"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Twitter testa novo layout similar a Facebook e Google+

Fotos do perfil ficarão maiores e lista de tuítes deixará de ser exibida.
Microblog já cedeu a redes sociais funções como hashtag e trending topics.
Twitter testa novo layout para de sua página, que aproximará o microblog das redes sociais Facebook e Google+. (Foto: Reprodução/Mashable.com)
Twitter testa novo layout para de sua página, que aproximará o microblog das redes sociais Facebook e Google+. (Foto: Reprodução/Mashable.com)
Publicado no G1
O Twitter está testando uma remodelação de layout que aproximará a forma como microblog exibe o conteúdo do jeito como as redes sociais Facebook e Google+ organizam as publicações de usuários.
A imagem de um perfil com esse redesenho foi publicada pelo site “Mashable” nesta terça-feira (11).
Se confirmadas, as mudanças marcarão uma virada na relação entre o microblog e as outras redes sociais. Nos últimos anos, foram Facebook e companhia que adotaram as ferramentas criadas pelo Twitter, como a “hashtag”, os “trending topics” e a forma de citar outros usuários usando o símbolo “@”.
Segundo a imagem postada pelo site, o layout da timeline dos usuários no Twitter deve incorporar uma mescla de elementos da rede social do Google e Facebook.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Google lança nova plataforma de ensino à distância

Helpouts permite que usuários entrem em contato com experts e paguem por “serviços” através de chat em vídeo
Publicado em O Globo
RIO – O Google entrou oficialmente no universo da educação à distância lançando o Helpouts, plataforma que permite a qualquer usuário de internet aprender ou ensinar. Para isso, juntou serviços que ele já oferece — o Youtube, Hangout, Google +, Gmail e Google Wallet — para conectar usuários a especialistas por meio de vídeos em tempo real com aulas gratuitas ou cobradas por sessão ou minuto.
Nesta primeira etapa, o Helpouts terá apenas aulas com profissionais convidados — foram firmadas parcerias com Sephora, One Medical, Weigh Watchers, Redbeacon e Rosetta Stone — mas em breve conectará qualquer um que queira ensinar algo a pessoas que queiram aprender, dentro das mais diversas categorias.
Algumas áreas que serão abrangidas já foram divulgadas pelo Google. São elas: artes e música, informática e eletrônica, culinária, educação, moda e beleza, fitness e nutrição e saúde e jardinagem.
“A ajuda pode ser uma resposta rápida para um problema que você esteja tendo agora, como consertar o portão da garagem, ou como limpar os vírus do computador; ou pode ser um auxílio para um projeto inteiro, como construir um deque. Pode ser aprender uma nova habilidade, como falar francês ou desenhar cartoons; ou pode ser um conselho mais geral, como como melhorar seu físico ou sua escrita”, escreveu Udi Manber, VP de engenharia no blog oficial do Google.
O único pré-requisito para acessar as aulas é ter uma conta no Google+. A videochamada usa a tecnologia do Google Hangout, conectando o especialista ao usuário ao vivo por vídeo. Os horários podem ser pré-agendados ou pode ser que haja um especialista de plantão, esperando os usuários aparecerem para tirar dúvidas. Antes de começar as aulas, o interessado pode ver um pequeno vídeo de introdução à aula e conferir as qualificações do instrutor. Além disso, abaixo da descrição do assunto a ser tratado, é possível ver a avaliação de outros usuários ao curso.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Google ganha direito de digitalizar 20 milhões de livros

Para o juiz Denny Chin, que proferiu a decisão nesta quinta-feira, a iniciativa de reproduzir livros das bibliotecas trará benefícios à geração digital
(Peter Macdiarmid/Getty Images)
Publicado na revista Veja

O Google ganhou na Justiça o direito de digitalizar livros impressos protegidos por direitos autorais. Desde 2005, a companhia briga legalmente com a Authors Guild, associação dos escritores dos Estados Unidos, para reproduzir digitalmente o equivalente a 20 milhões de obras disponíveis em bibliotecas do país. A decisão foi proferida por um juiz da corte distrital de Nova York, que considerou o pedido do Google justo.
Com a decisão formal, o Google pode continuar de forma legal o projeto que já estava em andamento. Segundo o juiz Denny Chin, o veredito foi baseado no fato de que a digitalização de materiais de pesquisa é um grande avanço, que não irá interferir no mercado editorial nos Estados Unidos. Ainda de acordo com o magistrado, o Google Books, nome da iniciativa promovida pelo buscador, é uma ferramenta de pesquisa essencial, que trará muitos benefícios à sociedade.

