"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Anúncio inspirado em pai de santo turbina oficina de computadores mantida por engenheiro


Publicado no Estadão
Aqueles anúncios peculiares colocados em postes, que garantem o retorno do amor frustrado, serviram de inspiração para o engenheiro eletrônico Henrique Tyszler. Dono de uma oficina de manutenção de computadores, ele bolou uma panfleto inspirado nos muitos pais e mães de santo da cidade e conseguiu o que queria: chamar a atenção da clientela.
No anúncio, Tyszler se autodenomina ‘Pai Henrique do PC’ e, entre outras promessas, garante trazer o Windows de volta em três dias, além de fechar a rede contra o olho gordo dos hackers e exorcizar PCs que foram formatados pelos sobrinhos dos usuários.
ESTADAO PME - HENRIQUE TYSZLER - PAI HENRIQUE
Com 70 anos e já aposentado, Tyszler imprimiu alguns panfletos e colocou o anúncio também em seu perfil no Facebook. A ideia, ele garante, era brincar com os clientes da oficina que mantem há 11 anos no bairro do Paraíso, zona sul da capital. O resultado foi imediato.
“As pessoas gostaram. Na mesma semana eu vi meu anúncio nos blogs e acredito que deve ter dado um incremento de uns 20% em clientes por causa dessa propaganda”, conta o empreendedor, que gastou cerca R$ 100.
“Foi mais o tempo de escrever o anúncio, fiquei quase um mês bolando o texto”, conta. “É interessante que o que eu escrevo lá, fora a sátira de trazer sinal Wi-Fi do além, o resto eu faço tudo. Realmente instalo o Windows em três dias”, diz o engenheiro que também fez um site para sua propaganda, o paihenriquedopc.com.br. “Eu até coloquei meu currículo lá para as pessoas verem que eu sei do que estou falando, que realmente tenho uma carreira na área.”

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Samsung registra patente para óculos inteligentes

publicado na InfoExame
Oculos-1
A Samsung registrou uma patente do que pode vir a ser seu dispositivo concorrente com os óculos Google Glass.
A patente foi registrada nesse mês na Coreia do Sul e mostra um conceito com armação transparente, botões laterais e um painel frontal que traz uma câmera embutida.
Oculos-2
Segundo a descrição da patente, os óculos poderiam ser pareados com um smartphone para exibir informações ou controlar alguma função. Fones de ouvido também permitiriam ao usuário ouvir músicas ou receber ligações.
Ao contrário dos óculos do Google, a patente da Samsung exibe fios dos dois lados da armação do dispositivo com um plug conector na ponta dos mesmos. Por ser um conceito, ainda não se sabe se e quando a empresa poderá lançar seus óculos inteligentes.
Oculos-3
Via: WSJ

quarta-feira, 7 de março de 2012

Blogueiro usa rap para dar importantes lições de negócios



Ben Horowitz, famoso investidor do Vale do Silício, encontra no rap lições valiosas para empreendedores de tecnologia
Publicado originalmente no New Tork Times [via iG]
À primeira vista, o Vale do Silício, onde engenheiros escrevem códigos vestidos com calças de algodão cáqui, pode não ter muito a ver com o rap, estilo musical em que artistas vestidos com calças abaixo da cintura escrevem letras irreverentes.
Porém, Ben Horowitz, famoso investidor de risco daqui, diz que o rap guarda um tesouro de lições para empreendedores tecnológicos. Horowitz manda jogar pela janela as aulas e livros de negócios e ouvir as letras de rap.
Ele aplica essa teoria num blog, que atraiu leitores de tecnologia e outros executivos oferecendo lições de negócios, quase todas precedidas por uma letra de rap que resume uma moral, e gravações do site musical Grooveshark. No processo, ele uniu duas culturas do Vale do Silício, que não é exatamente conhecido pela diversidade racial ou cultural.
Empreendedores podem se dar bem ouvindo o conselho de Horowitz. Ele abriu a empresa de capital de risco Andreessen Horowitz com Marc Andreessen, um dos fundadores da Netscape, que ganhou rios de dinheiro com investimentos em companhias como Groupon e Skype, e deve ganhar ainda mais com o lançamento das ações do Facebook. Em janeiro, a empresa anunciou que formara seu terceiro fundo em três anos, US$ 1,5 bilhão em dinheiro novo, uma quantia alta até mesmo no Vale do Silício. Antes, os dois homens haviam fundado a Opsware, companhia de software para data centers, e vendido a empresa para a Hewlett-Packard em 2007.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

