"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Africano cria impressora 3D com lixo eletrônico

A impressora 3D já se revelou grande aliada do presente e do futuro. Além de ajudar crianças com deficiência  e animais machucados, também facilitará jornadas mais ousadas ao espaço, se depender da Nasa.
Com essa visão, o africano Kodjo Afate Gnikou se empenhou para construir uma impressora 3D com lixo eletrônico. E não é que o projeto foi bem sucedido?! Com U$ 100 e partes de equipamentos digitais que já não funcionavam mais, ele construiu um modelo que pode ajudar seu país de origem, o Togo.
O descarte de aparelhos e componentes eletrônicos é um dos problemas mais graves do mundo. Além de promover a reciclagem desses materiais, Kodjo torna a impressora 3D mais economicamente acessível (no mercado americano, você não consegue por menos de alguns milhares de dólares).
A ideia genial do africano vem de sua experiência no grupo WoeLab, na cidade de Lomé, que reúne hackers que querem tornar possível um projeto de expedição para Marte com aparelhos feitos a partir do lixo eletrônico. Para que esse projeto dê certo, o sucesso da impressora 3D é crucial.
Mas claro que as vantagens do trabalho de Kodjo vão muito além da realização da talviagem espacial. De acordo com informações da página de crowdfunding em que o projeto foi anunciado – e totalmente financiado!  –, ele pretende “colocar a tecnologia à disposição de pessoas carentes, tornando possível que a África não seja apenas espectadora, mas protagonista nessa revolução industrial virtuosa”.
Dar uma segunda vida aos objetos não só diminui o lixo e o desperdício, como também contribui para a economia, a qualidade de vida de terceiros e a conservação da natureza.
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

‘Ligação 06565′ não causa prejuízos, diz Anatel

Compartilhado nas redes sociais, o aviso informa que as chamadas suspeitas poderiam clonar os números e retirar créditos pré-pago


via Tribuna do Ceará

Você já recebeu alguma ligação do número iniciado com “065 65 20″? A denúncia de um suposto 
golpe envolvendo chamadas originadas desse DDD tem deixado muitos usuários de telefonia móvel em estado de alerta no Ceará. Compartilhado nas redes sociais, o aviso informa que as chamadas suspeitas poderiam clonar os números e retirar créditos pré-pago.

No entanto, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é improvável que um telefone seja clonado a partir de uma chamada de voz. Segundo a empresa reguladora, que ainda está investigando o caso e não sabe a procedência das ligações, a única forma de que outras pessoas tenham acesso aos dados dos usuários é se estes os fornecerem. Além disso, caso se confirme que trata-se de um golpe, a empresa acionará a polícia.


Na maioria dos casos, as pessoas relatam que não conseguiram atender as ligações porque estas teriam sido canceladas após o primeiro toque. Por esse motivo, o titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações, Jaime de Paula Pessoa, não vê razões para que as pessoas tenham medo. “Não existe o teor dessas ligações, a delegacia não tem o conhecimento de nenhum caso, apenas da história que se espalhou nas redes sociais”, argumenta.

A estudante Arícia Martins, que recebeu a chamada suspeita por volta das 15h desta segunda-feira (27), conta que já havia visto nas redes sociais à respeito da possibilidade de ter o número clonado. “Na verdade foi só um toque, na hora que eu ia rejeitar, a ligação caiu. Não atenderia nem retornei”.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Anúncio inspirado em pai de santo turbina oficina de computadores mantida por engenheiro


Publicado no Estadão
Aqueles anúncios peculiares colocados em postes, que garantem o retorno do amor frustrado, serviram de inspiração para o engenheiro eletrônico Henrique Tyszler. Dono de uma oficina de manutenção de computadores, ele bolou uma panfleto inspirado nos muitos pais e mães de santo da cidade e conseguiu o que queria: chamar a atenção da clientela.
No anúncio, Tyszler se autodenomina ‘Pai Henrique do PC’ e, entre outras promessas, garante trazer o Windows de volta em três dias, além de fechar a rede contra o olho gordo dos hackers e exorcizar PCs que foram formatados pelos sobrinhos dos usuários.
ESTADAO PME - HENRIQUE TYSZLER - PAI HENRIQUE
Com 70 anos e já aposentado, Tyszler imprimiu alguns panfletos e colocou o anúncio também em seu perfil no Facebook. A ideia, ele garante, era brincar com os clientes da oficina que mantem há 11 anos no bairro do Paraíso, zona sul da capital. O resultado foi imediato.
“As pessoas gostaram. Na mesma semana eu vi meu anúncio nos blogs e acredito que deve ter dado um incremento de uns 20% em clientes por causa dessa propaganda”, conta o empreendedor, que gastou cerca R$ 100.
“Foi mais o tempo de escrever o anúncio, fiquei quase um mês bolando o texto”, conta. “É interessante que o que eu escrevo lá, fora a sátira de trazer sinal Wi-Fi do além, o resto eu faço tudo. Realmente instalo o Windows em três dias”, diz o engenheiro que também fez um site para sua propaganda, o paihenriquedopc.com.br. “Eu até coloquei meu currículo lá para as pessoas verem que eu sei do que estou falando, que realmente tenho uma carreira na área.”

