Ao folhear meu caderno de anotações, me deparo com esta obra de arte, minhas filhas são umas artistas
"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates
sábado, 2 de julho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Azul acata sugestão e vira sucesso de marketing no Facebook
Sugestão de um seguidor para a empresa vender passagens a R$ 8, em comemoração à marca de 8 milhões de clientes transportados, fez a aérea aumentar em 16% seus seguidores e “vender bem” através da rede social.
De acordo com o portal da revista Época Negócios, tudo começou com um comentário no Facebook, em 14/04/2011, quando a empresa aérea colocou uma foto para comemorar a marca atingida e logo, no segundo comentário, apareceu a dica: “8 milhões? Acho que é hora de fazerem uma promoção relâmpago de passagens por R$ 8... será um sucesso com certeza... Parabéns Azul!”.
No mesmo post, vários usuários concordaram com a sugestão de Cristiano dos Santos, analista de informação. Pensando nisso, Santos criou uma campanha no Facebook com a ajuda de uma amiga, a empresária Lívia Luz. O objetivo era transformar esse comentário em realidade: uma promoção de passagens a R$ 8 o trecho.
Foto e comentário que deram origem à promoção que, além das vendas, elevou o número de seguidores da página do Facebook da Azul Linhas Aéreas
Acatando a ideia
A campanha começou com 30 pessoas e em pouco menos de um mês arrebanhou 6.832 pessoas, informa a Época Negócios. A força da campanha fez o movimento inverso. Em vez de a companhia pedir uma sugestão aos usuários, como é comum em redes sociais, a empresa acatou a ideia.
“Entramos no movimento perguntando quais cidades deveríamos oferecer a promoção”, afirma Paulo Nascimento, diretor de marketing, comercial e tecnologia da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, à Época Negócios.
Joinville, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Recife foram os trechos mais pedidos. Com as cidades estabelecidas, a empresa lançou a promoção com duração de uma hora e trinta minutos, na manhã do último sábado (28/05/2011). Sem informar o número de bilhetes vendidos, o diretor da Azul se limita a dizer: “vendemos bem”.
Segundo a Época Negócios, além das vendas, a ação rendeu para Azul mais seguidores no Facebook. Antes da campanha, a empresa tinha 150.000 pessoas que curtiam a sua página na rede social e agora são mais de 174.000.
“Os consumidores estão cada vez mais entendendo que a comunicação com as empresas nas redes sociais é mais rápida e ágil”, diz Nascimento.
Fonte: Blog da Central Brasil
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Recife concentra maior pólo de informática do país
Centro velho abriga o maior parque tecnológico de inovação do Brasil. Empresas inventam novos softwares e conquistam clientes mundialmente.
Recife, em Pernambuco, concentra o maior pólo de informática do Brasil, com empresas que inventam novos softwares e conquistam clientes no mundo inteiro. A maioria delas está no centro velho, que abriga o maior parque tecnológico de inovação do Brasil.
São empresas que produzem sistemas que controlam hospitais, escolas, gerenciam bancos de dados e são responsáveis pela gestão financeira de multinacionais, além de programas de computador que acendem, desde um único semáforo, até grandes metrópoles.
Perto do marco zero da capital, funciona o porto digital, uma reunião de 200 empresas de tecnologia, que geram seis mil empregos e faturam R$ 700 milhões por ano. Nesses prédios históricos nascem novidades usadas no mundo inteiro.
A empresa criada por Ismar Kaufman, o primeiro a chegar ao local no fim dos anos 90, com apenas R$ 1 mil, hoje vale R$ 10 milhões. Desde o princípio, o empresário foi apoiado pelo Sebrae, que tem um projeto de desenvolvimento das empresas de tecnologia da informação.
“São quatro vertentes que o projeto trabalha. Trabalha a vertente da inovação, da integração, da capacitação técnica e gerencial e mercado. Especificamente em mercado, a ideia do projeto é prospectar novos mercados, tentando identificar para as empresas que fazem parte do APL as oportunidades externas”, afirma Péricles Negromonte, do Sebrae em Pernambuco.
A equipe de Ismar Kaufman é formada por 38 especialistas em computação. Eles criaram um programa que gerencia, sozinho, a manutenção e a operação de grandes empresas de energia, gás e transporte. O software está instalado em mais de 20 companhias, em todo o Brasil e é responsável por um terço da transmissão de energia elétrica no país.
“Se a gente buscar isso no dia-a-dia, deixar de fazer discurso e buscar isso na prática do dia-a-dia, a gente consegue, mesmo em empresas pequenas como a nossa, desafiar grandes multinacionais e liderar mercados como a gente tem liderado o mercado de transmissão de energia no brasil. E agora a gente está tentando outros mercados também”, diz Ismar Kaufman.
Há 10 anos, a empresa cria programas ou aluga mão-de-obra para clientes dos Estados Unidos. Agora, o software é usado pelos aeroportos de Cabo Verde, na África. O Sebrae faz missões internacionais em busca de negócios para o porto digital. “As empresas do porto digital já exportam. Isso gira em torno de um faturamento de R$ 154 milhões por ano só de exportação”, completa Negromonte.
Numa capacitação do Sebrae, os funcionários aprenderam melhores práticas no desenvolvimento de programas. O resultado foi uma redução de 56% na quantidade de erros. O Sebrae também ajudou a empresa a conseguir a certificação para os processos de teste do software.
“Isso trouxe ganhos muito grandes para os nossos clientes. A gente sabe exatamente quanto tempo vai testar cada funcionalidade, cada versão nova que a gente vai testar para os nossos clientes”, afirma Kaufman.
