"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Africano cria impressora 3D com lixo eletrônico

A impressora 3D já se revelou grande aliada do presente e do futuro. Além de ajudar crianças com deficiência  e animais machucados, também facilitará jornadas mais ousadas ao espaço, se depender da Nasa.
Com essa visão, o africano Kodjo Afate Gnikou se empenhou para construir uma impressora 3D com lixo eletrônico. E não é que o projeto foi bem sucedido?! Com U$ 100 e partes de equipamentos digitais que já não funcionavam mais, ele construiu um modelo que pode ajudar seu país de origem, o Togo.
O descarte de aparelhos e componentes eletrônicos é um dos problemas mais graves do mundo. Além de promover a reciclagem desses materiais, Kodjo torna a impressora 3D mais economicamente acessível (no mercado americano, você não consegue por menos de alguns milhares de dólares).
A ideia genial do africano vem de sua experiência no grupo WoeLab, na cidade de Lomé, que reúne hackers que querem tornar possível um projeto de expedição para Marte com aparelhos feitos a partir do lixo eletrônico. Para que esse projeto dê certo, o sucesso da impressora 3D é crucial.
Mas claro que as vantagens do trabalho de Kodjo vão muito além da realização da talviagem espacial. De acordo com informações da página de crowdfunding em que o projeto foi anunciado – e totalmente financiado!  –, ele pretende “colocar a tecnologia à disposição de pessoas carentes, tornando possível que a África não seja apenas espectadora, mas protagonista nessa revolução industrial virtuosa”.
Dar uma segunda vida aos objetos não só diminui o lixo e o desperdício, como também contribui para a economia, a qualidade de vida de terceiros e a conservação da natureza.
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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Google lança nova plataforma de ensino à distância

Helpouts permite que usuários entrem em contato com experts e paguem por “serviços” através de chat em vídeo
Publicado em O Globo
RIO – O Google entrou oficialmente no universo da educação à distância lançando o Helpouts, plataforma que permite a qualquer usuário de internet aprender ou ensinar. Para isso, juntou serviços que ele já oferece — o Youtube, Hangout, Google +, Gmail e Google Wallet — para conectar usuários a especialistas por meio de vídeos em tempo real com aulas gratuitas ou cobradas por sessão ou minuto.
Nesta primeira etapa, o Helpouts terá apenas aulas com profissionais convidados — foram firmadas parcerias com Sephora, One Medical, Weigh Watchers, Redbeacon e Rosetta Stone — mas em breve conectará qualquer um que queira ensinar algo a pessoas que queiram aprender, dentro das mais diversas categorias.
Algumas áreas que serão abrangidas já foram divulgadas pelo Google. São elas: artes e música, informática e eletrônica, culinária, educação, moda e beleza, fitness e nutrição e saúde e jardinagem.
“A ajuda pode ser uma resposta rápida para um problema que você esteja tendo agora, como consertar o portão da garagem, ou como limpar os vírus do computador; ou pode ser um auxílio para um projeto inteiro, como construir um deque. Pode ser aprender uma nova habilidade, como falar francês ou desenhar cartoons; ou pode ser um conselho mais geral, como como melhorar seu físico ou sua escrita”, escreveu Udi Manber, VP de engenharia no blog oficial do Google.
O único pré-requisito para acessar as aulas é ter uma conta no Google+. A videochamada usa a tecnologia do Google Hangout, conectando o especialista ao usuário ao vivo por vídeo. Os horários podem ser pré-agendados ou pode ser que haja um especialista de plantão, esperando os usuários aparecerem para tirar dúvidas. Antes de começar as aulas, o interessado pode ver um pequeno vídeo de introdução à aula e conferir as qualificações do instrutor. Além disso, abaixo da descrição do assunto a ser tratado, é possível ver a avaliação de outros usuários ao curso.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Google ganha direito de digitalizar 20 milhões de livros

Para o juiz Denny Chin, que proferiu a decisão nesta quinta-feira, a iniciativa de reproduzir livros das bibliotecas trará benefícios à geração digital
(Peter Macdiarmid/Getty Images)
Publicado na revista Veja

O Google ganhou na Justiça o direito de digitalizar livros impressos protegidos por direitos autorais. Desde 2005, a companhia briga legalmente com a Authors Guild, associação dos escritores dos Estados Unidos, para reproduzir digitalmente o equivalente a 20 milhões de obras disponíveis em bibliotecas do país. A decisão foi proferida por um juiz da corte distrital de Nova York, que considerou o pedido do Google justo.
Com a decisão formal, o Google pode continuar de forma legal o projeto que já estava em andamento. Segundo o juiz Denny Chin, o veredito foi baseado no fato de que a digitalização de materiais de pesquisa é um grande avanço, que não irá interferir no mercado editorial nos Estados Unidos. Ainda de acordo com o magistrado, o Google Books, nome da iniciativa promovida pelo buscador, é uma ferramenta de pesquisa essencial, que trará muitos benefícios à sociedade.