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Cancelei a minha conta no WhatsApp

artigo_74305Fábio Bandeira, no Administradores
Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo.
A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook.
As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro).
O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver… muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras.
A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando “artigo de luxo”. Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing… Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros.
Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social.
As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo.

Na revista Administradores

Na edição novembro/dezembro da revista Administradores resolvemos questionar sobre o WhatsApp em nossa editoria contraponto. Colocamos dois especialistas para defenderem sua tese e apontar as vantagens e desvantagens do aplicativo. Você pode ler aqui o que os dois especialistas falaram.
Confesso que minha opinião foi alterada ao longo do tempo. Antes favorável à facilidade de comunicação que o WhatsApp poderia gerar, coloco-me hoje a favor da comunicação real, do tête-à-tête, sem as barreiras das mini telas. Apesar de não me encaixar no perfil alienado (como aquele citado acima), estar no aplicativo me colocava no status de condescendente com algo que sou contra. Isso estava incomodando.

Que tal refletir

Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular?
Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se “dedica” a eles?
Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram.
Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual.
Enquanto isso não acontece, acho melhor deixar minha conta do WhatsApp cancelada.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

‘A privacidade na web é uma ilusão’

Homem protesta do lado de fora de complexo do Exército norte-americano na Alemanha FOTO: Kai Pfaffenbach/Reuters


Ligia Aguilhar, no Estadão

Responsável por elaborar relatórios de cibersegurança para Obama diz que é impossível evitar o monitoramento

SEUL – Diretor do Centro Internacional de Estudos Estratégicos (CSIS, na sigla em inglês), James Lewis já liderou a produção de uma série de relatórios sobre segurança na internet para o presidente americano Barack Obama. Considerado um dos maiores especialistas em cibersegurança do mundo, é autor de mais de 90 publicações sobre assuntos relacionados ao tema.
Em entrevista exclusiva ao Link no mês passado, durante a Conferência de Cibersegurança em Seul, na Coreia do Sul, Lewis falou sobre o escândalo da espionagem norte-americana, afirmou que todos os países possuem algum tipo de vigilância, que o Brasil não é defensor da democracia e que a privacidade na internet é uma ilusão. Confira os principais trechos:
O Brasil defende um modelo descentralizado de regulação da internet. É a melhor opção?
Quando o modelo de regulação atual foi decidido, a maioria dos usuários da internet eram americanos. Hoje não é mais assim. As instituições criadas na época precisam se tornar globais. Esperamos que o Brasil se coloque ao lado da liberdade de expressão e defenda a internet aberta.
Muitos dizem que todos os países já sabiam sobre a espionagem. Se isso é verdade, por que continuamos tão vulneráveis? 
Os especialistas sabiam, mas o grande público não. E ele não entende quão vulnerável está na web. A internet é totalmente insegura. Enviar um e-mail é como mandar um cartão postal, as informações estão abertas. A privacidade é uma ilusão. E o (Edward) Snowden acabou com essa ilusão.
Essa espionagem é uma forma de ciberguerra?
Não. A espionagem é comum. Sempre falei com outros países sobre esse assunto e não encontrei nenhum que não estivesse engajado em algum tipo de espionagem. Tenho quase certeza que o que o Brasil faz tem foco doméstico. Não me surpreenderia descobrir que países da América do Sul espionam uns aos outros. Alguns documentos do Snowden mostram a inteligência de outros países. Eles vão aparecer e reformular o debate.
O Brasil tomou medidas contra a espionagem como criar um serviço de e-mails nacional e comprar um satélite. Funciona?
Isso tudo é “fofo”. Temos uma cadeia de suprimentos global, não fazemos mais as próprias tecnologias e isso cria riscos. É um dilema. Mas não significa que é viável economicamente fazer as próprias empresas. Rússia, EUA, Reino Unido, Israel e talvez os 20 ou 30 maiores cibercriminosos do mundo são capazes de quebrar qualquer sistema de segurança existente no mundo.
O que Brasil deveria fazer?
Pode fazer as empresas observarem melhor suas engrenagens, criar redes mais seguras e se engajar de forma positiva internacionalmente. A democracia não acontece. Há pessoas que a defendem. Não vejo o Brasil fazer isso.
O que você quer dizer?
Não vejo o Brasil defender a democracia. Não tenhamos ilusões sobre isso. O Brasil não assinou a Convenção de Budapeste e isso é muito questionável. Façam isso, invistam em engrenagens básicas, defendam a internet aberta e 90% do problema vai desaparecer.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Samsung registra patente para óculos inteligentes

publicado na InfoExame
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A Samsung registrou uma patente do que pode vir a ser seu dispositivo concorrente com os óculos Google Glass.
A patente foi registrada nesse mês na Coreia do Sul e mostra um conceito com armação transparente, botões laterais e um painel frontal que traz uma câmera embutida.
Oculos-2
Segundo a descrição da patente, os óculos poderiam ser pareados com um smartphone para exibir informações ou controlar alguma função. Fones de ouvido também permitiriam ao usuário ouvir músicas ou receber ligações.
Ao contrário dos óculos do Google, a patente da Samsung exibe fios dos dois lados da armação do dispositivo com um plug conector na ponta dos mesmos. Por ser um conceito, ainda não se sabe se e quando a empresa poderá lançar seus óculos inteligentes.
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Via: WSJ

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Livraria digital iba quer chegar a 1 milhão de clientes este ano

imagem: Internet

Marina Tsutsumi, no Mobili Time

Pela primeira vez, os principais players do mercado de conteúdo digital, como Amazon, Kobo e iba, participam de uma edição da Bienal do Livro no Rio de Janeiro. MOBILE TIME conversou com a brasileira iba sobre as expectativas do mercado e do evento, que vai até o próximo domingo, 8 de setembro.