Estudantes
Os estudantes de computação também conseguiram espaço no mercado. O porto digital tem uma área exclusiva para o desenvolvimento de projetos. É uma incubadora onde 13 jovens empresas criam produtos inovadores.
Um deles já teve a qualidade reconhecida num prêmio nacional: um programa para pagar a conta em bares e restaurantes através do celular. Uma invenção de quatro colegas de faculdade. “A gente pensou em alguma coisa para evitar essas filas. Foi daí que surgiu o produto”, diz Bruno Inojosa, empresário.
O sistema não é complicado. O cliente cadastra seus cartões de crédito no site da empresa. Quando for ao restaurante, basta fornecer o número do celular para o garçom. Na hora de ir embora, checa a conta no aparelho e autoriza o pagamento.
“Aí ele recebe uma confirmação de que o pagamento foi realizado. o sistema financeiro do estabelecimento também recebe a confirmação. E já pode sair do estabelecimento sem precisar passar no caixa”, diz Bruno.
O grupo foi premiado na Campus Party, considerada o maior evento de inovação, ciência, criatividade e entretenimento digital de todo o mundo. Durante a feira, em São Paulo, eles ganharam R$ 100 mil para desenvolver o produto. O dinheiro vai ser investido em consultorias de segurança e no desenvolvimento de um sistema de vendas. A ideia é colocar o software no mercado no segundo semestre.
“A gente largou tudo, largou estágio. Está apostando nesse produto para sobreviver dele. A gente quer lançar essa inovação no mercado e, se der certo, a gente vai com força total”, afirma Bruno.
Fonte: Plenário - A notícia agora
Perto do marco zero da capital, funciona o porto digital, uma reunião de 200 empresas de tecnologia, que geram seis mil empregos e faturam R$ 700 milhões por ano. Nesses prédios históricos nascem novidades usadas no mundo inteiro.
A empresa criada por Ismar Kaufman, o primeiro a chegar ao local no fim dos anos 90, com apenas R$ 1 mil, hoje vale R$ 10 milhões. Desde o princípio, o empresário foi apoiado pelo Sebrae, que tem um projeto de desenvolvimento das empresas de tecnologia da informação.
“São quatro vertentes que o projeto trabalha. Trabalha a vertente da inovação, da integração, da capacitação técnica e gerencial e mercado. Especificamente em mercado, a ideia do projeto é prospectar novos mercados, tentando identificar para as empresas que fazem parte do APL as oportunidades externas”, afirma Péricles Negromonte, do Sebrae em Pernambuco.
A equipe de Ismar Kaufman é formada por 38 especialistas em computação. Eles criaram um programa que gerencia, sozinho, a manutenção e a operação de grandes empresas de energia, gás e transporte. O software está instalado em mais de 20 companhias, em todo o Brasil e é responsável por um terço da transmissão de energia elétrica no país.
“Se a gente buscar isso no dia-a-dia, deixar de fazer discurso e buscar isso na prática do dia-a-dia, a gente consegue, mesmo em empresas pequenas como a nossa, desafiar grandes multinacionais e liderar mercados como a gente tem liderado o mercado de transmissão de energia no brasil. E agora a gente está tentando outros mercados também”, diz Ismar Kaufman.
Há 10 anos, a empresa cria programas ou aluga mão-de-obra para clientes dos Estados Unidos. Agora, o software é usado pelos aeroportos de Cabo Verde, na África. O Sebrae faz missões internacionais em busca de negócios para o porto digital. “As empresas do porto digital já exportam. Isso gira em torno de um faturamento de R$ 154 milhões por ano só de exportação”, completa Negromonte.
Numa capacitação do Sebrae, os funcionários aprenderam melhores práticas no desenvolvimento de programas. O resultado foi uma redução de 56% na quantidade de erros. O Sebrae também ajudou a empresa a conseguir a certificação para os processos de teste do software.
“Isso trouxe ganhos muito grandes para os nossos clientes. A gente sabe exatamente quanto tempo vai testar cada funcionalidade, cada versão nova que a gente vai testar para os nossos clientes”, afirma Kaufman.
Estudantes
Os estudantes de computação também conseguiram espaço no mercado. O porto digital tem uma área exclusiva para o desenvolvimento de projetos. É uma incubadora onde 13 jovens empresas criam produtos inovadores.
Um deles já teve a qualidade reconhecida num prêmio nacional: um programa para pagar a conta em bares e restaurantes através do celular. Uma invenção de quatro colegas de faculdade. “A gente pensou em alguma coisa para evitar essas filas. Foi daí que surgiu o produto”, diz Bruno Inojosa, empresário.
O sistema não é complicado. O cliente cadastra seus cartões de crédito no site da empresa. Quando for ao restaurante, basta fornecer o número do celular para o garçom. Na hora de ir embora, checa a conta no aparelho e autoriza o pagamento.
“Aí ele recebe uma confirmação de que o pagamento foi realizado. o sistema financeiro do estabelecimento também recebe a confirmação. E já pode sair do estabelecimento sem precisar passar no caixa”, diz Bruno.
O grupo foi premiado na Campus Party, considerada o maior evento de inovação, ciência, criatividade e entretenimento digital de todo o mundo. Durante a feira, em São Paulo, eles ganharam R$ 100 mil para desenvolver o produto. O dinheiro vai ser investido em consultorias de segurança e no desenvolvimento de um sistema de vendas. A ideia é colocar o software no mercado no segundo semestre.
“A gente largou tudo, largou estágio. Está apostando nesse produto para sobreviver dele. A gente quer lançar essa inovação no mercado e, se der certo, a gente vai com força total”, afirma Bruno.
Fonte: Plenário - A notícia agora
quinta-feira, 2 de junho de 2011
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