100 milhões de europeus nunca usaram a internet

publicado na InfoExame


Bruxelas - Quase um quarto dos 500 milhões de habitantes de países da União Europeia nunca usaram a Internet e há uma divisão que vem se agravando entre o norte da Europa e as regiões mais pobres sul e leste, mostraram dados divulgados nesta quarta-feira.
Mais da metade da população da Romênia e pouco menos da metade dos habitantes de Bulgária, Grécia, Chipre e Portugal não têm acesso à Internet em casa, segundo dados da Eurostat, agência de estatísticas da UE.
Além de evidenciarem disparidades geográficas em uma das regiões mais desenvolvidas do mundo, os dados ressaltam a falta de oportunidades que as pessoas de comunidades mais pobres têm de tirar proveito de avanços tecnológicos como a Internet, que forneceram bens de menor custo e serviços a milhões de pessoas.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Quem quer trabalhar no novo escritório do Google?


Matéria de Soraia Yoshida, para a Época Negócios, vi no Blog dos Alunos da Metô
Novo escritório do Google parece nave espacial de Star Wars


O Google sempre prega que seus engenheiros apresentem novas ideias e, para estimular sua criatividade, a empresa se esforça em criar um ambiente que é a inveja de muitas empresas – e o sonho de milhares de funcionários. Acabou criando uma tendência que já foi copiada pelo Facebook.
Ao inaugurar seu novo escritório em Londres, o Google apresentou o que será o “ambiente de trabalho” da  turma. Veja… e babe.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Recife concentra maior pólo de informática do país

http://flammarion.files.wordpress.com/2010/07/porto-digital.jpg?w=460&h=345 

 

Centro velho abriga o maior parque tecnológico de inovação do Brasil. Empresas inventam novos softwares e conquistam clientes mundialmente.

Recife, em Pernambuco, concentra o maior pólo de informática do Brasil, com empresas que inventam novos softwares e conquistam clientes no mundo inteiro. A maioria delas está no centro velho, que abriga o maior parque tecnológico de inovação do Brasil.

São empresas que produzem sistemas que controlam hospitais, escolas, gerenciam bancos de dados e são responsáveis pela gestão financeira de multinacionais, além de programas de computador que acendem, desde um único semáforo, até grandes metrópoles.

Perto do marco zero da capital, funciona o porto digital, uma reunião de 200 empresas de tecnologia, que geram seis mil empregos e faturam R$ 700 milhões por ano. Nesses prédios históricos nascem novidades usadas no mundo inteiro.

A empresa criada por Ismar Kaufman, o primeiro a chegar ao local no fim dos anos 90, com apenas R$ 1 mil, hoje vale R$ 10 milhões. Desde o princípio, o empresário foi apoiado pelo Sebrae, que tem um projeto de desenvolvimento das empresas de tecnologia da informação.

“São quatro vertentes que o projeto trabalha. Trabalha a vertente da inovação, da integração, da capacitação técnica e gerencial e mercado. Especificamente em mercado, a ideia do projeto é prospectar novos mercados, tentando identificar para as empresas que fazem parte do APL as oportunidades externas”, afirma Péricles Negromonte, do Sebrae em Pernambuco.

A equipe de Ismar Kaufman é formada por 38 especialistas em computação. Eles criaram um programa que gerencia, sozinho, a manutenção e a operação de grandes empresas de energia, gás e transporte. O software está instalado em mais de 20 companhias, em todo o Brasil e é responsável por um terço da transmissão de energia elétrica no país.

“Se a gente buscar isso no dia-a-dia, deixar de fazer discurso e buscar isso na prática do dia-a-dia, a gente consegue, mesmo em empresas pequenas como a nossa, desafiar grandes multinacionais e liderar mercados como a gente tem liderado o mercado de transmissão de energia no brasil. E agora a gente está tentando outros mercados também”, diz Ismar Kaufman.

Há 10 anos, a empresa cria programas ou aluga mão-de-obra para clientes dos Estados Unidos. Agora, o software é usado pelos aeroportos de Cabo Verde, na África. O Sebrae faz missões internacionais em busca de negócios para o porto digital. “As empresas do porto digital já exportam. Isso gira em torno de um faturamento de R$ 154 milhões por ano só de exportação”, completa Negromonte.