O iba tem mais de 18 mil publicações no portfólio, entre e-books, revistas e jornais digitais e supera mais de 500 mil usuários com seus aplicativos para iPad, tablets Android e Windows PC. “A participação do iba na Bienal é um marco para a gente, porque pela primeira vez o mercado entende que tem uma base instalada de tablets suficiente para existir um espaço para o livro digital. Pela primeira vez valeu à pena montar um espaço lá. O retorno das pessoas foi muito positivo, há um bom público que já nos conhecia e, ao mesmo tempo, um público enorme, principalmente jovens, que estão prontos para descobrir a leitura digital”, diz Ricardo Garrido, diretor de operações do iba.

A loja tem registrado um crescimento médio de 50 mil clientes por mês nos últimos meses e espera alcançar 1 milhão de leitores até o final do ano. Garrido acredita que há dois fenômenos paralelos que vão determinar esse aumento: “O primeiro é que a leitura digital ainda não explodiu no Brasil. Muita gente esperava que isso acontecesse em 2012. Parece que agora é o momento que vai acontecer. Ao mesmo tempo, a base de tablets cresceu muito além do que todo mundo imaginava, impulsionada principalmente pelos tablets low end. Com isso, as pessoas estão sedentas por algo, por apps e funções com um uso mais bacana dos tablets.”

No futuro, o diretor espera que o mercado de livros digitais cresça gradativamente, com as pessoas que já possuem hábito de leitura e que vão migrar para a plataforma digital, e também com novos leitores. “A conquista de novos leitores é um movimento mais lento, que virá com a mudança de geração. Isso tem a ver com a educação e com o preparo cultural dos leitores, puxados pela disponibilidade de plataformas, pelo lançamento de conteúdo e pela transformação da educação”, afirma.

Perfil dos leitores
Segundo uma pesquisa do iba, realizada com 10 mil leitores no final de 2012, o perfil do público consumidor de conteúdo digital é essencialmente masculino (cerca de 60%), com idade média de 38 anos e das classes A e B. “Hoje o perfil é de chefe de família, adulto e bem pago. Mas com o crescimento dos tablets mais baratos e a entrada desse dispositivo na educação, esse perfil vai sofrer grandes transformações nos próximos dois anos”, conclui Garrido.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Holanda inaugura 1ª escola 'Steve Jobs' que ensina os alunos em iPads

Metodologia da Steve Jobs School desenvolve criatividade das crianças. Ao todo serão inauguradas 12 unidades para atender mil alunos.

Menina ouve música em iPad da Steve Jobs School, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)
Menina ouve música em iPad da Steve Jobs School, na Holanda
(Foto: Michael Kooren/Reuters)
Publicado por G1
Alunos da Steve Jobs School
(Foto: Michael Kooren 
/Reuters)
Uma escola onde cada estudante recebe um iPad conectado na internet. Nada de lousa, giz, professor passando lição, nem uniformes. A Holanda experimenta um novo formato de ensino voltado totalmente para a tecnologia e a interatividade do aluno com o conteúdo. A cidade de Sneek inaugurou esta semana a primeira unidade da Steve Jobs School, a escola experimental criada a partir dos conceitos e da tecnologia desenvolvidos pelo fundador da Apple que morreu em 2011.

Pela metodologia da escola, as crianças “vão escolher o que desejam aprender com base no que passar a ter curiosidade”. A escola explica em seu site oficial que “o ensino baseia-se nos talentos de cada estudante e tem como objetivo trazê-los para desenvolver e fortalecer, nomeadamente por meio da cooperação. A pedagogia e didática levam em conta o estilo de aprendizagem individual do aluno”.

Ao todo serão 12 escolas espalhadas pela Holanda. A iniciativa é da O4NT (Educação para um novo tempo), uma ONG que promove a inclusão de iPads para a educação infantil. A proposta é oferece as ferramentas e o conteúdo para crianças de 4 a 12 anos. A previsão é que mais de 1 mil crianças vão estudar neste modelo.


Menino mexe em iPad durante a aula
(Foto: Michael 
Kooren/Reuters)
Além do espaço físico, a escola oferece um ambiente virtual de aprendizagem para as crianças. “O ensino é focado em adquirir as habilidades do século 21 como a criatividade, a inovação eo pensamento crítico, resolução de problemas, habilidades motoras empréstimos comunicação, colaboração, adaptabilidade, liderança, produtividade e social. Os alunos irão fazer uso do mais recente hardware e software. Como eles adquiram as competências básicas implicitamente definidos para as escolas primárias”, diz a escola em sua apresentação.

Os pais são peças fundamentais para ajudar os alunos a desenvolver suas habilidades, segundo a Steve Jobs School.









