouvir de  nossos pais: "Estude, conhecimento ninguém tira de você". Muito bem, é uma verdade. A questão é que levamos dentro de nosso subconsciente este mantra, e quando chegamos ao mercado de trabalho temos medo de compartilhar o conhecimento que adquirimos, o que é óbvio, aprendemos que é este nosso diferencial, e que pode nos render uma promoção ou até mesmo o emprego.

Este conceito está arraigado na sociedade de maneira geral, as pessoas têm medo de compartilhar recursos, informação, contatos.... e por ai vai, a lista pode não ter fim. Mas o fato de não se querer compartilhar as coisas, deve-se ao conceito de que compartilhar é associado ao conceito de perda, quando deveria ser somar. Daí teme-se a perda de controle, de faturamento, de clientes, de amigos... outra lista sem fim.

O conceito é eu forneço, você consome! Lógico, dentro do que eu desejo liberar para seu consumo, ou do que me é conveniente. Isto vai das mídias informativas, televisão, artes, blogs e Softwares! Mas já há alguns anos estamos vivendo uma mudança nesta forma clientelista de ganha-perde, a cooperação do ganha-ganha tem tomado lugar. O lugar onde todos podem e devem ganhar e ter espaço e contribuir para a melhoria de algo que já existe, não deveríamos reinventar a "roda", vamos melhora-lá!!! Mas as pessoas querem ser o primeiro, o melhor, ainda que não dê o crédito a quem iniciou, ou pior, não deixamos ninguém contribuir com a melhoria do processo.

Jonh Maxwell, em um de seus livros (não me lembro qual) tem uma frase que acho extremamente adequada: "As pessoas defendem o que ajudam a criar". Os "nerds" dos desenvolvimento colaborativo de softwares estão anos luz na frente dos presunçosos que acham que podem fazer tudo sozinho, ou que são donos da verdade. Neste mundo da Web 2.0 todos são fornecedores e consumidores, de informação, de templates, de projetos, de lazer, comunicação.... outra lista sem fim! Este princípio é que tem feito as redes sociais explodirem, pela possibilidade das pessoas poderem exercer a contribuição, algo que eu acredito estar no gene humano, apesar de adormecido pelo individualismo.

Só temos dois caminhos, ou reaprendemos a cooperar, ou estaremos socialmente excluído desta nova sociedade, veloz e mais informada do que nunca! Não podemos e teremos condição de estar inventando uma roda a cada semana, coopere, contribua, permita que as pessoas cresçam junto com você e toda a sociedade ganhará, melhorando uma roda já existente.

E para fazer diferente não dei um título a este post, deixe seu comentário e dê um título a este post.
Colabore e faça a diferença!

Até a próxima!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Ambientes Colaborativos, lenda?



Com o advento da Web 2.0 a interatividade da web ficou muito mais amigável para os usuários, facilidades como clicar e arrastar, blibliotecas de vídeos, sites de relacionamento, blogs, ligaram ainda mais as pessoas virtualmente.

Isto sem falar de cursos de Eduacação a Distância (EAD), modalidade hoje já reconhecida pelo MEC, inclusive para cursos de graduação e pós-graduação. Ao contrário do que muita gente pensa, você tem que estudar muito mais do que em um curso presencial, no qual o professor já traz o conhecimento "mastigado" para o aluno, na EAD você tem que ir em busca do conhecimento, compartilhar, construir conhecimentos juntos.

Segundo o instituto Gartner, especializado em tendências de TI, em 2015 os profissionais irão gastar mais de 80% do seu tempo trabalhando em colaboração remota (Você S/A, Março 2008).

O que falta para as empresas aderirem com mais vigor ao Home Office(trabalhar em casa)? Alguns dos fatores que ainda criam barreiras para as empresas é um ambiente que promova de fato cooperação entre os membros de uma equipe e o efetivo controle das atividades, a questão cultural de não ter seu funcionário sob o alcance dos olhos do chefe. A bem da verdade, nem todos tem um perfil adequado para o Home Office, mas este vai ser um caminho para principalmente para deixar de se perder tempo nos congestionamentos, cada vez maiores nos grandes centros urbanos.

Nós, profissionais de tecnologia da informação, precisamos estar atentos as tendências do mercado, criar e adaptar ferramentas e ambientes que promovam suporte a cooperação virtual. Estudar no mundo virtual já uma necessidade e um hábito que muitos de nós já inseriram no seu dia-a-dia, mas não basta apenas estudar, precisamos contribuir com a disseminação do conhecimento.

Dissemine o trabalho e o estudo cooperativo apoiado por computador. Está já é uma realidade, sai na frente.
Related Posts with Thumbnails