Atualmente, o Google estabelece uma regra que impede os usuários de fazer download dos livros. Trata-se de uma solução para evitar que essas obras sejam reproduzidas ilegalmente. Em um comunicado, o buscador afirmou que o Google Books respeita a lei de direito autoral americana e que o serviço funciona como um catálogo on-line, que permite ao usuário da “era digital” encontrar livros para comprar ou emprestar.
Projeto — O Google Books não reproduz digitalmente os livros na íntegra, mas apenas trechos deles. Obras livres de direitos autorais, de domínio público, podem ser acessadas de forma integral através do catálogo do buscador. Alguns títulos oferecem ao leitor um material mais abrangente. Isso acontece por causa de uma parceria que o Google firma com editoras interessadas.
Ao oferecer o resultado de uma pesquisa, o Google Books indica para o leitor lojas on-line onde ele pode encontrar o livro. O próprio Google, por meio do Google Play, disponibiliza uma loja de e-books. Fica a critério do usuário a compra da obra em sua versão digital ou física.

Histórico — A briga legal entre Google e a Authors Guild começou em 2005. No processo, a associação pediu à companhia uma indenização no valor de 750 dólares por livro digitalizado, o equivalente a 3 bilhões de dólares. Segundo a instituição, o Google não estava respeitando os direitos autorais disponibilizando trechos das obras.

Paul Aiken, diretor da Authors Guild, não concorda com o juiz de Nova York. “Essa decisão é uma mudança fundamental na proteção do direito autoral. Em nossa visão, a digitalização e a exploração em massa ultrapassa os limites do justo”, disse.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes

Publicado em Demografia Unicamp, via [Pavablog]
Esta é a Ana.
Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.
“Yuppie” é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta. Os yuppies em geral possuem formação universitária, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. - Wikipedia
Eu dou um nome para yuppies da geração Y — costumo chamá-los de “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de yuppie, um tipo que se acha o personagem principal de uma história muito importante.
Então Ana está lá, curtindo sua vida de GYPSY, e ela gosta muito de ser a Ana. Só tem uma pequena coisinha atrapalhando:
Ana está meio infeliz.
Para entender a fundo o porquê de tal infelicidade, antes precisamos definir o que faz uma pessoa feliz, ou infeliz. É uma formula simples:
É muito simples — quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.
Para contextualizar melhor, vamos falar um pouco dos pais da Ana:
Os pais da Ana nasceram na década de 1950 — eles são “Baby Boomers“. Foram criados pelos avós da Ana, nascidos entre 1901 e 1924, e definitivamente não são GYPSYs.
Na época dos avós da Ana, eles eram obcecados com estabilidade econômica e criaram os pais dela para construir carreiras seguras e estáveis. Eles queriam que a grama dos pais dela crescesse mais verde e bonita do que eles as deles próprios. Algo assim:
Eles foram ensinados que nada podia os impedir de conseguir um gramado verde e exuberante em suas carreiras, mas que eles teriam que dedicar anos de trabalho duro para fazer isso acontecer.
Depois da fase de hippies insofríveis, os pais da Ana embarcaram em suas carreiras. Então nos anos 1970, 1980 e 1990, o mundo entrou numa era sem precedentes de prosperidade econômica. Os pais da Ana se saíram melhores do que esperavam. isso os deixou satisfeitos e otimistas.
Tendo uma vida mais suave e positiva do que seus próprios pais, os pais da Ana a criaram com um senso de otimismo e possibilidades infinitas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo inteiro ensinaram seus filhos da geração Y que eles poderiam ser o que quisessem ser, induzindo assim a uma identidade de protagonista especial lá em seus sub-conscientes.
Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos em relação à suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não ser mais suficiente. O gramado digno de um GYPSY também devia ter flores.
Isso nos leva ao primeiro fato sobre GYPSYs:
GYPSYs são ferozmente ambiciosos
President1
O GYPSY precisa de muito mais de sua carreira do que somente um gramado verde de prosperidade e estabilidade. O fato é, só um gramado verde não é lá tão único e extraordinário para um GYPSY. Enquanto seus pais queriam viver o sonho da prosperidade, os GYPSYs agora querem viver seu próprio sonho.
Cal Newport aponta que “seguir seu sonho” é uma frase que só apareceu nos últimos 20 anos, de acordo com o Ngram Viewer, uma ferramenta do Google que mostra quanto uma determinada frase aparece em textos impressos num certo período de tempo. Essa mesma ferramenta mostra que a frase “carreira estável” saiu de moda, e  também que a frase “realização profissional” está muito popular.
Para resumir, GYPSYs também querem prosperidade econômica assim como seus pais – eles só querem também se sentir realizados em suas carreiras, uma coisa que seus pais não pensavam muito.
Mas outra coisa está acontecendo. Enquanto os objetivos de carreira da geração Y se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, uma segunda ideia foi ensinada à Ana durante toda sua infância:
Este é provavelmente uma boa hora para falar do nosso segundo fato sobre os GYPSYs:
GYPSYs vivem uma ilusão
Na cabeça de Ana passa o seguinte pensamento: “mas é claro… todo mundo vai ter uma boa carreira, mas como eu sou prodigiosamente magnífica, de um jeito fora do comum, minha vida profissional vai se destacar na multidão”. Então se uma geração inteira tem como objetivo um gramado verde e com flores, cada indivíduo GYPSY acaba pensando que está predestinado a ter algo ainda melhor:
Um unicórnio reluzente pairando sobre um gramado florido.
Mas por que isso é uma ilusão? Por que isso é o que cada GYPSY pensa, o que põe em xeque a definição de especial:
es-pe-ci-al | adjetivo
melhor, maior, ou de algum modo
diferente do que é comum
De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais, ou então “especial” não significaria nada.
Mesmo depois disso, os GYPSYs lendo isto estão pensando, “bom argumento… mas eu realmente sou um desses poucos especiais” – e aí está o problema.
Uma outra ilusão é montada pelos GYPSYs quando eles adentram o mercado de trabalho. Enquanto os pais da Ana acreditavam que muitos anos de trabalho duro eventualmente os renderiam uma grande carreira, Ana acredita que uma grande carreira é um destino óbvio e natural para alguém tão excepcional como ela, e para ela é só questão de tempo e escolher qual caminho seguir. Suas expectativas pré-trabalho são mais ou menos assim:
Infelizmente, o mundo não é um lugar tão fácil assim, e curiosamente carreiras tendem a ser muito difíceis. Grandes carreiras consomem anos de sangue, suor e lágrimas para se construir – mesmo aquelas sem flores e unicórnios – e mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente vão estar fazendo algo grande e importante nos seus vinte e poucos anos.
Mas os GYPSYs não vão apenas aceitar isso tão facilmente.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Google quer patente do gesto de coração