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Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren/Reuters)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Receita vai usar reconhecimento facial para identificar suspeitos de não declarar bens

imagem: Internet - reconhecimento de emoções através da face

Mariana Schreiber, Folha de S.Paulo

A Receita Federal está desenvolvendo um sistema que vai fazer o reconhecimento facial dos passageiros aéreos internacionais para identificar pessoas suspeitas de estarem extrapolando a cota permitida para a compra de produtos no exterior sem declarar.

Atualmente, o limite é de é de US$ 500 no caso de turistas que chegarem por vias aéreas ou marítimas e de US$ 300 para viajantes terrestres.

O subsecretário de aduana e relações internacionais da Receita, Ernani Argolo Checcucci Filho explicou que o objetivo é que as companhias aéreas passem a lista das pessoas que embarcaram no avião --seus nomes e dados como volume de bagagem-- para que a Receita cruze essas informações com outros dados, levantando suspeitos.

A partir daí essas pessoas serão identificadas quando passarem por um aparelho que fará o reconhecimento facial a partir da foto do passaporte que já estará no sistema da alfândega.
"A pessoa nem precisará parar. O reconhecimento será feito com ela andando. A intenção é ser menos intervencionista possível, mas ao mesmo tempo parar os casos que devem ser parados [na alfândega]", disse ele.

terça-feira, 28 de maio de 2013

'Me sentia em um pesadelo', relata mulher que se diz alérgica a tecnologia

  • A nutricionista Julia Taylor, 53, afirma ser alérgica a tecnologia; por causa disso, mudou de cidade
    A nutricionista Julia Taylor, 53, afirma ser alérgica a tecnologia; por causa disso, mudou de cidade
publicado no UOL Tecnologia
A nutricionista britânica Julia Taylor, 53, afirma ser alérgica a tecnologia. Segundo ela, o problema a fez pensar que estava ficando louca. "Os médicos não conseguiam descobrir o que estava errado comigo [...]. Uma bateria de testes mostrou que eu estava saudável, mas parecia que minha cabeça ia explodir. Eu não conseguia dormir direito porque estava sempre cansada e cheguei a ficar acordada por quatro noites seguidas. Me sentia em um pesadelo", relatou ao "Daily Mail". 
Julia acredita que seu problema – que a deixava como um "zumbi" – tem como origem a EHS (sigla em inglês para hipersensibilidade a eletrônicos).
Em documento divulgado em 2005, a OMS (Organização Mundial da Saúde) afirma que a EHS é caracterizada por uma variedade de sintomas não específicos associados à exposição a diversas fontes de campos eletromagnéticos -- como telas de TVs e celulares. Entre os indícios estão vermelhidão, formigamento, sensação de queimação, fadiga, cansaço, dificuldade de concentração, tontura, náusea, distúrbios digestivos e taquicardia.
Julia afirma que o problema começou em 2008, quando a cidade onde morava (Glastonbury), adotou uma tecnologia de internet sem fio chamada WiMax. "Eu estava bem antes disso. Depois, eu me sentia bem quando estava longe de casa. Assim que eu voltava, minha cabeça voltada a doer. Eu não suportava", relatou."Essa compilação de sintomas não é parte de qualquer síndrome reconhecida", afirma a OMS, que classifica 10% dos casos reportados de EHS como "severos". Os casos têm mais incidência na Suécia, Alemanha, Dinamarca, Reino Unido, Áustria e França. A Suécia classifica o problema como uma limitação funcional, mas no Reino Unido a Agência de Proteção à Saúde afirma não haver evidências científicas que associem problemas de saúde a eletrônicos.
Para fugir do problema, ela se mudou com a família para East Devon, um lugar caracterizado por uma população idosa, onde o uso de tecnologia é muito menor. Julia ainda tem dores de cabeça, mas muito menos do que antes – por isso, considera que sua vida melhorou.
Outros casos
Histórias como a de Julia vêm se tornando cada vez mais comuns. Nos Estados Unidos, uma cidade chamada Green Bank (Virgínia) já serve como abrigo para aqueles que dizem ser alérgicos a radiação eletromagnética emitida por esses eletrônicos.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Invenção de jovem de 18 anos pode trazer recarga instantânea a baterias de celular

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Eric Limer, no Gizmodo
Enquanto você está aí navegando à toa pela internet (o chefe vai ver, hein), jovens mais inteligentes do que eu e você se preparam para mudar o mundo.
Por exemplo, Eesha Khare (à esquerda) tem 18 anos e não só inventou um supercapacitor, que pode trazer baterias de celular capazes de se recarregar em segundos – como ela ganhou US$ 50 mil por isso.
Através da nanotecnologia – um eletrodo de nanobastões – o supercapacitor consegue guardar muita energia em pouco espaço, carrega rápido e se desgasta mais devagar que baterias atuais.
O protótipo de Khare pode ser carregado em até 30 segundos, e lida com até 10.000 ciclos de recarga – dez vezes o que vemos em baterias comuns. Como não há fluidos dentro dele, não há risco de vazamento. E se os smartphones do futuro forem flexíveis, tudo bem: o protótipo de supercapacitor também é flexível.
Por enquanto, o supercapacitor só foi testado para acender LEDs. Mas ele consegue fazer isso perfeitamente; e este é um grande passo na direção certa, especialmente porque a duração da bateria é uma das características mais importantes de um smartphone.
Khare é uma dos três grandes vencedores da Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel. Ela e Henry Lin, 17 (à direita) – que criou um modelo para simular milhares de galáxias – levaram o prêmio da Intel Foundation para jovens cientistas.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