Atualmente, o Google estabelece uma regra que impede os usuários de fazer download dos livros. Trata-se de uma solução para evitar que essas obras sejam reproduzidas ilegalmente. Em um comunicado, o buscador afirmou que o Google Books respeita a lei de direito autoral americana e que o serviço funciona como um catálogo on-line, que permite ao usuário da “era digital” encontrar livros para comprar ou emprestar.
Projeto — O Google Books não reproduz digitalmente os livros na íntegra, mas apenas trechos deles. Obras livres de direitos autorais, de domínio público, podem ser acessadas de forma integral através do catálogo do buscador. Alguns títulos oferecem ao leitor um material mais abrangente. Isso acontece por causa de uma parceria que o Google firma com editoras interessadas.
Ao oferecer o resultado de uma pesquisa, o Google Books indica para o leitor lojas on-line onde ele pode encontrar o livro. O próprio Google, por meio do Google Play, disponibiliza uma loja de e-books. Fica a critério do usuário a compra da obra em sua versão digital ou física.

Histórico — A briga legal entre Google e a Authors Guild começou em 2005. No processo, a associação pediu à companhia uma indenização no valor de 750 dólares por livro digitalizado, o equivalente a 3 bilhões de dólares. Segundo a instituição, o Google não estava respeitando os direitos autorais disponibilizando trechos das obras.

Paul Aiken, diretor da Authors Guild, não concorda com o juiz de Nova York. “Essa decisão é uma mudança fundamental na proteção do direito autoral. Em nossa visão, a digitalização e a exploração em massa ultrapassa os limites do justo”, disse.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Google quer patente do gesto de coração

Por Ligia Aguilhar, no Estadão
Gesto com as mãos que forma a imagem de um coração seria usado para curtir uma imagem no Google Glass
SÃO PAULO – Depois da Apple entrar com um pedido de patente da palavra startup em diversos países, incluindo o Brasil, chegou a hora do Google surpreender com um pedido de patente igualmente inusitado. O site Engadget revelou na semana passada que a empresa registrou o pedido da patente do gesto que forma um coração com as mãos em 2011, nos Estados Unidos.
Reprodução do pedido de patente registrado pelo Google. FOTO: Reprodução/Engadget
O gesto do coração com as mãos seria usado para que os usuários “de um display vestível na cabeça” – provavelmente uma referência ao Google Glass – possam curtir o que estiver na sua frente e indicar nas redes sociais que a imagem foi curtida.
Além do coração, o pedido ainda inclui a solicitação da patente de outros gestos que podem ser usados em um dispositivo como o Google Glass para funções como cortar e dar zoom em uma foto. O pedido completo está disponível na internet.
Os entusiastas do gesto, no entanto, não precisam se preocupar. A patente se refere apenas ao uso do coração com as mãos nos produtos da empresa. O uso não-comercial continuará livre.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Livraria digital iba quer chegar a 1 milhão de clientes este ano

imagem: Internet

Marina Tsutsumi, no Mobili Time

Pela primeira vez, os principais players do mercado de conteúdo digital, como Amazon, Kobo e iba, participam de uma edição da Bienal do Livro no Rio de Janeiro. MOBILE TIME conversou com a brasileira iba sobre as expectativas do mercado e do evento, que vai até o próximo domingo, 8 de setembro.

O iba tem mais de 18 mil publicações no portfólio, entre e-books, revistas e jornais digitais e supera mais de 500 mil usuários com seus aplicativos para iPad, tablets Android e Windows PC. “A participação do iba na Bienal é um marco para a gente, porque pela primeira vez o mercado entende que tem uma base instalada de tablets suficiente para existir um espaço para o livro digital. Pela primeira vez valeu à pena montar um espaço lá. O retorno das pessoas foi muito positivo, há um bom público que já nos conhecia e, ao mesmo tempo, um público enorme, principalmente jovens, que estão prontos para descobrir a leitura digital”, diz Ricardo Garrido, diretor de operações do iba.

A loja tem registrado um crescimento médio de 50 mil clientes por mês nos últimos meses e espera alcançar 1 milhão de leitores até o final do ano. Garrido acredita que há dois fenômenos paralelos que vão determinar esse aumento: “O primeiro é que a leitura digital ainda não explodiu no Brasil. Muita gente esperava que isso acontecesse em 2012. Parece que agora é o momento que vai acontecer. Ao mesmo tempo, a base de tablets cresceu muito além do que todo mundo imaginava, impulsionada principalmente pelos tablets low end. Com isso, as pessoas estão sedentas por algo, por apps e funções com um uso mais bacana dos tablets.”