Por Ligia Aguilhar, no Estadão
Gesto com as mãos que forma a imagem de um coração seria usado para curtir uma imagem no Google Glass
SÃO PAULO – Depois da Apple entrar com um pedido de patente da palavra startup em diversos países, incluindo o Brasil, chegou a hora do Google surpreender com um pedido de patente igualmente inusitado. O site Engadget revelou na semana passada que a empresa registrou o pedido da patente do gesto que forma um coração com as mãos em 2011, nos Estados Unidos.
Reprodução do pedido de patente registrado pelo Google. FOTO: Reprodução/Engadget
O gesto do coração com as mãos seria usado para que os usuários “de um display vestível na cabeça” – provavelmente uma referência ao Google Glass – possam curtir o que estiver na sua frente e indicar nas redes sociais que a imagem foi curtida.
Além do coração, o pedido ainda inclui a solicitação da patente de outros gestos que podem ser usados em um dispositivo como o Google Glass para funções como cortar e dar zoom em uma foto. O pedido completo está disponível na internet.
Os entusiastas do gesto, no entanto, não precisam se preocupar. A patente se refere apenas ao uso do coração com as mãos nos produtos da empresa. O uso não-comercial continuará livre.

Samsung registra patente para óculos inteligentes

publicado na InfoExame
Oculos-1
A Samsung registrou uma patente do que pode vir a ser seu dispositivo concorrente com os óculos Google Glass.
A patente foi registrada nesse mês na Coreia do Sul e mostra um conceito com armação transparente, botões laterais e um painel frontal que traz uma câmera embutida.
Oculos-2
Segundo a descrição da patente, os óculos poderiam ser pareados com um smartphone para exibir informações ou controlar alguma função. Fones de ouvido também permitiriam ao usuário ouvir músicas ou receber ligações.
Ao contrário dos óculos do Google, a patente da Samsung exibe fios dos dois lados da armação do dispositivo com um plug conector na ponta dos mesmos. Por ser um conceito, ainda não se sabe se e quando a empresa poderá lançar seus óculos inteligentes.
Oculos-3
Via: WSJ

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

'O Android é tudo menos aberto', alfineta executivo por trás do Firefox OS


Andreas Gal (REPRODUÇÃO)

Rennan Setti, no O Globo

RIO - Depois de ter desafiado a Microsoft no segmento de navegadores ao criar o Firefox, há 11 anos, a Mozilla quer agora duelar com o Android, da Google. A organização sem fins lucrativos lançou no Brasil na terça-feira seu sistema operacional para celulares, o Firefox OS. Segundo o vice-presidente de mobilidade da fundação, Andreas Gal, o software tem como forte o fato de ser o único realmente aberto do mercado, já que “o Android é tudo menos aberto.”