7 mitos sobre trabalhar em casa



Acha que trabalhar em casa pode ser mais produtivo? Confira alguns mitos e verdades sobre o famoso home office e a melhor maneira para lidar com essa 

7 mitos sobre trabalhar em casa
Crédito: Shutterstock.com
Trabalhar em casa não é um período de férias

Um levantamento divulgado pela Car Insurance, organização norte-americana de seguradoras, avalia que a qualidade de vida de funcionários que trabalham de casa é normalmente maior. O estudo apontou muitos benefícios para a saúde dos trabalhadores e para o meio ambiente. Mesmo com esta constatação, muitos empregadores continuam acreditando em certos mitos sobre o famoso home office.

Se você deseja flexibilizar os seus horários de trabalho e ter mais qualidade de vida, confira alguns mitos sobre trabalhar em casa:

Mitos sobre trabalhar em casa: 1. Profissionais perdem muito tempo com internet, mensagens de texto e redes sociais

O fato de passar horas na internet ou nas redes sociais não significa falta de produtividade. De acordo com a pesquisa da Universidade Nacional de Singapura, os profissionais que navegam na internet durante o horário de trabalho têm um melhor desempenho e são mais produtivos. Ao contrário do que muitos chefes acreditam as pessoas também gastam tempo com essas coisas no escritório.

Mitos sobre trabalhar em casa: 2. Os funcionários podem ser desonestos fora do escritório 

Os profissionais podem ser desonestos em qualquer lugar
. Você pode prender uma pessoa dentro de um escritório durante todo o expediente e, mesmo assim, ela pode não cumprir as suas funções. Lembre-se: não é o ambiente que faz a pessoa serem desonestas, mas as suas atitudes.

Mitos sobre trabalhar em casa: 3. Empregados que trabalham em casa são mais difíceis de serem encontrados 
Com as novas opções de tecnologia no mercado, isso não é verdade. Você pode muito bem trabalhar em casa e conversar com o seu chefe via smartphones, tablets e laptops. Assim como no escritório, os funcionários ficam disponíveis em todos os momentos.

Mitos sobre trabalhar em casa: 4. Os funcionários não conseguem se comunicar com outras pessoas na empresa 

Mais uma vez, as tecnologias de comunicação estão disponíveis para essa finalidade. Para manter todos os funcionários conectados, você pode usar um telefone, mídias sociais, Skype, Google Hangouts ou qualquer tecnologia para reunião virtual.

Mitos sobre trabalhar em casa: 5. Os funcionários não podem participar de brainstorms 

Esqueça esse conceito de que as melhores decisões ou ideias vêm da cafeteria. Um brainstorming pode acontecer em qualquer lugar. Na verdade, os melhores ambientes para ser realizar esse tipo de reunião são fora do ambiente de trabalho.

Mitos sobre trabalhar em casa: 6. Os profissionais trabalham menos horas 
Os funcionários que trabalham em casa não têm o seu tempo controlado, na realidade, eles acabam trabalhando mais horas que os outros.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Conheça os conceitos que vão mudar a escola e o aprendizado

Em evento em São Paulo na semana passada, exemplos de modelos de ensino inovadores dos Estados Unidos mostram como será a educação do futuro


Tatiana Klix, no iG
“Na sala de aula, cada um é diferente e aprende de forma diferente”. A afirmação feita por Joel Rose, cofundador e diretor executivo da New Classrooms Innovation Partners, em evento em São Paulo na semana passada sobre novos modelos para o ensino público, é senso comum entre professores e o desafio principal de quem pensa e trabalha pela educação do futuro. No Transformar 2013, que reuniu mais de 800 pessoas, entre educadores, gestores e empreendedores, exemplos concretos norte-americanos de escolas inovadoras – e bem sucedidas – mostram que já é possível personalizar a aprendizagem e como não há apenas um modelo para fazer isso.
Conheça conceitos que vão transformar as escolas (e onde foram aplicados):
Personalização – Entender as necessidades de cada estudante é o diferencial da School of One, uma plataforma criada para escolas de Nova York por Rose e Christopher Rush e que tem a tecnologia como principal aliada para a tarefa. Baseado em uma avaliação feita no início do ano, o sistema elabora um mapa de habilidades e plano de estudos individual. Mas, para isso, utiliza experiências de outros alunos. Um enorme repositório de lições está disponível e o banco de dados prevê que tipo de atividade é mais adequado ao perfil de cada um. “A melhor maneira de aprender pode ser com aulas online, em grupos ou estudando sozinho. O nosso algorítimo usa as experiências já aplicadas para identificar isso”, explicou Rose. Uma receita parecida é usada no grupo de escolas Summit, na Califórnia , na qual os estudantes também passam por uma avaliação no início do ensino médio, para elaborar um plano de estudos de acordo com seus objetivos de carreira. A tecnologia, novamente, é usada para avaliar em todos os momentos o que cada aluno já aprendeu e se já está pronto para aprender mais. “Cada um segue no seu ritmo”, contou a diretora executiva da rede, Dianne Tavenner.
Divulgação: Salas de escolas orientadas pela New Classrooms
 proporcionam que cada um aprenda do seu jeito