No futuro, o diretor espera que o mercado de livros digitais cresça gradativamente, com as pessoas que já possuem hábito de leitura e que vão migrar para a plataforma digital, e também com novos leitores. “A conquista de novos leitores é um movimento mais lento, que virá com a mudança de geração. Isso tem a ver com a educação e com o preparo cultural dos leitores, puxados pela disponibilidade de plataformas, pelo lançamento de conteúdo e pela transformação da educação”, afirma.

Perfil dos leitores
Segundo uma pesquisa do iba, realizada com 10 mil leitores no final de 2012, o perfil do público consumidor de conteúdo digital é essencialmente masculino (cerca de 60%), com idade média de 38 anos e das classes A e B. “Hoje o perfil é de chefe de família, adulto e bem pago. Mas com o crescimento dos tablets mais baratos e a entrada desse dispositivo na educação, esse perfil vai sofrer grandes transformações nos próximos dois anos”, conclui Garrido.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

YouTube funcionará como uma emissora de TV, diz Google

Felipe Zmoginski, na INFO
O principal executivo do Google para um de seus produtos mais populares, o indiano Shiva Rajaraman, afirmou hoje, em entrevista a INFO, que o YouTube deve se aproximar de um modelo que o transforme em uma espécie de “televisão online”, em que o usuário sintoniza o conteúdo que deseja e passa a consumi-lo de forma ininterrupta.
Diretor do YouTube, Rajaraman disse ainda que o serviço de vídeos fará um grande esforço nos próximos meses para facilitar a veiculação de vídeos ao vivo em sua plataforma e criará novas características para permitir que os produtores de conteúdo possam ser remunerados pela audiência que obtêm no serviço.
Shiva Rajaraman, diretor do YouTube, diz que a plataforma irá se transformar em uma espécie de "televisão online"
Shiva Rajaraman, diretor do YouTube, diz que a plataforma irá se transformar em uma espécie de “televisão online”
Por qual razão o YouTube vai incentivar a transmissão de vídeos ao vivo? Nós acreditamos que o próximo passo para o YouTube é tornar-se um canal de vídeos em que as pessoas podem acompanhar eventos em tempo real. Vamos incentivar emissoras de TV e produtores de vídeos a criar talk shows, espetáculos de música e conteúdos criativos para transmiti-los ao vivo pelo YouTube.
Como vocês farão isso? Estamos buscando uma série de acordos com estúdios que produzem conteúdo em larga escala e com qualidade. Ao mesmo tempo, criamos uma API de analytics que permitirá a esses produtores monitorar de forma mais precisa a audiência de seus vídeos e ajudá-los a entender como podem melhorar sua performance e monetizar seu conteúdo.
Transmissões ao vivo são mais difíceis de serem monitoradas? Não há o risco, por exemplo, de usuários enviarem vídeos de sexo, violência ou com conteúdos ofensivos com maior frequência do que já ocorre atualmente? Há riscos, mas nós sabemos gerenciar isso. Temos uma comunidade muito apaixonada, que nos ajuda a monitorar tudo o que vai ao ar e coloca “flags” nos conteúdos que considera impróprios. Isso funciona muito bem hoje e não vejo motivo para não funcionar bem no futuro.
Você acredita que será possível desenvolver softwares que analisem vídeos veiculados no YouTube e sejam capazes de descobrir se há nudez em uma determinada imagem ou, então, se há veiculação de conteúdo protegido por copyright? Estas tecnologias são bastante complicadas e, no momento, não recorremos a elas. Alguns testes com softwares deste tipo demonstram, por exemplo, que uma imagem de um bebê nu pode ser confundida com algo impróprio. Então, confiamos no trabalho de nossa comunidade e, claro, temos pessoas dentro da divisão do YouTube que se dedicam apenas a ver vídeos e analisá-los sob o ponto de vista de nossos termos de serviço.
Quantas pessoas fazem isso atualmente? Não falamos sobre números, mas posso dizer que somos muito eficientes e conseguimos ver grande parte do conteúdo publicado em nossa plataforma.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Google cria tecnologia que impede internauta de escrever o que não deve em e-mails e documentos

imagem: google

originalmente publicado em O Globo

A Google desenvolveu tecnologia que, ao monitorar em tempo-real a atividade do internauta, o impede de escrever e-mails, documentos e mensagens com informações que violem a lei, termos de serviço ou a confidencialidade dos dados de corporações, noticiou o “Huffington Post” nesta terça-feira. O site chamou atenção para a ameaça à privacidade que a tecnologia representa.

“O Big Brother não estará apenas de olho você. Ele estará tomando o poder sobre o que você escreve”, observou a jornalista Bianca Bosker.

A Google apresentou a tecnologia, chamada de Corretor de Violações de Políticas de Uso, em patente submetida a órgão do governo americano. O sistema é voltado para o mercado corporativo, cada vez mais cioso do que os funcionários andam escrevendo em e-mails e até redes sociais.