— O Android é muito diferente do quê a gente vem fazendo. A Google gosta de associar o sistema ao movimento open-source mas, na verdade, ele é tudo menos aberto. A tecnologia Android pertence completamente à Google. É a empresa que decide quais tecnologias estarão no sistema, e o código-fonte só e liberado depois que uma nova versão do sistema é lançada — afirma o executivo da Mozilla, cuja sede fica a poucos quilômetros do Googleplex, em Mountain View. — Somos diferentes porque não estamos em busca de lucros. Não temos acionistas, nossos acionistas são os usuários.

De acordo com Gal, o que define o Firefox como aberto é o fato de absolutamente qualquer pessoa ou corporação poder contribuir para a construção do código, sejam os engenheiros da Telefônica, governos ou um adolescente com noções de programação. Além disso, o sistema permite a instalação de aplicativos diretamente da web, sem a necessidade de que sejam submetidos a uma loja de aplicativos.

Na opinião de Gal, só a web é capaz de suprir satisfatoriamente a demanda dos usuários por conteúdo. Ele repete uma conta: enquanto existem 8 milhões de desenvolvedores de aplicações para web, há apenas algumas centenas de milhares trabalhando na criação de softwares para sistemas como o iOS (do iPhone).

— Por que alguém do Brasil se submeteria a alguém de Cupertino (sede da Apple) ou de Mountain View para selecionar seu conteúdo? Em uma das primeiras vezes que estive no Brasil, comprei um telefone Android para experimentar como é o sistema aqui. Quando fui a loja de aplicativos, ficou claro pra mim que ela é gerida por uma empresa americana. A loja tinha todos os apps importantes... se você mora na Califórnia — disse o executivo, que é alemão e foi um dos criadores do Boot to Gecko, que se transformaria no Firefox OS.

O Firefox OS chegou ao Brasil por meio de uma parceria com a Vivo, cujas lojas estão vendendo smartphones equipados com o sistema, o LG Fireweb e o Alcatel Onetouch Fire. Segundo Gal, o país está entre os mais importantes dos dez onde o software foi lançado:

— O lançamento aqui não é qualquer um para nós, é muito especial. Estamos buscando um público que esteja fazendo a transição do celular antigo (feature phone) para smartphone, e o Brasil reúne esses consumidores. Muitas das características do sistema foram criadas pensando em brasileiros.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Agora é oficial: Nexus 5 aparece no Google Play

Desta vez temos um vazamento oficial: por um breve período de tempo, o LG Nexus 5 ficou visível na página do Google Play e algumas pessoas puderam acessá-lo.

lg nexus play Agora é oficial: Nexus 5 aparece no Google Play


Além de confirmar a nova interface do Android 4.4 Kitkat, com menu de navegação e barra de status transparentes, há o destaque para incorporação do Hangouts à plataforma, substituindo o tradicional aplicativo de Mensagens.

A aparição também revelou um novo ícone para a câmera e uma breve descrição (com preço!) do novo dispositivo: “Capture o dia a dia e o máximo disso tudo de novas maneiras. A partir de US$ 349″ dizia a página do Google Play.

E claro, esses sortudos visitantes puderam capturar a bonita e limpa imagem no novo Nexus para todos nós.

Senhoras e senhores, aqui está o LG Nexus 5:

lg nexus 5 e1382060459210 Agora é oficial: Nexus 5 aparece no Google Play
Dica: Clique na imagem para ampliar. :-)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Google afirma que sua posição sobre a privacidade no Gmail foi deturpada

google




Diversos sites, inclusive o Canaltech, noticiaram que o Google afirmava que os usuários do Gmail "não podiam ter nenhuma expectativa de privacidade em seu e-mail", com a informação baseada em um documento da própria empresa no qual seus advogados supostamente teriam feito a afirmação. No entanto, o Google afirmou que a passagem repercurtida na imprensa foi tomada fora de seu contexto e mal interpretada, como informa o site Mashable.

As informações começaram a circular depois que o Consumer Watchdog, que citou uma passagem presente na página 19 de uma monção dos advogados da empresa durante processos judiciais que estão ocorrendo no Vale do Silício, no estado norte-americano da Califórnia. Usuários do Gmail e de outros provedores de e-mail alegam que o fato de o Google "minerar" as contas dos usuários do Gmail infringe uma série de leis federais e estaduais.