Numa capacitação do Sebrae, os funcionários aprenderam melhores práticas no desenvolvimento de programas. O resultado foi uma redução de 56% na quantidade de erros. O Sebrae também ajudou a empresa a conseguir a certificação para os processos de teste do software.
“Isso trouxe ganhos muito grandes para os nossos clientes. A gente sabe exatamente quanto tempo vai testar cada funcionalidade, cada versão nova que a gente vai testar para os nossos clientes”, afirma Kaufman.

Estudantes
Os estudantes de computação também conseguiram espaço no mercado. O porto digital tem uma área exclusiva para o desenvolvimento de projetos. É uma incubadora onde 13 jovens empresas criam produtos inovadores.


Um deles já teve a qualidade reconhecida num prêmio nacional: um programa para pagar a conta em bares e restaurantes através do celular. Uma invenção de quatro colegas de faculdade. “A gente pensou em alguma coisa para evitar essas filas. Foi daí que surgiu o produto”, diz Bruno Inojosa, empresário.

O sistema não é complicado. O cliente cadastra seus cartões de crédito no site da empresa. Quando for ao restaurante, basta fornecer o número do celular para o garçom. Na hora de ir embora, checa a conta no aparelho e autoriza o pagamento.

“Aí ele recebe uma confirmação de que o pagamento foi realizado. o sistema financeiro do estabelecimento também recebe a confirmação. E já pode sair do estabelecimento sem precisar passar no caixa”, diz Bruno.
O grupo foi premiado na Campus Party, considerada o maior evento de inovação, ciência, criatividade e entretenimento digital de todo o mundo. Durante a feira, em São Paulo, eles ganharam R$ 100 mil para desenvolver o produto. O dinheiro vai ser investido em consultorias de segurança e no desenvolvimento de um sistema de vendas. A ideia é colocar o software no mercado no segundo semestre.

“A gente largou tudo, largou estágio. Está apostando nesse produto para sobreviver dele. A gente quer lançar essa inovação no mercado e, se der certo, a gente vai com força total”, afirma Bruno.

Fonte: Plenário - A notícia agora

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Empresa aumenta sua receita em 18% com o uso de tablets

Para encantar clientes, empresas compram iPads

Quando visita um cliente, a representante comercial Ana Kátia Sobrinho não carrega embaixo do braço mostruários ou catálogos de sapatos.

Sua nova ferramenta de trabalho está guardada dentro da bolsa. Para apresentar seu portfólio de produtos, ela saca um iPad e, com os dedos, passa as imagens dos diferentes modelos e cores disponíveis.

No início do ano, a fabricante de calçados Di Valentini comprou 16 tablets para sua equipe de vendas. O resultado foi imediato: a empresa aumentou sua receita em 18%. A Di Valentini não é a única a se aproveitar dos recursos oferecidos pelo aparelho no dia a dia dos negócios. De acordo com a consultoria IDC Brasil, as empresas brasileiras devem comprar até 120 mil tablets até o final deste ano. É o equivalente a 40% do total projetado para o mercado nacional.

A Xerox Brasil já conhece há algum tempo os benefícios de usar o iPad no dia a dia dos negócios. Um dos primeiros funcionários da empresa a adotar o tablet da Apple foi o CEO, Villy Fine. Ele passou a usar a primeira versão do aparelho para acessar emails e arquivos em julho de 2010, apenas três meses depois da sua chegada ao mercado americano.

Fine percebeu que poderia economizar minutos preciosos do expediente usando o iPad para realizar algumas tarefas. “O iPad baixa meus emails em dois minutos", afirmou Fine. “Antes esperava mais dez vezes mais até meu Outlook sincronizar com o servidor".

Com a carta branca do presidente, cinco diretores resolveram adotar o aparelho. O diretor de comunicação Rafael Veras é um deles. “O iPad tem uma função intermediária, para os momentos em que você não tem tempo para abrir o notebook e precisa de um nível de profundidade maior que o do smartphone”, diz Veras.
Economizar tempo não é a única aplicação do iPad nos negócios. Com sede em São João Batista, em Santa Catarina, a Di Valentini começou a migrar seus catálogos e mostruários para dentro do aparelho da Apple. A mudança implantada desde o início do ano representará uma economia de quase 19 000 reais ao mês.

Mais importante, as vendas no período chegaram a 267 000 reais. O resultado foi tão positivo que a fabricante de calçados começou a desenvolver um aplicativo especial para ajudar os representantes comerciais nas vendas. “Os vendedores carregam menos volume, menos peso e ganham mais agilidade”, afirma José di Ortiris, dono da empresa e responsável pela implantação do projeto.