Segundo a companhia, a ferramenta alerta imediatamente o usuário quando ele escreve conteúdo “problemático”, que possa violar as políticas de segurança da informação de seu empregador, infringir a lei ou denegrir a imagem de outras empresas ou pessoas, por exemplo.

O texto da patente informa que o sistema funciona comparando em tempo real tudo o que os usuários escrevem com um banco de dados de termos consideradas “problemáticas”. Caso a tecnologia identifique que o usuário não está escrevendo como deveria, ele envia alerta explicando o que há de errado e recomenda alternativas que possam enquadrar o texto nas regras.

A Google ressaltou que o software pode funcionar em diversos tipos de texto (mensagens de e-mail, apresentações, documentos etc.) e qualquer modelo de aparelho, do tradicional desktop a até televisões.

De acordo com a gigante das buscas, o Corretor de Violações de Políticas de Uso é providencial para companhias que desejam evitar processos e vazamentos de dados. A patente exemplifica o funcionamento da tecnologia dessa forma:

“Um documento contendo o texto ‘o projeto ABC vai MATAR de vez a empresa XYZ’ poderia abrir espaço para queixa de competição desleal.”

Segundo o “Huffington Post”, porém, é lícito crer que o software também atende aos interesses de regimes autoritários que buscam novas formas de censurar a internet.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Mulher que tatuou ''Haja o que hajar'' usa fama na internet para vender camisetas




Arquivo pessoal/Facebook
publicado no UOL tecnologia

Imagem da tatuagem com a frase ''Haja o que hajar'' usada na capa do perfil de Lidiane Sousa

Quem é corintiano não deve ter estranhado quando uma tatuagem com os dizeres "Haja o que hajar" começou a "bombar" no Facebook e Twitter há algumas semanas. A frase, atribuída a um ex-presidente do clube, aparecia tatuada nas costas de Lidiane de Sousa, 30, e virou motivo de piada pelo erro de português. Mesmo chateada com os comentários maldosos sobre a tattoo, feita em homenagem ao marido, Lidiane está aproveitando o sucesso na internet para vender camisetas com a expressão que marcou "para sempre" no próprio corpo.

EXISTE?

A expressão ''Haja o que hajar'', popularizada na internet, não está correta. O certo é dizer ''Haja o que houver''.

A moradora de Goiânia (GO) conta que ela fez a tatuagem, ciente do erro de português, em setembro de 2012. A foto foi tirada assim que o tatuador terminou de registrar a frase. Naquela época, a imagem foi colocada por Lidiane como imagem de capa no Facebook, mas só no final de março ela começou a repercutir na internet. A hipótese mais provável, segundo ela, é alguém ter visto a capa do perfil, achado a foto original nos álbuns e compartilhado na rede social.

"Comecei a ver vários comentários me criticando no meu perfil. Fiquei muito chateada, me senti muito mal mesmo, porque as pessoas não sabiam o significado da tatuagem para mim. Toda tatuagem tem um motivo, as pessoas deveriam antes saber o porquê da minha", lamenta. Além das críticas, várias piadas circularam no Facebook e Twitter, com frase irônicas como "Haja o que hajar. Parabéns, tá serto [sic]" e "Haja o que hajar, antes de virar um tatuador, vou estudar''.

Segundo Lidiane, trata-se de uma homenagem ao marido, José Reinaldo Machado, que conhece há três anos e com quem se casou em julho do ano passado. "Ele me disse uma vez 'Haja o que hajar, nunca vou te abandonar' e isso virou uma frase nossa. Eu sabia que a expressão estava errada, mas sempre teve um significado especial para nós", conta.

Até mesmo o tatuador estranhou o pedido de Lidiane. "Mas depois da explicação sobre o motivo para registrar a frase, ele concordou em tatuá-la, mesmo estando errada."

Repercussão negativa. E positiva

Depois de a foto ser compartilhada por milhares de usuários no Facebook e no Twitter, Lidiane diz que a fama da tatuagem acabou atrapalhando sua vida pessoal. Formada em Gestão Empresarial, ela atualmente está desempregada e diz que, durante uma entrevista para uma vaga, percebeu que foi reconhecida e que a entrevistadora não demonstrou interesse durante a conversa. "As pessoas me olham diferente. Não me falam nada, mas escuto os cochichos na rua. Até evito sair com roupas que mostrem a tatuagem", diz.
O casal Lidiane de Sousa e José Reinaldo Machado vende
 camisetas com a frase tatuada


Logo após o surgimento das piadas nas redes sociais sobre o erro de português tatuado, o casal cogitou processar os autores dos posts. "Mas é muito difícil saber quem começou tudo isso", explica.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Fotos incríveis do novo escritório do Google no Brasil


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O Google inaugurou nesta terça (15) seu novo escritório no Brasil. Localizado na Avenida Faria Lima, em São Paulo, o espaço tem 9 mil metros quadrados e repete a característica conhecida da empresa de tornar o local de trabalho mais descontraído e divertido. Pelas fotos enviadas à imprensa, a sede é tudo aquilo que sempre imaginamos do Google, como sala de jogos, comida grátis e espaço para relaxar.