"Assim como um remetente que envia uma carta para um colega de trabalho não pode se surpreender se o assistente desse colega abrir a carta, as pessoas que usam e-mail baseado na web hoje não podem se surpreender se seus e-mails são processados [pelo provedor de e-mail] no curso da entrega. De fato, 'uma pessoa não tem expectativa legítima de privacidade sobre a informação que ela voluntariamente repassa a terceiros'", cita a passagem.

A frase "uma pessoa não tem expectativa legítima de privacidade sobre a informação que ela voluntariamente repassa a terceiros" que foi atribuída ao Google, na verdade, é uma citação de jurisprudência contida em outro processo judicial, e não do Google. O trecho da passagem foi tirado de um caso da Suprema Corte dos Estados Unidos que afirma que o uso de um "pen register", dispositivo eletrônico que registra os números discados a partir de um telefone, mas não o conteúdo das ligações, não seria ilegal. O processo gerou uma doutrina legal que prevê que um usuário que entrega seus dados a uma empresa, ou terceiros, não espera ter privacidade sobre esses dados.

Uma pessoa próxima aos processos afirmou ao Mashable que, colocando a frase em seus verdadeiro contexto, o Google estava tentando afirmar que usuários de outros serviços de e-mail, quando enviam mensagens para um usuário Gmail, também estão sujeitos às mesmas políticas de privacidade do Google. Ou seja, se você não tem uma conta no Gmail, mas envia um e-mail para um amigo que tem, a mensagem enviada estará sujeita às políticas de privacidade da empresa como qualquer outro e-mail. E os termos de acordo do Google permitem que a companhia escaneie e-mails para filtrar spams e veicular anúncios.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Justiça determina que Google Brasil libere dados de e-mails


Mônica Campi, na INFO Online

São Paulo - A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o Google Brasil cumpra ordem judicial de quebra de sigilo de mensagens enviadas por meio do serviço Gmail.

A determinação vale para comunicações de e-mail feitas por investigados de crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa, fraude à licitação, lavagem de dinheiro, advocacia administrativa e tráfico de influência.

Segundo o STJ, o Google Brasil terá 10 dias para cumprir a decisão. Caso não atenda a solicitação da Justiça, a empresa receberá uma multa diária de R$ 50 mil.

De acordo com a determinação da ministra relatora do inquérito, Laurita Vaz, com a quebra do sigilo será possível obter informações importantes e provas relevantes para a investigação policial.

O Google Brasil, em sua defesa, alegou não ser possível cumprir a ordem judicial uma vez que todos os dados do serviço Gmail estão armazenados nos servidores dos Estados Unidos e, desta forma, sujeitos às legislações daquele país. A empresa sugeriu uma forma diplomática para se obter esses dados.

Mas para a Justiça, o fato das informações estarem armazenadas em outro país não torna os dados em material de prova estrangeiro, com necessidade de meios diplomáticos para se obtê-los.

“Nenhum obstáculo material há para que se viabilize o acesso remoto aos dados armazenados em servidor da empresa Google pela controlada no Brasil, atendidos, evidentemente, os limites da lei brasileira. A ordem pode ser perfeitamente cumprida, em território brasileiro, desde que haja boa vontade da empresa. Impossibilidade técnica sabe-se, não há”, disse a ministra.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Facebook cresce 20% e mantém liderança entre redes sociais no Brasil




Maior rede social do mundo aumentou sua participação no país durante os últimos 12 meses. Por outro lado, Orkut despenca e dá lugar ao YouTUbe.

publicado no IDGNow

O Facebook continua como a principal rede social do Brasil, segundo dados coletados em abril pela ferramenta Hitwise, da consultoria Serase Experian.

No último mês, a maior rede social do mundo registrou 66,54% das visitas neste segmento no Brasil, aumento de 21,97% em relação ao mesmo período de 2012.

Em segundo lugar com 18,48%, o YouTube cresceu pouco no intervalo, apenas 0,27%, mas contou com uma exrpressiva queda do Orkut, 19,09%, para assumir a vice-liderança – em abril, o Orkut registrou participação de 2,20% das visitas emr edes sociais no país.

O Twitter ficou apenas na sexta colocação, com 1,75% das visitas, seguido pelo Badoo, com 1,05%, Bate-papo UOL, com 0,84%, e só depois pelo Google+, com 0,78%.