Plataforma adaptativa
 – Para proporcionar o ensino personalizado, existem plataformas tecnológicas de ensino online que ajudam a elaborar e entregar os conteúdos necessários para os diferentes tipos de alunos. José Ferreira, fundador da Knewton, ferramenta que fornece lições de matemática, diz que o volume gigante de informações – maior que o do Facebook – que sua base de dados oferece revoluciona o ensino. A plataforma mostra ao professor com agilidade o que os estudantes aprendem, quando erram, no que tem dificuldades e como aprendem e ajuda a elaborar aulas.
Ensino híbrido – A sala de aula já não tem mais um professor falando em frente ao quadro negro e alunos sentados em carteiras organizadas em fileiras iguais nas oito escolas públicas gerenciadas pela ONG New Classrooms, de Joel Rose. Para que cada um possa aprender do seu jeito, também é realizada uma mudança física e os alunos sentam nas mais variadas formas: sozinhos, em grupos pequenos ou grandes, em frente a computadores ou usando material impresso. No espaço reorganizado, fazem atividades distintas, algumas online e outras, não. Para que esse modelo híbrido funcione, o papel do professor também muda para o de mentor. Segundo Tavenner, das escolas Summit, os docentes acompanham as atividades realizadas em um espaço grande, sem paredes, e orientam os alunos de várias formas: resolvendo dúvidas, questionando, provocando debates, orientando atividades e projetos.
Divulgação
Na escola Quest to Learn, em Nova York, alunos aprendem jogando
Engajamento – O interesse das crianças é o ponto de partida para o aprendizado na escola de ensino fundamental Quest to Learn, em Nova York. Apoiada pelo Instituto of Play, um estúdio de design sem fins lucrativos liderado por Brian Waniewski, a escola constrói o engajamento dos alunos por meio de jogos. Segundo Waniwski, a lógica dos videogames é apropriada para o aprendizado porque proporciona um ambiente com regras, nas quais há etapas a serem vencidas, mas que tolera erros. E mais: oferece feedback constante. Para usar esses elementos, o Instituto of Play tem profissionais especializados em criar jogos educativos que dão suporte aos professores e incentiva também os alunos a inventarem os seus próprios. Outra forma de promover o engajamento é conectar o ensino com a realidade. Essa é a aposta de Melissa Agudelo, reitora de admissões do grupo de 11 escolas High Tech High, de São Diego. “Os alunos precisam ver sentido no que aprendem”, diz. Nas escolas, há muitas atividades práticas, os alunos saem da sala de aula e têm experiências na comunidade e precisam resolver problemas reais.

Aumento do spam e de convites para jogos on-line irritam usuários de redes sociais


publicado no Estado de Minas

O Orkut já não ocupa o primeiro lugar do ranking de redes sociais mais acessadas do Brasil, mas deixou heranças – nada agradáveis – para os usuários. Os spams, os convites para os jogos on-line e os comentários agressivos, assim como era na plataforma do Google, têm feito com que os participantes fiquem bastante irritados. O site Sweatband.com publicou um ranking com os compartilhamentos mais chatos da internet.


Em primeiro lugar, estão as pessoas que contam vantagens a respeito de suas dietas e exercícios físicos – sim, a saúde de uns pode causar o estresse de outros. Afinal, ninguém quer realmente saber quantos quilos você perdeu ou se bateu seu recorde e correu 20 quilômetros hoje de manhã. Depois, vêm aqueles menos preocupados em manter a forma e mais em mostrar exatamente as delícias que estão ingerindo. São os usuários que postam fotos de comida o tempo todo – famosas, principalmente, no Istagram.

Na terceira posição, estão as indiretas no status, como “Você não odeia quando as pessoas prometem fazer alguma coisa e depois te desapontam?” – que normalmente irritam todo mundo, menos o alvo. Ou mesmo as frases misteriosas que, basicamente, ninguém (exceto seu autor) entende. Por exemplo, “não acredito que isso aconteceu”.

Entretanto, esses compartilhamentos que enchem as páginas não são apenas inconvenientes (aliás, esse é o menor dos problemas). Eles podem ser perigosos. Somente a ONG Safernet Brasil recebeu e processou, em sete anos, 3.173.061 denúncias anônimas envolvendo 472.840 URLs distintas, a maior parte correspondendo a redes sociais. O Orkut é o líder em queixas, sendo o orkut.com.br o número um, seguido pelo orkut.com, na segunda posição. Os dois endereços somam mais de 329 mil reclamações, o que corresponde a 69% do total, no período avaliado, que vai de 2006 até 2012.

PROTEJA-SE 
Para Rodrigo Fragola, vice-presidente de tecnologia e inovação da Acker, empresa de segurança, as redes sociais refletem o mundo real. “O risco de ter dados roubados é o mesmo em todas as plataformas que visam relacionamento entre pessoas. Toda vez que há uma adesão massiva a alguma tecnologia, o risco aumenta. Desde que explodiu, o Facebook é o mais visado”, explica.