São três andares nesta nova sede, que chega para ampliar a atuação da empresa no Brasil. Em funcionamento desde o final do ano passado, o lugar tem cozinhas temáticas, espaço para jogos e laze, redes para descansar, um miniauditório para ver futebol e uma vista para a avenida. A ideia é que o funcionário possa trabalhar em ambientes diversificados.

O Google tem hoje cerca de 500 funcionários no Brasil, sendo 400 apenas em São Paulo. Veja abaixo mais imagens divulgadas pela empresa de sua nova sede.

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Sala de descanso tem rede e futons para relaxar ou trabalhar com o laptop
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Sala temática inspirada em futebol. Lugar pode ser auditório ou plateia para ver partidas na TV
TechStop03-20130116120318
Com pufes em formato de tecla, sala de jogos possui vários consoles à disposição
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Restaurante da empresa, com destaque para entrada de luz natural
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Comida servida no lugar é gratuita. Aqui outro espaço para comer e fazer reuniões

Estragaram o Instagram


publicado originalmente na Folha de S.Paulo

Título original: "Novos termos de uso do Instagram entram em vigor nesta quinta-feira"

Depois de intensa polêmica, entraram em vigor nesta quarta-feira (16) as novas regras da rede social Instagram.

O popular serviço de compartilhamento de fotos Instagram recuou quanto a algumas mas não todas as controversas mudanças em seus termos de serviço, depois de uma feroz reação de usuários, em dezembro do ano passado.

Reprodução: Site do aplicativo Instagram 


Em post no blog da empresa, Kevin Systrom, fundador e presidente-executivo do Instagram, pediu desculpas por não ter "comunicado nossas intenções claramente". As mudanças nos termos de serviço referentes a publicidade foram revertidas, ele afirmou, e as normas anteriores à mudança, anunciadas na segunda-feira, foram restauradas.

O Instagram, que permite que pessoas acrescentem filtros e efeitos às suas fotos e as compartilhem facilmente via internet, foi adquirido alguns meses atrás pelo Facebook, por US$ 1 bilhão.

Alguns usuários do Instagram, entre os quais a revista National Geographic, anunciaram que deixariam de usar o serviço, depois das novas regras.

Os novos termos pareciam permitir que anunciantes do Instagram exibissem fotos de usuário do serviço sem remuneração, mas a linguagem dos termos de uso foi alterada em atualização posterior.

Os termos atualizados também não continham a controversa cláusula afirmando que se menores de idade usassem o serviço, estaria implícito que seus pais teriam concordado de forma tácita com os termos do Instagram.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O poder do mercado digital: quais as variáveis a favor para se investir‏



publicado na Revista Mensch

Se você ainda é daqueles que reluta contra as ferramentas digitais, ainda não entende o tamanho e quais variáveis envolvidas para obtenção de sucesso no mercado digital ou já faz parte dele e esta a fim de ficar atualizado sobre o cenário brasileiro, este artigo é para você. A comunicação digital é talvez a variável mais influente sobre as relações de consumo e comportamento do consumidor detectada até então, podendo ser considerada uma das maiores responsáveis pela mudança da lógica de percepção e compreensão das mensagens. 
 
Não é novidade que a internet inserida no contexto atual interfere nas relações humanas, a revolução digital exige cada vez mais o estabelecimento de relações comerciais e conexões ciberculturais consistentes. Entender a magnitude desta plataforma de comunicação ajuda as organizações a utilizarem de forma mais consciente e sistematizada todas ferramentas existentes e a devir, visando potencializar as ações. A internet é a primeira mídia em massa que permiti interações entre todos os stakeholders das organizações de forma igualitária, democrática e a velocidade da luz, fatores diferenciais e sedutores de fidelização.

Como afirma Kotler (2000), a possibilidade de ajustes rápidos as condições de mercado, a custos baixos, construção de relacionamento e a precisão dos números gerados pelos visitantes, fazem esta plataforma ter benefícios singulares. Ainda segundo o autor, o que os consumidores buscam nos portais é: conveniência, informação e comodidade. Ele indica cinco caminhos possíveis que ajudam a fortalecer a fidelidade dos públicos: trabalhar a marca dentro dos conceitos de branding, estimular o protagonismo dos consumidores, trabalhar dentro dos valores locais, dar atenção as formas de relacionamentos por meio das redes sociais e oferecer feedbacks rápidos. A gameficação é item que deve ser considerado com bastante atenção.