Tempo de visita

O Facebook também ficou em primeiro lugar quanto ao tempo de visitas recebidas em abril, com 28 minutos e 52 segundos registrados no mês. Enquanto isso, o YouTube ficou logo atrás: os usuários

segunda-feira, 20 de maio de 2013

YouTube funcionará como uma emissora de TV, diz Google

Felipe Zmoginski, na INFO
O principal executivo do Google para um de seus produtos mais populares, o indiano Shiva Rajaraman, afirmou hoje, em entrevista a INFO, que o YouTube deve se aproximar de um modelo que o transforme em uma espécie de “televisão online”, em que o usuário sintoniza o conteúdo que deseja e passa a consumi-lo de forma ininterrupta.
Diretor do YouTube, Rajaraman disse ainda que o serviço de vídeos fará um grande esforço nos próximos meses para facilitar a veiculação de vídeos ao vivo em sua plataforma e criará novas características para permitir que os produtores de conteúdo possam ser remunerados pela audiência que obtêm no serviço.
Shiva Rajaraman, diretor do YouTube, diz que a plataforma irá se transformar em uma espécie de "televisão online"
Shiva Rajaraman, diretor do YouTube, diz que a plataforma irá se transformar em uma espécie de “televisão online”
Por qual razão o YouTube vai incentivar a transmissão de vídeos ao vivo? Nós acreditamos que o próximo passo para o YouTube é tornar-se um canal de vídeos em que as pessoas podem acompanhar eventos em tempo real. Vamos incentivar emissoras de TV e produtores de vídeos a criar talk shows, espetáculos de música e conteúdos criativos para transmiti-los ao vivo pelo YouTube.
Como vocês farão isso? Estamos buscando uma série de acordos com estúdios que produzem conteúdo em larga escala e com qualidade. Ao mesmo tempo, criamos uma API de analytics que permitirá a esses produtores monitorar de forma mais precisa a audiência de seus vídeos e ajudá-los a entender como podem melhorar sua performance e monetizar seu conteúdo.
Transmissões ao vivo são mais difíceis de serem monitoradas? Não há o risco, por exemplo, de usuários enviarem vídeos de sexo, violência ou com conteúdos ofensivos com maior frequência do que já ocorre atualmente? Há riscos, mas nós sabemos gerenciar isso. Temos uma comunidade muito apaixonada, que nos ajuda a monitorar tudo o que vai ao ar e coloca “flags” nos conteúdos que considera impróprios. Isso funciona muito bem hoje e não vejo motivo para não funcionar bem no futuro.
Você acredita que será possível desenvolver softwares que analisem vídeos veiculados no YouTube e sejam capazes de descobrir se há nudez em uma determinada imagem ou, então, se há veiculação de conteúdo protegido por copyright? Estas tecnologias são bastante complicadas e, no momento, não recorremos a elas. Alguns testes com softwares deste tipo demonstram, por exemplo, que uma imagem de um bebê nu pode ser confundida com algo impróprio. Então, confiamos no trabalho de nossa comunidade e, claro, temos pessoas dentro da divisão do YouTube que se dedicam apenas a ver vídeos e analisá-los sob o ponto de vista de nossos termos de serviço.
Quantas pessoas fazem isso atualmente? Não falamos sobre números, mas posso dizer que somos muito eficientes e conseguimos ver grande parte do conteúdo publicado em nossa plataforma.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Google aposenta Gtalk e anuncia reforma visual para a rede social Google+

publicado na Folha de S.Paulo

O Google apresentou um novo aplicativo chamado Hangouts, que integrará os serviços de chat da empresa, e mostrou um novo design para sua rede social Google +.

"Hangouts" era um aplicativo de conversa por vídeo que funcionava junto com o Google +, mas agora será o nome de uma plataforma unificada de mensagens e vídeo, que juntará o velho Hangouts, o Gtalk e o Google + Messenger.

Para a rede social, a empresa também anunciou 41 novas ferramentas, além da uma interface reformulada que passa a organizar a linha do tempo em colunas e mostrar as interações como "cartas".

Entre as novas ferramentas, estão novos recursos para o tratamento de fotos: dá para suavizar rugas ou mudar a luz de paisagens. Além disso, agora é possível reunir imagens em série, tiradas do mesmo objeto, como se fosse um vídeo.

Outra ferramenta mostrada reconhece marcos culturais e cria automaticamente uma "hashtag" --palavra ou expressão que define o conteúdo, funcionando como uma etiqueta ("#redesocial", por exemplo)
Reprodução
Novo visual da rede Google+, com postagens que funcionam como
"cards" que exibem conteúdo relacionado ao serem acionados

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Google cria tecnologia que impede internauta de escrever o que não deve em e-mails e documentos

imagem: google

originalmente publicado em O Globo

A Google desenvolveu tecnologia que, ao monitorar em tempo-real a atividade do internauta, o impede de escrever e-mails, documentos e mensagens com informações que violem a lei, termos de serviço ou a confidencialidade dos dados de corporações, noticiou o “Huffington Post” nesta terça-feira. O site chamou atenção para a ameaça à privacidade que a tecnologia representa.