O Facebook, na terceira colocação, teve 15 mil denúncias (3%) e o Twitter, 8.107, representando apenas 1%. Com relação ao conteúdo desses crimes virtuais, a maior parte das acusações recebidas referentes ao Orkut envolvem indícios de pornografia infantil. Somam, no total, mais de 154 mil páginas denunciadas. Só em 2012 foram 6.326. Outros temas detectados (em todos os sites) são: intolerância religiosa, racismo, neonazismo, tráfico de pessoas, maus-tratos contra animais, xenofobia, apologia e incitação a crimes contra a vida e homofobia.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Isto não é um hands-on: Rego, um app bacana, mas que tem um nome bem complicado no Brasil

APP

por Daniel Junqueira, no Gizmodo

De vez em quando surgem uns apps com nomes sugestivos, e o Rego é um desses. Você pode até achar que estamos sendo infantis, mas sério, veja como o Rego se descreve.

Ele é um serviço que lembra um pouco o Foursquare: você marca em mapas lugares que visitou e pode fazer anotações sobre ele. Útil, interessante até, mas… pô, Rego. Conheça mais sobre o Rego:
Você pode planejar uma viagem em casa e anotar no Rego os lugares que quer visitar. Depois, quando estiver fora do país, o GPS do iPhone ajuda a encontrar os lugares que você quer.


Além de marcar o lugar em um mapa, você pode fazer anotações sobre ele. Dá para colocar fotos no Rego.
Sobre privacidade, o site do Rego é direto: “O Rego é privado. Ninguém consegue ver o que você adiciona no Rego. Mas às vezes você quer compartilhar um lugar com isso, e o Rego faz isso com facilidade. Lugares compartilhados são importados diretamente para o Rego, o que o torna um app perfeito para aquele momento ‘ei, vamos nos encontrar lá!’”

Você não pode adicionar amigos no Rego: ele é apenas seu. Cada um tem seu Rego. Não é uma rede social e você não vai ficar sabendo o que outras pessoas fazem no Rego delas.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Futura secretária de Cultura do Recife, Leda Alves é trolada no Facebook

Reprodução/Facebook
Reprodução/Facebook
publicado no Diário de Pernambuco

Bastou o anúncio pingar na mídia, e a futura secretária de Cultura do Recife, Leda Alves, já caiu na mira de internautas. Virou alvo de piadas e brincadeiras no Facebook, a maior rede social do mundo, de onde brotou um perfil falso da gestora com brincadeiras e piadas de gosto duvidoso. A suposta página pessoal carrega o nome de “Aleda Alves”, mas possui a foto da atual diretora da Companhia Editorial de Pernambuco (Cepe) escolhida pelo prefeito eleito da cidade, Geraldo Julio, para chefiar a pasta cultural na gestão dele durante os próximos quatro anos.

As informações postadas na timeline ironizam o suposto desconhecimento da gestora em relação a ferramentas tecnológicas. Um dos posts faz alusão ao “estagrão” (o aplicativo de fotos Instagram) para criticar a venda das fotos dos usuários: “agora é que eu não faço minha conta no estagrão mesmo. para esses caras usarem fotos do NOSSO RECIFE LINDO sem pagar ?? nada disso”, diz o post. Em outro momento, o perfil brinca com a idade dela. “aqui é cultura na veia ! na veia e não na véia, hein ?! kkkkkkk bora recife !”, registra a linha do tempo. 

Leda Alves tem 81 anos e acumula vasta experiência na área cultural. Ela é ligada ao teatro pernambucano ao lado de nomes do porte de Hermilo Borba Filho e Ariano Suassuna. Fundou o Teatro Popular do Nordeste (TPN) e o Teatro de Arena do Recife. Leda também presidiu a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Fundação de Cultura da Cidade do Recife (FCCR). 

O perfil no Facebook faz piada sobre a personalidade da gestora (“vou modernizar é tudo, pessoal. eu sou a chico science de saias”), alfineta outros personagens ligados à cena cultural (“alguém sabe o face de ariano (Suassuna)?”) e brinca com a agenda dela (“hoje é dia de praia, vou para brasília teimosa ouvir música, comer carangueijo, tomar uma cerveja antes do almoço para ficar...você já sabe”). 

O Diario procurou a futura secretária de Cultura na Cepe, onde ela ainda dá expediente. Mas, segundo uma assessora, Leda estava em reunião. A funcionária da Companhia se mostrou surpresa com o perfil no Facebook - cuja data de criação, de acordo com o site, é 14 de dezembro - e disse que a nova secretária sequer possui email pessoal. 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Crimes que abalaram o Facebook em 2012






















4. Mãe usa conta falsa no Facebook para expor pedófilo para sua filha

O Facebook também utilizado para prevenir crimes. É o que Julie Myfors fez para salvar sua filha de um pedófilo. Ela criou uma conta falsa no Facebook e no Yahoo! e adicionou William Elms, de 19 anos. Afirmando ser uma jovem de 15 anos, Myfors conseguiu reunir conversas e imagens de Elms se exibindo. Após juntar todas as provas, ela levou o conteúdo à polícia, que prendeu o jovem. O rapaz já havia sido preso por violar a condicional ao ser acusado de abuso infantil.