Os conteúdos produzidos para a internet são feitos para serem consumidos por gente e são produzidos por gente, ou seja, o grande tesouro deste mercado não são as máquinas e sim os indivíduos, que através de estruturas de redes vem construindo um novo modelo de gestão da comunicação. Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Nielsen Online, o número de brasileiros com acesso a internet nos mais diversos ambientes no final do 4º trimestre 2011 chegou a 79,9 milhões de usuários. No 1º trimestre de 2012, segundo dados da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), já são 82,6 milhões de usuários. Ocupando assim, a 5º posição em número de usuários, ficando atrás apenas do Japão, Índia, Estados Unidos e China. 
 
Ainda de acordo com a IAB Brasil, a internet ultrapassou a mídia jornal e agora ocupa a 2ª colocação entre as mídias no Brasil, ficando atrás apenas da TV aberta, registrando 12% do total. Os dados referem-se aos três primeiros meses de 2012. E demonstram, que o setor publicitário também anda bem de números, chegando a faturar mais de R$ 840 milhões, sendo R$ 512 milhões em search (sites de busca) e R$ 330 milhões em display (banners em site).

A verdade é que hoje com o aperfeiçoamento da segurança na internet e com os perigos da rua, principalmente nas metrópoles, as pessoas estão cada dia mais dispostas a entender e se relacionar com as possibilidades digitais. E, buscam nesse movimento de mudança referencias de pessoas de sua network física para validar seja uma compra ou para balizar suas experiências digitais, usando as redes tanto para consumo, quanto para produção de conteúdos. Sendo assim, as pessoas e organizações devem se comportar de maneira a se tornarem mentores dos públicos de relacionamento. O que irá mover o comportamento futuro consumidor são fatores como: o estar mais online, ser mais verde em seus processos, mais inteligentes em suas estratégias e acima de tudo ter bom gosto. Quanto mais útil, atrativo, divertido for a experiência do internauta, maior a probabilidade de seu retorno. Para tanto, as peças publicitárias devem buscar ser simples, criativas, objetivas, relevantes e bem humoradas.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Hotéis Que Discriminam Internautas



publicado no blog de Stephen Kanitz

Alguns hotéis cobram R$ 15,00 por dia de internautas, algo que custa R$ 5,00 por mês, alegando que isto discriminaria contra quem não usa a net (1% dos turistas) e cada um paga o serviço que usou, como fazem com o frigobar. 

Assim sendo, sugiro que cobrem também por:

1. Horas de luz ligada.

2. Horas de fato dormidas na cama, alguns dormem 7 horas outros dormem 8.

3. Quantidade de descargas feitas. Por que hóspedes com diarreia deveriam pagar o mesmo que nós que comemos fora do hotel?
4. Número de vezes que entramos no quarto. (custo das dobradiças)

5. Número de vezes que ligamos a televisão.

6. Horas de uso do ar condicionado.

7. Tempo no elevador.

8. Número de vezes que usamos o concierge.

Todo item tem a sua depreciação dependendo do uso, e com a nova política de preços implantada no Brasil cada um tem o custo de depreciação que merece.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Apple sai na frente na briga pelos e-books no Brasil


publicado na Época Negócios
Começou a guerra pelos livros eletrônicos no Brasil. Quem saiu na frente foi a Apple. No começo da semana, os primeiros livros brasileiros já tinham sido avistados na iBookstore. Nesta quinta (25), a Distribuidora de Livros Digitais (DLD), consórcio responsável pelos e-books de 6 editoras nacionais, formalizou o acordo com a Apple.
Donos de iPads, iPhones e iPods touch já podem comprar 1,5 mil títulos em português das editoras Objetiva, Record, Sextante, Intrínseca, Rocco e Planeta. Estima-se que um terço dos livros mais vendidos no Brasil venha do consórcio. Mas elas não são as únicas na iBookstore: é possível encontrar títulos de outras editoras não filiadas à DLD, como a Companhia das Letras, Arqueiro e LP&M. Autores como José Saramago, Paulo Coelho, Umberto Eco, Stephenie Meyer (da série “Crepúsculo”) e E.L. James (da série “50 tons de cinza”) estão disponíveis. Os livros ainda são  cobrados em dólar.
O anúncio coloca ainda mais pressão na Amazon. Ainda que tenha começado a negociar antes, a gigante de e-commerce ainda enfrenta dificuldades para convencer as editoras nacionais. Há mais de dois anos, seu primeiro contato foi desastroso. A partilha proposta pelo preço dos livros foi considerada abusiva pelas editoras. Tanto que elas se uniram para peitar tais condições, formando a a DLD. A explicação na íntegra pode ser ouvida no meu comentário na CBN na semana passada.
A negociação emperrou e Google e Apple passaram na frente, ainda que tenham começado a conversar

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Seis lições de Steve Jobs para os negócios