“O Big Brother não estará apenas de olho você. Ele estará tomando o poder sobre o que você escreve”, observou a jornalista Bianca Bosker.

A Google apresentou a tecnologia, chamada de Corretor de Violações de Políticas de Uso, em patente submetida a órgão do governo americano. O sistema é voltado para o mercado corporativo, cada vez mais cioso do que os funcionários andam escrevendo em e-mails e até redes sociais.

Segundo a companhia, a ferramenta alerta imediatamente o usuário quando ele escreve conteúdo “problemático”, que possa violar as políticas de segurança da informação de seu empregador, infringir a lei ou denegrir a imagem de outras empresas ou pessoas, por exemplo.

O texto da patente informa que o sistema funciona comparando em tempo real tudo o que os usuários escrevem com um banco de dados de termos consideradas “problemáticas”. Caso a tecnologia identifique que o usuário não está escrevendo como deveria, ele envia alerta explicando o que há de errado e recomenda alternativas que possam enquadrar o texto nas regras.

A Google ressaltou que o software pode funcionar em diversos tipos de texto (mensagens de e-mail, apresentações, documentos etc.) e qualquer modelo de aparelho, do tradicional desktop a até televisões.

De acordo com a gigante das buscas, o Corretor de Violações de Políticas de Uso é providencial para companhias que desejam evitar processos e vazamentos de dados. A patente exemplifica o funcionamento da tecnologia dessa forma:

“Um documento contendo o texto ‘o projeto ABC vai MATAR de vez a empresa XYZ’ poderia abrir espaço para queixa de competição desleal.”

Segundo o “Huffington Post”, porém, é lícito crer que o software também atende aos interesses de regimes autoritários que buscam novas formas de censurar a internet.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Google agora permite que você gerencie sua conta pós-morte


Por enquanto a ferramenta funciona apenas para os produtos do Google como Blogger, Drive, Gmail, Google+ e Picasa.
gerenciadordecontasinativas
Publicado originalmente no youPIX
O Google acaba de lançar mais uma de suas ferramentas inovadoras, o “Gerenciador de Contas Inativas”. Ela permite que suas contas inativas sejam excluídas a partir de um tempo determinado por você, que pode escolher entre três a doze meses.
Entretanto, mais do que administrar contas que você desencana de usar, o dispositivo funciona como um gerenciador pós-morte. Ele não só encerra a conta como também dá a opção de adicionar até 10 pessoas “confiança” para serem notificadas que a conta está inativa e que elas, inclusive, podem receber seus dados.
Resumindo, se você tem lá o seu perfil no Google + e ‘ploft’, morrer, a sua conta vai ser encerrada assim que um período de tempo, definido por você, expirar. Mas calma. Um mês antes da data prevista, ele te manda uma mensagem via e-mail e SMS, para se certificar de que você ou 1) passou dessa pra melhor ou 2) apenas decidiu dar um tempo do mundo conectado.
Por enquanto a ferramenta funciona apenas para os produtos do Google como Blogger, Drive, Gmail, Google+ e Picasa. Mas fica aí uma inspiração para todas as plataformas fazerem o mesmo. Pelo menos temos a opção de não querer uma conta fantasma vagando por aí.

quarta-feira, 27 de março de 2013

App Google+ ganha edição de fotos e novos recursos


publicado na InfoExame
Com mais de 340 milhões de usuários, o Google+ recebeu uma atualização nos apps para Android e iOS – que agora estão com alguns bons recursos a mais.
A novidade que talvez chame mais atenção é o editor integrado de fotos, incluído apenas na versão para iPhones e iPads. Com o recurso, fruto da aquisição do app Snapseed pelo Google, é possível girar, cortar, ajustar brilho e contraste e adicionar alguns efeitos à imagem antes de postá-la na rede social.
Outra mudança, presente nas duas versões do app, torna a visualização de conteúdo mais fácil. Ao clicar em uma foto, vídeo ou link “anexado” a um post, por exemplo, você será redirecionado direto para uma tela separada para vê-lo melhor. O aplicativo também dará mais destaque aos comandos-chave, como +1 e “comentar”,  e evitará cortes nas imagens em “preview”, permitindo que você as confira na íntegra sem ter que abri-las.
O aplicativo do Google+ também conta agora com uma função relacionada à localização. Se você permitir, qualquer amigo que acessar seu perfil poderá conferir onde você está no momento. A funcionalidade pode ser ativada pela versão online da rede social ou simplesmente “ligando” o compartilhamento de local no Android.
Por fim, a última mudança facilita a vida de quem está em muitas comunidades ou gerencias algumas. É possível agora ajustar a quantidade de posts dos grupos na sua Home, além de convidar pessoas para a comunidade e compartilhar itens com ela. Há ainda ferramentas para busca por membros, moderação de conteúdo e até mesmo remoção de usuários (o famoso “ban”).