5. Homem faz piada no Facebook no dia que é preso por matar adolescente


Infelizmente, casos de assassinatos são comuns no Facebook e há quem não se importe em contar a todos. É o caso deMatthew Norcott, de 27 anos. Norcott foi acusado pelo assassinato de sua amiga, Lara Smith. Ambos estavam em um carro em direção à Hertfordshire, na Inglaterra.

Sob o efeito de drogas, o homem dormiu ao volante, causando o acidente que matou a jovem de 17 anos. Além disso, Norcott portava 13 comprimidos de ecstasy. Não bastasse o ocorrido, o homem usou o Facebook para fazer piada sobre a situação e contar vantagem aos seus amigos. Norcott publicou em seu mural que a data do julgamente seria “o dia mais rei de todos” e que sempre conseguia se livrar de situações difíceis. Neste caso, porém, o rapaz não teve a mesma sorte e foi condenado à sete anos de prisão.

6. Justiça condena jovens que mandaram matar menina por post no Facebook

Menina de 15 anos foi esfaqueada por conta de briga no Facebook (Foto: Reprodução)

Discussões tolas no Facebook podem acabar em tragédia. É o caso da jovem Joyce Winsie, de apenas 15 anos, que ficou conhecido como “Assassinato do Facebook”. Depois de discutir na rede social com a colega de escola, Polly W., de 16 anos, Joyce foi assassinada em um plano arquitetado pela menina e Wesley C, namorado dela, de 18 anos.

O rapaz contratou outro jovem, de 14 anos, que por R$ 400 teria assassinado a jovem. O crime gerou muita comoção na Holanda pela frieza com que foi executado. O assassino chegou à casa de Joyce, a chamou e disse que tinha uma encomenda para ela. Ao abrir a porta, a jovem foi esfaqueada. O adolescente foi julgado e pegou um ano de detenção mais três anos em uma clínica psiquiátrica.

7. Pai mata filhos depois que ex-mulher trocou status no Facebook

Mais um crime bárbaro foi motivado por atualizações no Facebook. Depois de se separar da esposa, Graham Anderson passava alguns dias com os filhos de 11 e 3 anos. Um dia, após acessar a rede social, conferir o perfil da ex-mulher e perceber que ela mudou o status do Facebook para um relacionamento sério, o homem assassinou os dois filhos e se suicidou em seguida. O crime ocorreu em Wiltshire, na Inglaterra.

8. Após 25 anos, homens são libertados graças a post no FacebookIrmãos comemoram chance de serem liberados da
cadeia (Foto: Reprodução)

Felizmente o Facebook também é usado para fazer justiça. É o caso dos irmãosRaymond e Thomas Highers. Ambos estiveram presos por 25 anos por um crime que não cometeram, em Ohio, nos Estados Unidos. Os dois foram condenados por homicídio, mas uma ex-vizinha usou o Facebook para abrir o jogo e falar que havia algo não esclarecido no caso, além de mais testemunhas.

As informações levaram a um ex-colega do homem assassinado, que afirmou que os reais responsáveis eram quatro homens negros, ao contrário dos irmãos. Após pagamento de fiança de R$ 40 mil, ambos puderam deixar a cadeia.


O Facebook foi vitrine para muitos crimes chocantes em 2012. Além das muitas novidades que surgiram na rede de Zuckerberg, os casos comoventes e as polêmicas envolvendo o site bombaram no ano que chega ao fim. Por isso, o TechTudo preparou uma retrospectiva dos temas que mais deram o que falar na rede social. Confira abaixo.

1. Jovens vão para cadeia após vídeo mostrar agressão à mulher de 48 anos
Agressão foi filmada e colocada na Internet
(Foto:
Reprodução)


A cidade de Chester, nos EUA, foi palco para um crime revoltante. Quatro jovens invadiram a casa de uma senhora com problemas mentais e a agrediram.

Não bastasse toda a brutalidade, os rapazes filmaram toda a ação e publicaram no Facebook. O caso ocorreu em outubro e causou comoção e revolta, não só na cidade, mas em todo o mundo.

2. Jovens são acusados de matar idoso após postarem vídeo do crime no Facebook

Situação semelhante aconteceu em Chicago, também nos Estados Unidos. Três adolescentes assassinaram um idoso de 62 anos com pancadas. Malik Jones, de 16 anos, Nicholas Ayala, de 17, e Anthony Malcom, de 18, filmaram toda a ação e postaram tudo no Facebook.

Depois de ser compartilhado por centenas de pessoas, o vídeo chegou a um colega de trabalho de Delfino Mora, idoso morto. O homem chamou a polícia e os jovens foram presos. Jones, um dos acusados, pagou fiança e foi liberado.

3. Jovem é preso por ofender pelo Facebook criança de 5 anos assassinada

April Jones, de 5 anos, que foi sequestrada e
assassinada (Foto: Reprodução)
A rede social também se tornou um lugar repleto de opiniões controversas. Matthew Woods, de 19 anos, usou sua conta no Facebook para fazer piadas de mau gosto sobre o sequestro de uma menina de 5 anos.

Woods brincou com o nome da menina sequestrada, April Jones, fazendo relação entre a data April Fools, dia da mentira, nos Estados Unidos. Depois das piadas, dezenas de pessoas foram até a casa do jovem, a polícia foi acionada e o prendeu. O jovem passou três meses na prisão.
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