Publicado originalmente emAdministradores
Steve Jobs demonstrou ser um homem à frente do seu tempo. De sua cabeça surgiu um admirável mundo novo de gadgets que ditam a vanguarda tecnológica. iPod, iPad, iPhone, iMac e ações que transformaram a Apple na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado. Veja abaixo seis lições que ele nos deixa:
Preocupe-se com todos os detalhes
A obsessão da Apple pelo design e pelos mínimos detalhes resultou em produtos elegantes que viraram tendências. Tudo é bem pensado para ser intuitivo e facilitar a vida do usuário. Por exemplo, você saberia dizer por que o botão de liga/desliga do iMac é sempre atrás? Para que, caso você esbarre sem querer, não apague o arquivo que está aberto no momento.
Desde o cabo de energia preso a um imã no computador para o usuário não tropeçar no fio, até a caixa personalizada que o produto é embalado. Atenção aos detalhes faz parte da Apple, e isso encanta seus consumidores. Aqueles que conseguirem implementar essa preocupação em seu trabalho e mostrarem dedicação ao extremo no que fazem ganharão um diferencial competitivo. A maioria das pessoas não está acostumada a um ambiente onde a excelência é a regra.
Continue faminto! Continue tolo!
No final do discurso que fez no encerramento do ano letivo da Universidade de Stanford, em 2005, Jobs – que nunca concluiu um curso universitário – deixou como último conselho aos formandos a seguinte mensagem: “stay hungry, stay foolish” (continue faminto, continue tolo). Retirada de um antigo almanaque que costumava consultar quando era mais jovem, a frase traduz aquilo que o executivo pôs em prática ao longo de toda sua vida.
Sempre faminto pelo novo, ele criou, transformou, reinventou, mas sempre se mantendo ciente das suas limitações. E é essa a mensagem que ele deixa para todos aqueles que também pretendem se aventurar em empreitadas como as suas, empreendendo novas ideias e colocando em prática seus sonhos.
Não tenha medo de errar
“Eu sou a única pessoa que eu conheço que perdeu 250 milhões de dólares em um ano”, disse Jobs, certa vez. Seja no trabalho, na universidade, no esporte ou em atividades diversas, o erro pode fazer parte de algum momento de nossas vidas. No entanto, a questão é como você lida com ele: uma besteira a ser esquecida ou um resultado que pode apontar uma nova direção? Steve Jobs nos ensina que o único homem que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa alguma.
Crie evangelizadores
Você já imaginou milhares de pessoas no mundo ansiosas para o lançamento de um produto que elas nunca viram e nem sabem para que serve? Então se espante, pois foi exatamente isso que aconteceu no lançamento do iPad, em janeiro de 2010. Em alguns lugares, os primeiros lotes do produto se esgotaram antes mesmo de chegarem às prateleiras.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Amazon enfrenta dificuldades para chegar ao Brasil

Amazon Kindle

Felipe Ventura, no Gizmodo
A Amazon estava prevista para desembarcar no Brasil em 1° de setembro. Está quase chegando! Mastalvez o prazo não seja cumprido: a briga entre Amazon e editoras nacionais está longe de acabar.
Segundo a Exame, grandes editoras não aceitam os termos agressivos da Amazon: desconto de 50% na compra dos livros, mais o direito de cobrar o quanto quiser por eles.
As editoras temem que, com isso, a Amazon abaixe demais o preço dos livros no Brasil. “Não queremos acordar amanhã reféns da Amazon”, diz à Exame o dono de uma das maiores editoras do Brasil. E esta preocupação existe há um bom tempo. Nos EUA, a Amazon conseguiu uma grande fatia do mercado com preços baixos – mas várias livrarias foram à falência com isso.
Pequenas e médias editoras, no entanto, parecem gostar da ideia de uma Amazon brasileira. A Xeriph, maior distribuidora de livros digitais do país, fechou contrato com a Amazon para distribuir e-books de 180 pequenas e médias editoras, donas de 4.000 títulos.
Mas a Amazon vende diversos produtos nos EUA e outros países. Por que no Brasil ela está focada em e-books? Como mencionamos antes, isso é devido a problemas de logística no Brasil. A própria Exame aponta “a dificuldade de montar uma estrutura de distribuição” como motivo para a Amazon começar por livros digitais. Só depois devem chegar outros itens à loja, e ainda assim de pequeno porte – como livros físicos, CDs, DVDs, videogames e Kindles.
Bem, a Amazon ainda não conquistou as grandes editoras. Enquanto isso, a concorrência avança. A Apple, que já vende livros via iTunes, concordou em vender e-books pelo preço definido pelas editoras, segundo a Exame. E a Kobo, grande loja de livros eletrônicos, desembarca no Brasil ainda este ano, trazendo inclusive seu leitor de e-book.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A ‘orkutização’ do Instagram e a natureza gregária da internet