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O Google Street view não atropelou o burro

Sequência mostra burro envolto em poeira, sugerindo que recém caiu, e depois apenas imóvel, deitado Foto: Reprodução
fonte: Terra
Rodrigo Cavalcanti

Hoje o carro do Google Street View foi acusado de ter atropelado um burro em Botswana. O Google alega que quando o carro passou pelo burro, o animal já estava deitado. Segundo o gigante das buscas, logo depois o bicho levantou e começou a andar, sem sinais de estar ferido. "Nossa equipe do Street View leva muito a sério a segurança das pessoas e dos burros", afirmou um porta-voz do Google.

Então o que eu fiz, fui no Street View analisei imagens antes de depois que o carro do Street View passou, e constatei que de fato o carro do Street view não atropelou o burro. Vejam as sequencias das fotos:


Esta foto não poderia ser tirada neste ângulo sem que o carro estivesse ao lado do burro, ou seja, quando o carro passa ao lado do burro, ele esta de pé.
Momento em que o Street View passa ao lado do burro

As câmeras do Street View têm uma capacidade de aproximação de 50 metros, confira o funcionamento aqui e aqui. Então vamos a o que interessa:

Com a reconstrução foto a foto vocês perceberão que a poeira deixa após o burro caído não é do carro da Google, mas de um outro veículo que vinha atrás do carro da Google. Ou seja, se o burro foi atropelado, foi por este outro carro:
Clique na foto para ampliar e passe rapidamente para vê-las em movimento

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Fotos incríveis do novo escritório do Google no Brasil


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O Google inaugurou nesta terça (15) seu novo escritório no Brasil. Localizado na Avenida Faria Lima, em São Paulo, o espaço tem 9 mil metros quadrados e repete a característica conhecida da empresa de tornar o local de trabalho mais descontraído e divertido. Pelas fotos enviadas à imprensa, a sede é tudo aquilo que sempre imaginamos do Google, como sala de jogos, comida grátis e espaço para relaxar.

São três andares nesta nova sede, que chega para ampliar a atuação da empresa no Brasil. Em funcionamento desde o final do ano passado, o lugar tem cozinhas temáticas, espaço para jogos e laze, redes para descansar, um miniauditório para ver futebol e uma vista para a avenida. A ideia é que o funcionário possa trabalhar em ambientes diversificados.

O Google tem hoje cerca de 500 funcionários no Brasil, sendo 400 apenas em São Paulo. Veja abaixo mais imagens divulgadas pela empresa de sua nova sede.

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Sala de descanso tem rede e futons para relaxar ou trabalhar com o laptop
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Sala temática inspirada em futebol. Lugar pode ser auditório ou plateia para ver partidas na TV
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Com pufes em formato de tecla, sala de jogos possui vários consoles à disposição
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Restaurante da empresa, com destaque para entrada de luz natural
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Comida servida no lugar é gratuita. Aqui outro espaço para comer e fazer reuniões

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

‘Geração Google’ está perdendo criatividade e habilidades, diz inventor


b2yrqm9kgpevt243atwy521yePublicado originalmente no Terra [via Jornal do Brasil]
Um dos principais inventores britânicos diz que a as crianças da “Geração Google”, que seriam aquelas que dependem da internet para realizar praticamente todas as tarefas, são menos criativas e menos hábeis manualmente do que as gerações anteriores.
Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, Trevor Baylis, inventor do rádio à corda e de outras criações, disse temer que a próxima geração de inventores se perca pelo fato de as crianças de hoje serem, com frequência, incapazes de fazer qualquer coisa com as mãos. Baylis diz que os jovens estão perdendo criatividade e habilidades práticas por passarem muito tempo na frente de telas.
“Crianças devem ser ensinadas a usar as mãos e não a se tornarem dependentes de celulares e computadores”, diz Baylis, 75 anos. “Elas devem usar computadores volta e meia, mas há muitas crianças hoje em dia que gastam todo o seu tempo sentadas jogando com seus computadores”.
“Elas são dependentes de buscas do Google. Muitas crianças vão ficar quase ‘mortas cerebralmente’ ao se tornarem tão dependentes da internet, porque elas não vão conseguirfazer coisas do jeito antigo”, acrescenta o inventor.
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