A fabricante de remédios EMS é outra empresa que resolveu substituir os catálogos pelo iPad. No final do ano passado, a empresa investiu 2,5 milhões de reais na compra de 1 500 tablets. Apesar do custo alto, o retorno será sentido a curto prazo. A empresa espera economizar 4,2 milhões de reais ao ano. “Até o fim de 2011 não haverá papel dentro da EMS”, diz Waldir Eschberg Jr, vice-presidente de marketing.

Outras empresas do setor já planejam extinguir o papel. A Eurofarma vai distribuir o tablet da Apple para 
cada um dos representantes de vendas espalhados pelo país. Com o investimento de R$ 1,5 milhão, a companhia espera economizar pelo menos 55 toneladas de papel ao ano. “O projeto teve início em agosto e, conforme você caminha, as possibilidades vão se ampliando”, afirma Helton Carvalho, executivo de marketing da Eurofarma. 

 Leia a material completa na INFOExame

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Em tempos de crise, investir em TI?


Retornando à escrita após alguns dias de férias, andei lendo muitas matérias e a maioria delas faz alusão de forma direta ou indireta sobre a crise mundial que ainda persiste, mostrando que apenas a posse de Barack Obama não seria capaz de acalmar os ânimos do mercado financeiro. Segundo informações no site do UOL a maioria das bolsa no mundo abriram o pregam de hoje em baixa (Fonte: http://economia.uol.com.br/ultnot/afp/2009/01/21/ult35u66512.jhtm)

Mas neste início de ano, no meio de incertezas econômicas e perspectivas de pequeno crescimento na economia do pais, muitas empresas retraíram seus investimentos, outras estão tomando ações mais fortes como redução de salários, carga horária e até demissões.

Em um cenário como este é muito mais difícil convencer alguém em investir, principalmente em TI, muitos gestores pensam pela fórmula simplista Lucro = Receita - Despesas, e para manterem o Lucro em índices aceitáveis mexem essencialmente na variável despesa, o que não é de todo errado mexer no custo, mas apenas nele é temerário. Mas, ações como esta podem resolver o problema no curto prazo, a médio e longo prazo a geração de valor agregado para a empresa fica comprometida.

Investimento sempre deve trazer retorno para o capital aplicado, nenhum gestor que se preze vai colocar dinheiro em um projeto que não tenha idéia da taxa de remuneração do seu capital e em quanto tempo seu capital será recuperado, ou quanto de valor vai ser agregado ao seu patrimônio. Este raciocínio deve ser aplicado mesmo em tempos de calmaria financeira, mas em tempos de crise, com recursos mais escassos, o cuidado no investimento deve ser maior. Mas é preciso investir certo, para que os investimentos possam dar diferencial competitivo para a organização.

Um exemplo de uma organização que investiu é a Ágora Corretora, investiu no aperfeiçoamento de seu parque tecnológico e nos processos de gestão de nível de serviço para seus clientes, monitorando em tempo real suas aplicações de home broker, aplicações de seus usuários, usuários do site, atendimento via telefone entre outros. "Tal investimento visa garantir a satisfação do cliente, refletindo no crescimento da companhia", diz Guilherme Medina gerente de TI da Ágora.
(Fonte: http://info.abril.com.br/corporate/infraestrutura/agora-corretora-centraliza-ti-para-gerenciar-melhor.shtml)

Então o que fazer para que sua diretoria aceite seu projeto de melhoramento em TI? Tente responder as perguntas abaixo:

- Como está seu histórico de sucesso em outros projetos na organização?
- Como anda a confiança da diretoria nos atuais serviços?
- A TI está alinhada com os objetivos estratégicos da organização?
- Seus indicadores de avaliação expressam resultados financeiros para a organização?
- A diretoria enxerga a TI como ferramenta estratégica de crescimento?

Se você tem respostas positivas para estas perguntas, você está no caminho para propor novos projetos para melhorar o desempenho da organização através da TI mesmo em meio a crise mundial. Caso contrário, a organização precisa ser modernizada para que então a TI seja modernizada, de outra forma não haverá razão para se investir em nenhum projeto de TI.

A TI por si só não faz milagre, quase faz, mas "não adianta colocar remendo novo em tecido velho". Modernizar a gestão, identificar os pontos falhos, encontrar indicadores que auxiliem a demonstração dos rumos que a organização deve trilhar, além de uma equipe comprometida com o resultado são ações que ajudarão. Isto não é tudo, mas vale apena refletir sobre o que se deseja alcançar com o investimento no projeto, caso contrário esqueça!

Até a próxima semana.
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