Alexandre Matias, no Estadão
Iphoneiros em polvorosa: “Vão poluir minha timeline!”, reclamavam usuários do celular da Apple tanto no Brasil quanto no exterior. Eles haviam recebido a notícia de que o aplicativo Instagram havia ganhado, na semana passada, uma versão para Android, o sistema operacional rival do iOS, do iPhone. Por aqui, a indignação veio no inevitável tom de piada característico da nossa vida digital tropical, com a criação de tumblrs como o androidnoinstagram.tumblr.com ou orkutgram.tumblr.com, entre outros. O teor dos tumblrs – e das piadas – era sempre o mesmo: agora o Instagram perderia o seu status, pois uma tal “horda de pobres” começaria a usar o aplicativo.
Para quem não conhece, o Instagram é mais do que um software para celular que permite tirar fotos com filtros vintage. Criado pelo brasileiro Mike Krieger, o aplicativo também funciona como uma rede social – em que é possível assinalar contatos e personalizar perfis como em qualquer site deste tipo, com duas diferenças cruciais. A primeira: é uma rede social feita para o celular. Ela se replica, ao gosto do freguês, pelo Twitter e Facebook, mas seu ambiente nativo é a internet móvel. A segunda é o fato de não existir perfil público. Quem quiser ver a página de alguém no Instagram, ao contrário da maioria das redes sociais, precisa criar uma conta lá.

Fotografe o código de barra e compre o livro


Publicado originalmente por PublishNews
Livraria Cultura viabiliza ferramenta para que usuários de smartphones pesquisem e comprem livros
Você viu um livro na casa de um amigo e ficou com vontade de comprar? Fotografe o código de barras, veja as informações e o preço, e compre com seu smartphone. Essa é a ideia que a Livraria Cultura está colocando em prática por meio de uma parceria com a Scanbuy, empresa que oferece serviços de leitura de códigos de barra e QR Code, líder mundial no segmento. Na prática, quem tiver o aplicativo da Scanbuy no celular pode acessar as informações dos livros em qualquer lugar – até numa livraria concorrente, por exemplo – e ser automaticamente direcionado para a loja virtual da Cultura.
Segundo Bernardo Abecasis, diretor geral da Scanbuy no Brasil, há um milhão de smartphones no país com o aplicativo da empresa – no mundo, são 50 milhões. No ano passado, a média de leitura diária de códigos por parte de brasileiros foi de cinco mil, conta o executivo. “Ainda é pouco em comparação com o resto do mundo, onde são feitas três leituras por segundo [ou 260 mil por dia], mas esperamos um crescimento exponencial da base de smartphones e, portanto, do número de leituras no país”, afirma.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Blogueiro usa rap para dar importantes lições de negócios



Ben Horowitz, famoso investidor do Vale do Silício, encontra no rap lições valiosas para empreendedores de tecnologia
Publicado originalmente no New Tork Times [via iG]
À primeira vista, o Vale do Silício, onde engenheiros escrevem códigos vestidos com calças de algodão cáqui, pode não ter muito a ver com o rap, estilo musical em que artistas vestidos com calças abaixo da cintura escrevem letras irreverentes.
Porém, Ben Horowitz, famoso investidor de risco daqui, diz que o rap guarda um tesouro de lições para empreendedores tecnológicos. Horowitz manda jogar pela janela as aulas e livros de negócios e ouvir as letras de rap.
Ele aplica essa teoria num blog, que atraiu leitores de tecnologia e outros executivos oferecendo lições de negócios, quase todas precedidas por uma letra de rap que resume uma moral, e gravações do site musical Grooveshark. No processo, ele uniu duas culturas do Vale do Silício, que não é exatamente conhecido pela diversidade racial ou cultural.
Empreendedores podem se dar bem ouvindo o conselho de Horowitz. Ele abriu a empresa de capital de risco Andreessen Horowitz com Marc Andreessen, um dos fundadores da Netscape, que ganhou rios de dinheiro com investimentos em companhias como Groupon e Skype, e deve ganhar ainda mais com o lançamento das ações do Facebook. Em janeiro, a empresa anunciou que formara seu terceiro fundo em três anos, US$ 1,5 bilhão em dinheiro novo, uma quantia alta até mesmo no Vale do Silício. Antes, os dois homens haviam fundado a Opsware, companhia de software para data centers, e vendido a empresa para a Hewlett-Packard em 2007.

terça-feira, 6 de março de 2012

Defenda-se é um app para iPhones/iPods touch que trabalha em prol do consumidor


O desenvolvedor brasileiro Argemiro Neto está estreando na App Store com o pé direito, tendo acabado de lançar o aplicativo Defenda-se para iPhones/iPods touch.
Defenda-se - iPhones
A ideia do app é trabalhar em prol do consumidor, trazendo perguntas e respostas divididas por categorias, todo o Código de Defesa do Consumidor (CDC) atualizado, e telefones de órgãos responsáveis — tudo isso com busca inteligente.
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